A maior escola online de startups do Brasil

Mês: julho 2016

Brasil recebe primeira faculdade com diploma válido fora do país, na área de Economia Criativa

Para CEO da Escola Britânica de Artes Criativas, setor que já contribui 2,8% do PIB ainda tem muito potencial no país e pode representar o dobro disso.

Está prevista para o dia 30 deste mês a finalização da obra que promete abrigar uma revolução na educação criativa do Brasil: a Escola Britânica de Artes Criativas (EBAC), que está sendo construída no coração da Vila Madalena para formar profissionais em áreas da chamada Economia Criativa.

Com parceria com a Universidade de Hertfordshire, em Londres, a instalação abrigará uma graduação com padrão da instituição inglesa, que oferece diploma aceito internacionalmente (sem a necessidade de pedir validação posterior), além de cursos técnicos e preparatórios. Há grades curriculares em áreas de Design, Ilustração, Animação, Direção de Arte e os inéditos do Brasil Visualização de Projetos de Arquitetura e Desenvolvimento de Aplicativos para Dispositivos Móveis.

De acordo com Maurício Tortosa, diretor-presidente da EBAC, um dos maiores problemas das graduações na área criativa do Brasil é a falta de preparação para o mercado de trabalho. “Aqui a formação é muito generalista. Eu por exemplo, fui trabalhar na WMnCann um pouco antes de me formar, mas só consegui sentir realmente como era o mercado com dois anos de experiência na empresa. [No Brasil] a gente só aprende mesmo prática”, comentou o executivo em entrevista ao InfoMoney na sede da Escola em construção.

Mercado

Embora a Economia Criativa represente 2,8% do PIB segundo o IBGE, Maurício acredita com base em sua experiência internacional, que existe a possibilidade de praticamente dobrar este número. “No Reino Unido, que descobrimos ter o melhor benchmark do mundo nessa área, esse setor corresponde a 5,2% do PIB empregando 1,8 milhão de pessoas, em um país que é praticamente do tamanho do estado de São Paulo”. Em 2013, o último cálculo, a população do Reino Unido era de 64,1 milhões de pessoas, pouco maior que um quarto da brasileira, de 200,4 milhões.

Formalmente, a economia criativa emprega 1 milhão de brasileiros – mas isso está longe de representar a realidade deste mercado. Em meio a trabalhos de freelancers e contratos feitos em nome de Pessoas Jurídicas, Maurício acredita que haja mais de 2 milhões de pessoas trabalhando nas mesmas áreas informalmente.

Mudanças neste cenário de contratação, segundo as pesquisas do executivo, viriam apenas após melhorias, a nível nacional, em quatro aspectos específicos: organização das estatísticas deste mercado, mostrando abertamente os números formais e informais; políticas públicas de desoneração de instituições voltadas à economia criativa; investimento em escolas especializadas; e vínculo forte com a indústria.

Processo seletivo e preços

Estudar na EBAC não é necessariamente para qualquer um. Além da inscrição e de teste de admissão, todos os candidatos aos cursos passarão por entrevistas realizadas pessoalmente por pessoas qualificadas da equipe da instituição. No caso dos cursos de graduação, como as aulas são ministradas em inglês por professores estrangeiros, é necessário comprovar proficiência na língua.

Com inscrições já abertas, os cursos técnicos, que começam a ser ministrados a partir do semestre que vem, têm duração de dois anos, aulas em português e custo toal de R$ 21.600,00. A graduação terá início em fevereiro de 2017, com o chamado “Foundation” – um ano de curso básico que antecede a especialidade escolhida propriamente dita. Em fevereiro de 2018 passam a ser ministradas as aulas de bacharelado propriamente ditas.

As expectativas de Maurício não são baixas: já em 2016, a escola pretende operar com 400 alunos, número que deve crescer para 900 em 2017 e subir progressivamente até atingir a capacidade de 3.500 em 2021. Interessados podem encontrar todas as informações no site http://ebac.art.br/

Fonte: http://www.infomoney.com.br/carreira/educacao/noticia/5070034/brasil-recebe-primeira-faculdade-com-diploma-valido-fora-pais-area

VOCÊ PODE DE ALGUMA FORMA SE TORNAR MAIS INOVADOR?

