A maior escola online de startups do Brasil

Categoria: Dicas Page 9 of 11

10 coisas sobre as startups que as pessoas odeiam

A bola da vez são as startups. Pessoas de diversos perfis estão abrindo suas startups, ou então, trabalhando em uma. Mas você sabia que há pessoas que odeiam startups? Sim. Muitas pessoas não gostam sequer de ouvir falar esse nome. Veja abaixo 10 coisas que as pessoas odeiam em startups.

  1. Qualquer negócio é uma startup. Muitas pessoas odeiam startups porque hoje em dia virou moda abrir um negócio online e dizer que é uma startup.
  2. Falta de profissionalismo. Como conseqüência do motivo anterior, muitas empresas on-line de garagem que surgem se dizendo startups não possuem o preparo necessário, virando, assim, sinônimo muitas vezes de falta de conhecimento no que se faz e falta de profissionalismo.
  3. Clássico. Surge uma idéia sensacional de três amigos. Um é programador, o outro designer e o terceiro é ilustrador. Eles pensam na “sensacional” idéia de criar uma startup, que será uma agência de marketing. Isso acontece sempre e, na maioria das vezes, é uma grande furada.
  4. Qualquer um se acha empreendedor. Como o mercado online está acessível para todos, qualquer pessoa hoje em dia que cria uma fanpage no Facebook acha que é o grande empreendedor e já quer logo abrir uma startup.
  5. Ultrapassado. A ideia de cada um trabalhando na sua casa e oferecendo serviço online para clientes já está ultrapassada. Você se junta com mais três profissionais e começa a oferecer serviços. É preciso se adequar ao mercado local. Não é tão simples assim.
  6. Sem definição específica. Não existe uma definição ao certo do que pode ser uma startup de verdade, que realmente produz serviços de qualidade. Qualquer empresa pequena que está começando hoje em dia pode se denominar uma startup por ser um nome que está na moda.
  7. Investidores. Muitos investidores estão de olho nas startups para ganhar em cima, se ela virar um sucesso. Muitas pessoas odeiam startups exatamente por esse motivo. Elas acham que existem muitas pessoas interesseiras de olho nos seus negócios.
  8. Se acham o “próximo Facebook”. Qualquer pessoa dona de uma startup acha que seu negócio vai se tornar um Facebook.
  9. Empresa. Quando você tem uma startup você não abre uma startup, mas uma empresa.
  10. Empresa comum. Não existe tanta diferença de uma empresa comum para uma startup.

Viciado em Startup? Nós também: Conheça os motivos

Gostar de startup é acreditar no potencial do desconhecido. E acreditar é uma das ferramentas que movem o mundo atualmente, cheio de certezas e de conquistas cada vez mais audaciosas. Aliás, por si só, o conceito de startup já diz muito sobre essa crença: startup é um organismo vivo em busca de um modelo de negócios repetível e escalável, que se origina e trabalha em condições de extrema incerteza.

E essa incerteza é exatamente o que faz a diferença entre os viciados em startup e os que ignoram esse modelo de negócio: a coragem para encarar o desconhecido e ir em busca de um modelo de negócio validado, viabilizando o sucesso mesmo sem certezas. Esse tipo de característica ajuda a adrenalina empresarial a subir, leva à ação, o de querer fazer tudo e todo o possível para dar certo e, ainda, deixar mais doce o sabor da vitória quando ela vem. E conseguir o sucesso com um modelo de negócio em que ninguém acredita e mostrar para eles como estavam errados inicialmente é uma sensação viciante.

Custos baixos com retornos possíveis: outra característica que as startups têm e que nos faz viciados nesse modelo de negócio é o fato de que as startups tendem a ter um custo inicial consideravelmente baixo quando comparado a outras formas de investimento, principalmente as que possuem foco no digital.

Em um plano gerencial e empresarial de uma empresa, a tendência é ter uma reserva para sustentar o negócio por um período até que ele comece a de fato dar lucro, o conhecido bootstrapping. No caso de uma startup, esses custos iniciais são baixos, acabam sendo quase autossustentáveis mesmo com retornos pequenos.

Acreditar em uma startup é olhar para frente, para o futuro. E acreditar no futuro é o que nos motiva, porque sabemos que podemos ter e ser mais, enxergando nas idéias a possibilidade de conversão em um negócio de sucesso.

POST_PITCH

O Pitch (Quase) Perfeito, de Cássio Spina

Por Alfredo Cardoso

 

Leitura fundamental para quem pretende apresentar sua ideia para investidores de forma objetiva e eficiente. Escrito por Cássio Spina, fundador da Anjos do Brasil e nome bastante conhecido para os “iniciados” no mundo das startups no Brasil, fornece insights aparentemente básicos, mas poderosos para quem quer enfrentar a missão de conseguir um investimento para a sua startup.

“Lembre-se que investidor estará analisando não só o seu negócio, mas principalmente você, o empreendedor, assim tão importante quanto apresentar claramente sua empresa é conseguir demonstrar seu conhecimento e capacidade de execução.”

Esta afirmação parece um pouco contraintuitiva uma vez que da perspectiva do empreendedor, o importante é fundamentalmente a ideia. Cássio mostra no entanto, de seu ponto de investidor experiente, que o empreendedor (e sua “bagagem”) importam tanto quanto o projeto em si. Ter um perfil consistente e acima de tudo coerente com o projeto é essencial.

O livro sugere diferentes versões de apresentações (adaptadas de acordo com o perfil do ouvinte) e uma estrutura lógica para a apresentação do pitch, bem como um direcionamento (e até um modelo para download) dos slides, tudo enriquecido por exemplos ilustrativos, que o torna leitura obrigatória para iniciantes e empreendedores experientes que precisam de orientação para uma apresentação eficiente.

Além de enfatizar um dos pontos mais importantes de todos os projetos de startups, o da validação ainda nos estágios iniciais, ele avisa que apesar de ser importante fazer uma boa apresentação, o que importa realmente é
a ideia: “…se por um lado um pitch ruim pode prejudicar sua apresentação, nem um pitch excepcional salvará um negócio fraco.”

 
Download gratuito: www.anjosdobrasil.net/pitch.html

Links relacionados:
www.anjosdobrasil.net
www.investidoranjo.net

Cards Acelera Startups

14 jogos empreendedores desenvolvem o seu perfil

Divertir e entreter não são os únicos benefícios de alguns games online e jogos de tabuleiro. Empreendedores podem aproveitar o ambiente lúdico para simular situações gerenciais e desenvolver habilidades estratégicas, de planejamento, liderança, negociação, tomada de decisões, correr riscos calculados e até mesmo estruturar uma ideia de negócio.

Um dos exemplos mais importantes dos jogos empreendedores foi colocado no mercado pela empresa brasileira Acelera Startups, que desenvolveu um jogo de cartas para empreendedores organizarem suas ideias.

Nos tabuleiros, alguns jogos empreendedores simulam verdadeiros mercados, como “Cuba”, “Puerto Rico” e “Settlers of Catan”. E os clássicos “Monopoly” (Banco Imobiliário) e “War” testam a capacidade de expandir domínios.

E, nos computadores, existem os chamados “serious games” (jogos sérios), feitos especificamente para trabalhar habilidades em seus jogadores. “Tycoon City: New York” é um exemplo. Agindo como um empreendedor, o objetivo é construir negócios e fazer com que eles prosperem na ilha de Manhattan.

Também os famosos games de estratégia, RPG — formato em que os jogadores equipam seus personagens com magias, equipamentos e armas antes da partida – e simuladores, como “The Sims” e “SimCity”, podem ser bons exercícios para quem pretende comandar uma empresa.

“Power Grid”: É um dos jogos empreendedores que envolve praticamente toda a gestão de um negócio. No começo, os jogadores compram usinas de energia em um leilão. Cada usina funciona com um combustível (carvão, plutônio etc.) e estes produtos ficam mais caros ou baratos conforme a procura por eles. Quanto mais energia a usina gerar, mais lucro ela tem.