Quem não quer ser mais inovador?

A inovação é poder. É criatividade e é a originalidade. É a dinamite que muda as indústrias, cria “unicórnios” do Vale do Silício e molda o seu legado.

Se você pudesse de alguma forma se tornar mais inovador…

Parte da razão que as pessoas têm dificuldade para serem inovadores é que elas não entendem o conceito disso.

A inovação é popularmente assumida por ser alguma força misteriosa do Ste ve Jobs – a capacidade de puxar coelhos brancos da cartola em uma demonstração inspiradora de brilho genuíno, criatividade escaldante e visão de mudar o mundo.

A inovação produziu maravilhas como o avião, o automóvel, o semicondutor, o computador pessoal, o iPhone, o conceito de Uber, o modelo de negócio do Airbnb, e assim por diante.

Em outras palavras, obviamente, a inovação é algo muito além do alcance dos meros mortais.

Na realidade, a inovação é algo que cada um de nós poderia melhorar. Enquanto algumas pessoas são de fato mais (ou menos) privilegiados intelectualmente, qualquer um pode tomar algumas medidas simples para melhorar a capacidade de inovação.

Inovar é simplesmente fazer mudanças para o melhor, geralmente com algum novo método, produto, processo ou procedimento. Um gerente pode ser um inovador. Um escritor de conteúdo pode ser um inovador. A inovação pode fluir de um responsável pelo marketing dentro da própria empresa, um empreendedor individual, de um proprietário de uma empresa, e praticamente qualquer outra pessoa que decide que quer fazer uma mudança.

Então, como você pode se tornar mais inovador?

1. Observe.

Observação é o cerne da inovação. O escritor da Fast Co. David Brier pesquisou a vida e obra de Steve Jobs e do Sir Richard Branson, dois inovadores notáveis da era moderna. Aqui está o que ele descobriu.

“Cheguei à conclusão de que esta era a única diferença entre o inovador e a pessoa comum: um viu os pontos e os conectou enquanto os outros: 1) não os viu ou 2) se o viram, eles não exploraram, perguntaram ou conectaram qualquer um deles.”

Vendo os pontos e ligando os pontos. Esse é o espírito da inovação.

Em outras palavras, os inovadores permanecem atentos e curiosos ao invés de simplesmente deixar que a vida aconteça. Eles examinam o que acontece e buscam maneiras de torná-la diferente.

2. Ligue os pontos intencionalmente.

A inovação começa com a observação, mas o verdadeiro estalo inicial acontece quando você liga os pontos.

O que significa ligar os pontos? Ligar os pontos é pensar em uma experiência ou algum conhecimento em relação a outros pontos que podem ou não podem aparecer naturalmente relacionados.

O conceito é surpreendentemente simples, mas incrivelmente difícil de implementar. Ela exige uma mentalidade holística, uma de emparelhamento, associação e unidade em oposição a uma de singularidade, independência e categorização excessivamente analítica.

Vamos usar o Airbnb como um exemplo. O Airbnb começou com a ideia de proporcionar alojamento a preços acessíveis para as pessoas. Ao invés de ir no rumo habitual de hotéis e motéis, eles simplesmente pegaram essa ideia e alinharam com o seu conhecimento existente. As pessoas têm casas de todas as formas e tamanhos. Melhor ainda, casas estão em toda parte! Assim nasceu o Airbnb.

De um conceito simples, mas incrivelmente inovador.

O Uber usa um princípio semelhante na sua ao tornar disruptiva a indústria de táxi. Em vez de seguir em frente melhorando o serviço de táxi, construir uma infraestrutura de transporte público ou diminuir as emissões dos veículos, eles fizeram algo muito mais simples – permitiram que as pessoas paguem por passeios em veículos de outras pessoas.

Observar! Eis a inovação.

Você pega uma parte do conhecimento – uma ideia, desejo, plano ou meta – e olha para as conexões com outras partes do conhecimentos, condições, ferramentas e situações. É simples, mas difícil, eu sei.

A Inovação é provocada quando você começa a olhar para as coisas e fazer conexões entre o que você vê, sabe e pensa.

3. Rejeite o conceito de não poder.

A inovação é inclusiva e otimista. Ela permite conceitos, conhecimentos e experiência de todos os palcos da vida.

A inovação tem um arqui-inimigo: o não poder.

“Eu não posso”, “nós não podemos”, “aquilo não pode”, “isso não pode” – este processo difícil de pensamento é letal para a inovação.

Veja os “não posso” em seu pensamento como obstáculos e oportunidades temporárias para o crescimento. Eles existem por um momento, e com esse momento, lhe é concedida uma oportunidade de fazer melhorias, sejam eles na forma de opções, energia, recursos, pessoal, ou estratégia. Essas escolhas podem neutralizar suas dúvidas.

Muitas vezes, a coisa mais útil que você pode fazer para superar a dúvida é ver as coisas que você achava que eram impossíveis como possíveis.

Tudo e nada é possível, em certa medida. Pense como que começará a desgastar os seus bloqueios e abrir caminho para a inovação.

4. Abrace o desconforto.

A inovação é popularmente assumida por ser alguma força misteriosa do Ste ve Jobs – a capacidade de puxar coelhos brancos da cartola em uma demonstração inspiradora de brilho genuíno, criatividade escaldante e visão de mudar o mundo.

A inovação produziu maravilhas como o avião, o automóvel, o semicondutor, o computador pessoal, o iPhone, o conceito de Uber, o modelo de negócio do Airbnb, e assim por diante.

Em outras palavras, obviamente, a inovação é algo muito além do alcance dos meros mortais.

Na realidade, a inovação é algo que cada um de nós poderia melhorar. Enquanto algumas pessoas são de fato mais (ou menos) privilegiados intelectualmente, qualquer um pode tomar algumas medidas simples para melhorar a capacidade de inovação.

Inovar é simplesmente fazer mudanças para o melhor, geralmente com algum novo método, produto, processo ou procedimento. Um gerente pode ser um inovador. Um escritor de conteúdo pode ser um inovador. A inovação pode fluir de um responsável pelo marketing dentro da própria empresa, um empreendedor individual, de um proprietário de uma empresa, e praticamente qualquer outra pessoa que decide que quer fazer uma mudança.

Então, como você pode se tornar mais inovador?

1. Observe.

Observação é o cerne da inovação. O escritor da Fast Co. David Brier pesquisou a vida e obra de Steve Jobs e do Sir Richard Branson, dois inovadores notáveis da era moderna. Aqui está o que ele descobriu.

“Cheguei à conclusão de que esta era a única diferença entre o inovador e a pessoa comum: um viu os pontos e os conectou enquanto os outros: 1) não os viu ou 2) se o viram, eles não exploraram, perguntaram ou conectaram qualquer um deles.”

Vendo os pontos e ligando os pontos. Esse é o espírito da inovação.

Em outras palavras, os inovadores permanecem atentos e curiosos ao invés de simplesmente deixar que a vida aconteça. Eles examinam o que acontece e buscam maneiras de torná-la diferente.

2. Ligue os pontos intencionalmente.

A inovação começa com a observação, mas o verdadeiro estalo inicial acontece quando você liga os pontos.

O que significa ligar os pontos? Ligar os pontos é pensar em uma experiência ou algum conhecimento em relação a outros pontos que podem ou não podem aparecer naturalmente relacionados.

O conceito é surpreendentemente simples, mas incrivelmente difícil de implementar. Ela exige uma mentalidade holística, uma de emparelhamento, associação e unidade em oposição a uma de singularidade, independência e categorização excessivamente analítica.

Vamos usar o Airbnb como um exemplo. O Airbnb começou com a ideia de proporcionar alojamento a preços acessíveis para as pessoas. Ao invés de ir no rumo habitual de hotéis e motéis, eles simplesmente pegaram essa ideia e alinharam com o seu conhecimento existente. As pessoas têm casas de todas as formas e tamanhos. Melhor ainda, casas estão em toda parte! Assim nasceu o Airbnb.

De um conceito simples, mas incrivelmente inovador.

O Uber usa um princípio semelhante na sua ao tornar disruptiva a indústria de táxi. Em vez de seguir em frente melhorando o serviço de táxi, construir uma infraestrutura de transporte público ou diminuir as emissões dos veículos, eles fizeram algo muito mais simples – permitiram que as pessoas paguem por passeios em veículos de outras pessoas.