Segundo a gerente-adjunta de capacitação empresarial do Sebrae Nacional, Olívia Castro, nos jogos, o empreendedor tem a possibilidade de vivenciar diferentes aspectos de uma empresa sem correr os riscos que existem no mercado real.

“Ele experimenta situações reais em um ambiente controlado e simula as decisões, sem o risco das consequências. Pode-se imaginar todos os caminhos possíveis, antes de trilhá-lo”, afirma.

Teste se você é capaz de abrir o próprio negócio

Para o coordenador do curso de jogos digitais da Fatec (Faculdade Técnica) de Carapicuíba (SP), Álvaro Gabriele, a maioria dos games não é criada para “ensinar lições”, mas existem recursos dentro deles que, se aproveitados adequadamente, podem ajudar na gestão de um negócio.

Em um jogo de RPG, por exemplo, a tomada de decisão é muito importante. Uma opção feita logo no início acompanhará o jogador durante todo seu percurso. “Quem tiver capacidade de levar esse engajamento para fora [do jogo], tem boas chances de ser um líder”, diz.

É comum que jogos de RPG tenham versões online, o que possibilita uma interação maior e a formação de grupos, liderados por jogadores com mais experiência.

“Nos games de RPG, há um convívio social e as atitudes individuais influenciam todo o grupo. Nos games de estratégia, há um controle maior sobre o grupo de personagens, eles são gerenciáveis”, afirma o coordenador de jogos digitais da Fatec.

Jogos de tabuleiro vão além da sorte
Ao contrário do que alguns acreditam, o fator sorte não é o mais importante nos jogos de tabuleiro. Há casos em que este fator representa apenas 5% das chances de vitória, enquanto os outros 95% são determinadas pela estratégia, de acordo com Danilo Saraiva Bonamin, gerente de jogos da Ludus, bar paulistano onde os clientes podem jogar games de tabuleiro.

“Cuba” e “Puerto Rico” são bons exemplos. O jogador precisa explorar os recursos de sua ilha e negociá-los na cidade, um mercado onde funcionam as leis de oferta e demanda e fluxo de estoque. A dinâmica entre eles é parecida e a maior diferença é que o tabuleiro de cada um representa o país que leva o nome do jogo.

“Nestes jogos é preciso enxergar as oportunidades e saber escolher as coisas na hora certa. O estoque não pode ficar parado por muito tempo, senão estraga”, declara Bonamim.

Seguindo uma linha semelhante, “Settlers of Catan” é um excelente exercício de negociação. Os jogadores exploram recursos dentro uma ilha e precisam trocar mercadorias entre si para fazê-la prosperar.

“A maioria dos jogos de tabuleiro tem versões online, mas perde na negociação. Sem ver o adversário, é difícil sentir a dúvida dele e o que ele precisa. É como um jogo de pôquer”, diz o gerente de jogos da Ludus.

Os segredos das melhores startups

As startups estão surgindo por todo o território brasileiro. Mesmo que o mercado ainda não seja assim tão extenso, estes negócios carregam consigo um elemento chave, transformando idéias em produtos e serviços melhores e, criando assim, seus próprios mercados.

Assim, quando falamos em “segredos” das melhores startups, não podemos deixar de citar que, certamente, entre os principais para o sucesso está a inovação. É notável o espaço que estes negócios conquistaram, tendo direito, inclusive a editais e programas específicos de incentivo, como o Startup-Brasil. As propostas únicas e inovadoras destas têm favorecido esse “boom”. Facilitar o dia a dia e torná-lo mais dinâmico é também um dos segredos das startups que crescem rumo ao sucesso.

A 99Taxis, por exemplo, é um aplicativo que foi criado para facilitar a vida dos taxistas e de seus usuários. A facilidade de ter um aplicativo pelo qual o indivíduo pudesse localizar o taxista mais próximo do local onde ele se encontra, receber todas as informações e histórico do profissional e aguardar poucos minutos pela sua chegada sem pagar nada a mais por isso é certamente um serviço inovador, uma verdadeira “mão na roda”.