Observar! Eis a inovação.

Você pega uma parte do conhecimento – uma ideia, desejo, plano ou meta – e olha para as conexões com outras partes do conhecimentos, condições, ferramentas e situações. É simples, mas difícil, eu sei.

A Inovação é provocada quando você começa a olhar para as coisas e fazer conexões entre o que você vê, sabe e pensa.

3. Rejeite o conceito de não poder.

A inovação é inclusiva e otimista. Ela permite conceitos, conhecimentos e experiência de todos os palcos da vida.

A inovação tem um arqui-inimigo: o não poder.

“Eu não posso”, “nós não podemos”, “aquilo não pode”, “isso não pode” – este processo difícil de pensamento é letal para a inovação.

Veja os “não posso” em seu pensamento como obstáculos e oportunidades temporárias para o crescimento. Eles existem por um momento, e com esse momento, lhe é concedida uma oportunidade de fazer melhorias, sejam eles na forma de opções, energia, recursos, pessoal, ou estratégia. Essas escolhas podem neutralizar suas dúvidas.

Muitas vezes, a coisa mais útil que você pode fazer para superar a dúvida é ver as coisas que você achava que eram impossíveis como possíveis.

Tudo e nada é possível, em certa medida. Pense como que começará a desgastar os seus bloqueios e abrir caminho para a inovação.

4. Abrace o desconforto.

A minha definição de inovação tem mudança em seu núcleo.

Quando você está confortável, é provável que nada está mudando na sua vida. O empresário colaborador Chris Ruisi escreveu,

 “A chave para liderar a mudança? Tornar-se confortável com o desconforto.”

Claro, a mudança é desconfortável, mas é o único caminho para o progresso á a inovação. Quando você está desconfortável, você está em uma posição madura para parar, analisar, e encontrar maneiras de mudar a sua vida. A sua mente reconhece que algo não está certo e procura o equilíbrio, uma forma de romper o impasse do desconforto.

O momento da descoberta é o início da inovação. A total inovação, a química que leva um pensamento e transformá-lo em uma ação e, eventualmente, um produto, é inatingível, a menos que você esteja disposto a se sentir confortável com o desconfortável.

5. Compartilhe recursos.

Se fazer conexões é o caminho para a inovação, então, unir os recursos é o bloco básico de construção para preparar o caminho para a inovação.

O advento do marketing de conteúdo tem sido um grande passo além na partilha global de fontes de conhecimento. Alguns anos atrás, seria impensável para um negócio explicar exatamente como atingir o sucesso, resolver problemas, ou produzir um produto notável. Isso teria sido sinônimo de abrir mão do negócio (giving business away.)

E hoje? O conteúdo está disponível e gratuito para quem procurar por ele. Você pode descobrir como otimizar o seu site para ferramentas de busca, escrever um convincente “relatório branco”, utilizar uma estratégia de growth hacking no seu negócio, ter sucesso como um empreendedor, ou qualquer outro assunto ou tema que você queira saber a respeito.

Partilhando recursos, particularmente os recursos do conhecimento, é uma das maneiras mais eficazes para inovar e para construir uma mudança duradoura que as pessoas realmente querem.

6. Tente, falhe, recue, e tente novamente.

A inovação é inútil se você não está disposto a ir até o fim com ela.

Saiba isso. A inovação não acontece sem alguns episódios de fracasso.

O fracasso não é necessariamente um ponto de parada. Ele certamente não deve matar a criatividade ou diminuir a ambição. A falha pode abrir novas perspectivas de possibilidade, inovação e criatividade.

A pesquisa confirma isso. Em seu artigo, “Why Failure Drives Innovation,” Baba Shiv, da Universidade de Stanford escreve: 

“O “fracasso” é um conceito temido pela maioria das pessoas de negócios. Mas o fracasso pode realmente ser um grande motor da inovação para um indivíduo ou para uma organização. O truque consiste em aproximá-lo com a atitude certa e aproveitá-lo como uma benção, não uma maldição”

O fracasso irá levá-lo para a frente e para cima, a novos níveis de criatividade.

Conclusão

A inovação é necessária para o sucesso, como é o fracasso, o desconforto, a reflexão, e uma mentalidade inclusiva.

Folheando revistas de negócios e periódicos irá informá-lo dessa realidade.

Por exemplo, um artigo da Forbes diz que as empresas norte-americanas estão morrendo por causa do fracasso em inovar. Um “white paper” explica: “A inovação é a única grande razão por que algumas empresas são bem sucedidas.”

O outro lado da equação também é verdadeiro: “A falta de inovação é o motivo que muitas empresas fracassam.”

A melhor parte é, você não precisa de permissão para começar a inovar. Fique atento e comece hoje.

Como você se força a inovar?

Fonte:

Você pode de alguma forma se tornar mais inovador? 

Temer cria fundo para inovação com menos de 10% do valor de 2015

Sem espaço para dispensar um volume significativo de recursos, o dinheiro que será investido neste ano equivale a apenas 9% do que foi aplicado em pesquisa no ano passado

Para tentar dar uma resposta a um dos muitos pedidos empresariais, o governo do presidente interino Michel Temer estuda novas formas de financiamento para impulsionar a inovação no país.

No entanto, sem espaço para dispensar um volume significativo de recursos, o dinheiro que será investido neste ano equivale a apenas 9% do que foi aplicado em pesquisa no ano passado.

Segundo a Folha de S.Paulo apurou, os recursos iniciais que poderão ser liberados são de pouco mais de R$ 500 milhões.

O BNDES e a Finep (Financiadora de Estudos e Projetos) são, atualmente, os principais financiadores de projetos de pesquisa e inovação. Juntas, as duas instituições desembolsaram R$ 5,5 bilhões para esse tipo de projeto em 2015. O volume representou uma queda aproximada de 15% em relação ao dinheiro aplicado em 2014.

A falta de verba para financiar projetos de pesquisa e desenvolvimento é uma das reclamações de empresários que acreditam faltar, por parte do governo, apoio à inovação.

A demanda se junta a outras mais tradicionais, como excesso de tributação e de burocracia, falta de infraestrutura, entre tantos pontos de uma agenda antiga do setor.

Michel Temer se reuniu com empresários na última na sexta-feira (8) e disse que o governo está comprometido com a pesquisa no país.

Pela proposta do governo, serão dois diferentes modelos de financiamento. Um será custeado com dinheiro público e outro com dinheiro privado. Além disso, eles terão destinação distintas.

No primeiro modelo, com dinheiro público, a Embrapii (Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial) será a gestora e terá o objetivo de estimular a pesquisa em órgãos ligados a universidades, como o Coppe, da UFRJ, e o IPT, da USP.

No segundo, privado, a ABDI (Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial) será responsável por captar recursos junto ao mercado financeiro e aplicá-los em projetos de start-ups.

Ambos os projetos estão sendo liderados pelos ministérios que comandam essas instituições, MDIC (Indústria e Comércio Exterior), MCTIC (Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicações) e MEC (Educação).

Como a maioria dos projetos criados pelo governo interino de Michel Temer, a viabilidade dos fundos depende da confirmação do impeachment da presidente afastada Dilma Rousseff.

 

Fonte:

http://www.otempo.com.br/capa/pol%C3%ADtica/temer-cria-fundo-para-inova%C3%A7%C3%A3o-com-menos-de-10-do-valor-de-2015-1.1336856

Tel Aviv tem uma start-up a cada 431 moradores. Qual o segredo de Israel?

Israel é um país marcado por conflitos religiosos e políticos, mas tem conseguido por meio da tecnologia chamar a atenção pela grande concentração de start-ups. O país, com cerca de 8 milhões de pessoas, tem 6.135 empresas de alta tecnologia que empregam 300 mil profissionais. Só de start-ups são 3.389 e quase 20 mil trabalhadores. Na capital, Tel Aviv, por exemplo, há uma start-up para cada 431 moradores.

O país alcançou o segundo lugar em quantidade de start-ups por habitantes, atrás somente dos Estados Unidos, de acordo com o Startup Genome.

“Estamos falando de um país muito pequeno, mas altamente tecnológico”, destaca Michel Hivert, diretor administrativo do Matimop, órgão vinculado ao Ministério da Economia. O setor de tecnologia responde por 40% das exportações de Israel. Entre 2010 e 2013, foram gerados cerca de US$ 3,3 bilhões em negócios –valor equivalente a 1% do Produto Nacional Bruto israelense.