Para se ter uma idéia, o app recebeu alguns milhões de investidores, que viram na startup as possibilidades de sucesso e crescimento baseados na mobilidade e na inovação. E tudo isso na palma da sua mão, feito por intermédio do smartphone.

Assim, o segredo para a criação de uma startup de sucesso certamente está em uma boa idéia, inovadora, validada e bem executada, que possa ser traduzida em um modelo de negócio viável, de uma forma que venha trazer benefícios ao seu público e facilitar os processos do dia-a-dia como um todo. É importante pensar no próximo e nos problemas cotidianos que possam ser solucionados através da inovação.

E agora que você já conhece quais são os principais ingredientes que levam ao desenvolvimento de uma startup de sucesso, o que você está esperando para colocar a sua própria em prática? É hora de tirar as idéias do papel. Afinal, sem execução, idéias são apenas idéias…

Profissionais que mandam bem sobre startup

Hoje em dia está super na moda as pessoas abrirem uma startup. Muitos profissionais estão deixando seus empregos em empresas tradicionais trabalhar nessas empresas nascentes e carregadas de inovação. Com um incentivo cada vez maior (seja por parte dos programas e editais governamentais, seja por parte de investidores dispostos a ajudar financeiramente e mentoreando estes novos negócios). E muitos profissionais têm mandado bem a frente desses negócios inovadores.

E nessa “trilha” em busca da inovação constante, além dos empreendedores das startups, as pessoas como um todo são beneficiadas nesse processo, pois tem acesso à produtos e serviços que vem facilitar suas vidas. E a cada dia, mais e mais soluções inovadoras estão sendo criadas.
Somente no Brasil, estima-se que existam mais de 10 empresas com esse perfil. Muitos eventos são realizados com o intuito de reunir empreendedores e demais interessados pelo assunto, favorecendo o networking e as parcerias, fazendo com que mais e mais profissionais se especializem em soluções inovadoras e criem novas startups.

Um case de sucesso no país é a Conta Azul, uma startup brasileira B2B (business to business), uma serviço completo de gestão financeira, permitindo o gerenciamento desde o estoque até os relatórios de faturamento.

Outro exemplo de sucesso na área são as startups que criaram APPs para táxi. Os profissionais por trás desta solução se deram muito bem porque, convenhamos, é difícil encontrar um taxi que lhe atenda na hora exata em que você precisa.

Os profissionais da Startup Easy Táxi pensaram exatamente nisso. E facilitaram a vida dos usuários ao criarem um aplicativo onde você pode chamar um táxi, onde você estiver. O taxista credenciado que estiver mais próximo responderá o seu chamado. É possível ainda acompanhar o taxi em tempo real por um mapa, desde o ponto de partida até a chegada até você.

Realmente, os profissionais de startups estão mandando bem, buscando soluções inovadoras e que facilitem cada vez mais o dia a dia das pessoas em todos os sentidos. Estes profissionais, como em todo negócio, buscam a estabilidade financeira permitindo a sobrevivência da empresa, porém, o lucro não é o objetivo principal, e sim inovar, resolver problemas e facilitar a vida das pessoas.

Startup como criar a sua

Os mais atuais aspirantes a empresários com certeza já ouviram o termo startup em algum momento de sua busca por informações sobre a viabilização de uma empresa. Esse novo método de criação empresarial não tem muitos moldes, muito menos uma receita certa. Pelo contrário, o estilo de empresa que nasce de um movimento de startup preza por novidades em todas as etapas que envolvem uma empresa: desde sua concepção até o momento em que o plano de negócios começa a ser colocado em prática.