As start-ups chamam a atenção do mercado nos últimos anos, desde que o Waze, foi comprado pelo Google em 2013 por US$ 1 bilhão. O ano de 2014 foi recorde para elas, foram 18 IPOs no valor de US$ 9,8 bilhões e 52 fusões e aquisições no valor de US$ 5 bilhões, segundo a PcW Israel.

Hoje, o país já ganha mais com ciber-segurança do que com exportação de armas.

Estímulo acadêmico

O índice de habitantes com alta escolaridade e a relação próxima das universidades com o mundo da inovação são apontados como razões para que a cidade histórica tenha se tornado polo tecnológico.

Cerca de 48,8% dos israelenses entre 35 e 44 anos têm ao menos ensino superior completo. Israel fica atrás apenas do Canadá e do Japão, segundo dados do IVC Research Center. Atualmente, de acordo com os dados do Ministério das Relações Exteriores do país, metade dos israelenses entre 20 e 24 anos está matriculada em alguma instituição de ensino superior.

Muitos israelenses já têm contato com o desenvolvimento de novas tecnologias e ferramentas de segurança de informações durante os anos de serviço militar obrigatório. E o estímulo continua no ambiente universitário.

A Universidade Hebraica de Jerusalém, por exemplo, tem uma empresa responsável pela comercialização das invenções e patentes produzidas por estudantes e pesquisadores da instituição, a Yissum, criada há 52 anos. Foi a primeira universidade no mundo a criar uma companhia com essa finalidade.

O Exelon, medicamento usado para inibir a progressão do Alzheimer em estágio inicial, é resultado da pesquisa da professora Marta Weinstock-Rosin, do departamento de Farmácia da Yissum, e desenvolvido pela Novartis. O remédio, em cápsulas ou adesivo, é o único aprovado pela FDA (Anvisa norte-americana) para tratar dessa doença e é comercializado no Brasil desde 2014. O retorno em royalties com o Exelon foi de US$ 1 bilhão até 2011.

O “novo Vale do Silício” atrai investidores de risco de diversos países e tem até empresas especializadas em captar esse tipo de recurso. A JVP (Jerusalem Venture Partner) é um exemplo. A companhia funciona como uma ponte entre as start-ups e os investidores, e já lucrou cerca de US$ 1,1 bilhão desde quando foi criada, em 1993.

Entre seus clientes, está a CyberArk, especializada em bloquear ataques hackers contra grandes empresas. Criada em 1999, foi responsável por uma das maiores ofertas públicas iniciais de ações em 2014 na Nasdaq. Em três dias na bolsa, seu valor subiu 85% e chegou a US$ 880 milhões. Atualmente a empresa vale US$ 2 bilhões.

Escrevemos um artigo para você que quer aproveitar tudo que o Vale do Silício pode oferecer gastando pouco, para acessar basta seguir para o endereço: http://www.acelerastartups.com/br/vale-do-silicio/

74% das startups brasileiras fecham após cinco anos.

74% das startups brasileiras fecham após cinco anos, diz estudo, o maior motivo?

Briga entre sócios e não oferecer uma proposta que ‘converse’ com o mercado.

 

Empreender é uma tarefa árdua, mas pode trazer uma série de benefícios que incluem ter um controle maior sobre a carreira, trabalhar com o que gosta ou encarar novos desafios profissionais. O caminho exige disciplina, foco, às vezes sorte, e investimento. Mas nem sempre dá certo. Estudo realizado pela aceleradora Startup Farm aponta que 74% das startups brasileiras fecham após cinco anos de existência e 18% delas antes mesmo de completar dois anos. E o motivo não é majoritariamente falta de aporte ou de investimento. “As principais causas são conflitos entre os sócios e o desalinhamento entre a proposta de valor e o interesse do mercado”, diz Igor Mascarenhas, diretor de investimentos da Farm.VC, área da StartupFarm responsável pelo acompanhamento da evolução das startups. O estudo abrange cerca de 30% das startups aceleradas no Brasil desde 2011. Foram analisados 191 negócios.

O estudo também mostra que, dentro do cenário brasileiro, as startups B2B têm maior facilidade e rapidez na hora de gerar caixa e obter receita. Essas startups atuam com transações de produtos e serviços para empresas – e não para o consumidor final (caso das B2C).

No Brasil, contudo, o modelo B2B sempre foi maior em termos de números de negócio e de preferência pelos empreendedores. “As startups focadas no B2C sempre geraram desejo, pois foi o modelo adotado pelos grandes cases mundiais, como Facebook, Google e Airbnb. É tambem mais fácil encontrar – e se propor a resolver – problemas vinculados a pessoas físicas”, diz Mascarenhas. O problema é que elas demoram mais tempo para construir uma base de consumidores e, por consequência, monetizar seu negócio. “Essas empresas também precisam de um volume de investimentos muito maior, o que dificulta o crescimento.”

É por este motivo que as B2B vêm crescendo nos últimos anos (confira o gráfico abaixo). Em 2014, segundo o estudo da StartupFarm, havia três vezes mais B2B do que B2C. “Também estamos vendo, em 2016, muitos executivos do alto escalão saindo das empresas para empreender em modelos B2B”, diz Mascarenhas.

Público-alvo                 2011           2012         2013       2014         2015          2016
B2C                                44.74%      30.91%    50%        21.43%     27.59%      14.29%
B2B                                31.58%      34.55%    33.33%   64.29%    37.93%      50%
Modeloshíbridos       23.68%     34,54%   16,67%    14,28%     34,48%     35,71%
Fonte: StartupFarm

Visão estratégica do negócio em termos financeiros, contudo, é algo que afeta a grande maioria das startups no país. Mascarenhas explica que o mercado brasileiro “ficou viciado” em criar negócios com modelos mais simples de cobrança, como mensalidade por uso. Mas que não funcionam como única forma de monetização. É específico e adequado apenas a determinados negócios. É preciso, portanto, estar aberto a novas opções. “A conta de luz, por exemplo, tem um modelo de receita que varia de acordo com o uso. Já o Netflix cobra por mensalidade, mas poderia cobrar por filme assistido ou royalties”, diz.

Artigo publicado originalmente em: http://epocanegocios.globo.com/Empreendedorismo/noticia/2016/07/74-das-startups-brasileiras-fecham-apos-cinco-anos-diz-estudo.html

AS 5 CARACTERÍSTICAS DE UMA MARCA REALMENTE MEMORÁVEL

A criação de novos negócios é uma moda que entrou em erupção. Se as estatísticas forem precisas, mais de 100 novas empresas terão nascido no tempo que você levar para ler esse artigo.

Essas empresas têm marcas, sites, produtos, empreendedores, blogs, logos, vídeos, contas em mídias sociais, hashtags, guest posts, sonhos, aspirações e um lugar no vasto mundo digital.

Google e os deuses de buscas estão classificando a identidade da marca como fator mais importante no mundo do marketing digital e branding. Já não é suficiente ter um site ou mesmo um site com autoridade e backlinks fortes. Você tem que ter uma marca inesquecível com tudo o que isso implica.

E o que isso implica? O que você precisa para criar uma marca memorável nesse mundo digital?

1. Uma tribo apaixonada

Marcas não existem sem que as pessoas as acolham.

Seth Godin foi pioneiro no conceito de tribo com suas idéias poderosas e um livro de nome Tribes. Ele define uma tribo como “um grupo de pessoas conectadas uma à outra, que está conectado a um líder e a uma ideia”.

Sua tribo é o que transforma a ideia da sua marca em realidade. É a diferença entre uma marca que está cambaleando para o lado esquecimento e uma marca que entra na desejada lista de marcas de primeira, como Apple, Amazon, Coca-Cola e IBM.

Uma tribo é essencial pela simples razão de que essas pessoas são os seus clientes. Mas elas também são seus missionários e são bem mais eficientes do que você jamais será.

Segundo uma citação de Godin, “faz muito mais sentido agradar quem realmente acredita na sua ideia. Eles merecem isso, afinal de contas, eles serão os responsáveis por espalhar notícias sobre você”.

2. Viralidade social

Sua tribo não só existe. Sua tribo faz. Uma tribo é composta de seres sociais.

Sua marca existe em um ambiente que pulsa junto com atividades sociais. Independente da quantidade de números vermelhos no topo da página do Facebook ou do constante fluxo de tweets, membros da tribo e não membros da tribo estão inseridos no mesmo meio social.

Se a sua marca não existir nesse ambiente social, então ela não tem a menor chance de ser memorável para alguém.

Uma forte presença social – consistente, única e envolvente – caracteriza as marcas mais memoráveis.

3. Uma plataforma pessoal

Empreendedores de hoje em dia têm que se preocupar com a construção de dois impérios – o império do seu negócio e o império da sua marca pessoal.

Ambos são essenciais. Um constrói o outro.

Eu desafio os empresários a tomarem uma atitude em relação a sua marca pessoal, não de uma maneira narcisista, mas a partir de um senso de fidelidade à sua própria marca. Tribos precisam de líderes.

Marcas, pelo fato de não serem pessoas, não têm certas características essenciais de indivíduos. É aí que o poder da marca pessoal pode preencher o vazio. As pessoas querem se conectar com outras pessoas. A sua tribo quer se conectar com você e não apenas com a marca do seu negócio.

Você perceberá que a marca do seu negócio irá pegar a mesma onda da sua marca pessoal.

4. Esteja presente onde importa

Quase todos os profissionais de marketing dizem que uma marca deve estar no Facebook, Twitter e LinkedIn. Concordo (na maior parte).

A minha posição é um pouco mais sutil. Uma marca precisa ter presença nos lugares onde realmente importa – os lugares onde seu público-alvo se reúne.

Para dar um exemplo extremo, vamos dizer que o seu público é composto por pessoas que estão totalmente fora da rede. Elas não possuem aparelhos que se conectam a internet. Elas nem sequer sabem o que é internet.

Qual será a sua abordagem de marketing? Como você vai transmitir a mensagem da sua marca? Facebook? Twitter? Instagram?

Claro que não. Você estaria desperdiçando tempo e dinheiro. Seu público não está no Facebook. Você precisa encontrar maneiras diferentes de conquistar clientes, seja pendurando panfletos em lojas locais ou qualquer outro tipo de estratégia já ultrapassada.

O ponto é este: você deve estar presente onde o seu público-alvo está presente.

Se eles leem determinados jornais impressos, então você precisa publicar artigos nesses determinados jornais.
Se eles estão no site Reddit todas as manhãs procurando por notícias, então você precisa estar no site Reddit publicando notícias.
Se eles fazem parte de grupos de marketing no LinkedIn, então você precisa interagir nesses grupos de marketing e, possivelmente, criar o seu próprio grupo de marketing para que eles possam fazer parte.

5. O elemento USP

Um ingrediente essencial de uma marca memorável não é apenas a marca em si. O que torna uma marca verdadeiramente inesquecível é que ela oferece.

O que irá te diferenciar dos 58.000 (não um erro de digitação) novos negócios que irão surgir esse mês será o que o seu produto tem de exclusivo ou de melhor do que o concorrente, conceito também conhecido pela sigla USP (do inglês, Unique Selling Proposition).

Perry Marshall, famoso pelo princípio 80/20, fala do poder que USP tem sobre a marca e conteúdo: “aqui está um segredo de copywriting para o mundo moderno: se você tem um USP poderoso, forte e à prova de bala, o conteúdo fala por si mesmo”.

Ele está se referindo ao poder de USP para guiar uma marca. Quando você cria uma proposta única e poderosa de venda, você possui algo que é memorável e valioso.

USP é a alma da marca. Tornar-se inesquecível não vai acontecer sem isso.

Conclusão

Ninguém disse que a criação de uma marca memorável é rápida e fácil. Definitivamente não é fácil e definitivamente não é instantânea.

Para começar a criar uma marca pessoal é preciso um simples fator – a percepção de que isso é importante. Muito importante.

Para se tornar inesquecível é essencial desenvolver e aumentar uma tribo apaixonada, dedicar-se a atividades sociais, estabelecer uma marca pessoal, estar presente onde realmente importa e ter um USP poderoso.

Faça isso e você criará uma marca inesquecível.

Que tipos de atividades que você acha que são essenciais para uma marca?

Artigo publicado originalmente em:
http://www.jornaldoempreendedor.com.br/the-growth-hacker/marketing-digital/as-5-caracteristicas-de-uma-marca-realmente-memoravel/

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