Saber como criar uma startup é, na verdade, um tema que será importante a partir do momento em que várias outras questões estiverem resolvidas. Um consultor perguntaria: Qual será o produto ou serviço oferecidos pela empresa; qual será o formato dela; qual será a cultura empresarial dessa nova organização; como funcionará o sistema financeiro; quais serão as responsabilidades dos envolvidos – mas uma Startup pede algo mais ligado a paixão dos empreendedores que irão tocar a ideia, pois para uma ideia decolar e atingir milhões precisa antes do amor dos seus sócios.

Inicialmente, portanto, será preciso fazer uma análise aprofundada para entender sobre os conceitos de startup e perceber se o projeto da futura empresa está dentro das necessidades conceituais que dizem respeito a uma startup. Ao identificar algumas coisas pontuais que podem não ter relação direta com o modelo de startup, será possível fazer várias reformulações e modificações, para que uma empresa inédita possa sair do papel.

Planejar isso tudo geralmente pede por um plano de negócios. No entanto, principalmente quando o assunto é startup, já não se relaciona mais o plano de negócio a páginas e mais páginas de processos engessados. O ideal é encontrar a necessidade real de sua empresa e, se for o caso, o plano de negócios poderá se resumir a somente uma página e ser chamado de modelo de negócios, mas que seja consistente nas informações contidas, assim como nas possibilidades de tornar o negócio viável e possível dali em diante.

Por conta desse processo de planejamento e validação de uma ideia é que metodologias como: Lean Startup, Canvas do Modelo de Negócios, Design Thinking e outras ganharam mercado e são aplicadas no mundo inteiro. O Acelera Startups conecta essas técnicas e as direciona para que empreendedores possam estruturar suas ideias e validá-las no mercado.

Startup

Startup é uma empresa com um histórico operacional limitado, recém-criada ou em fase de desenvolvimento e pesquisa de mercados. O termo se tornou popular internacionalmente durante a bolha da internet, quando um grande número de empresas ponto com foram fundadas.

Uma empresa nova, até mesmo embrionária ou ainda em fase de constituição, que conta com projetos promissores, ligados à pesquisa, investigação e desenvolvimento de ideias inovadoras. Por ser jovem e estar implantando uma ideia no mercado, outra característica dela é possuir risco envolvido no negócio. Mas, apesar disso, são empreendimentos com baixos custos iniciais e são altamente escaláveis, ou seja, possuem uma expectativa de crescimento muito grande quando dão certo.

Elas são normalmente de base tecnológica, possuem espírito empreendedor e uma constante busca por um modelo de negócio inovador – ou seja, como transforma seu trabalho em dinheiro. Um exemplo é o modelo de negócios do Google que se baseia em cobrar por cada click nos anúncios mostrados nos resultados de busca. Outro exemplo seria o modelo de negócio de franquias: o franqueado paga royalties por uma marca, mas tem acesso a uma receita de sucesso com suporte do franquiador – e por isso aumenta suas chances de gerar lucro.

Acelera Startups lança jogo de cartas para popularizar técnicas de empreendedorismo

Aprender técnicas de empreendedorismo pode ser fácil e divertido. Essa é abordagem da Acelera Startups, que vem com uma novidade que facilita o aprendizado para os interessados em aplicar o conceito startup.

Durante a época conhecida como bolha da internet, entre 1996 e 2001 o termo startup começou a ser utilizado. Startup pode ser considerado um grupo de pessoas que trabalham com ideias diferentes e inovadoras em um modelo de negócio que atinge grande número de clientes e gera lucro em pouco tempo.

Por dentro do startup

O mercado de startup tem crescido significativamente no Brasil, cada vez é mais comum empreendedores investirem nessa técnica para iniciar um negócio. Com essa tendência, a ideia de um Workshop voltado para a aceleração de startups foi muito bem aceita no mercado, ainda mais baseado no Creative Commons, que é a entidade que facilita a utilização de obras protegidas por direitos autorais e permite que quem a está utilizando apenas cite a fonte. A empresa Acelera Startups promove workshop baseado neste conceito, e os empreendedores interessados ao participar encontram facilidade para tratar do assunto.

Acompanhando este movimento do mercado, a empresa Acelera Startups lançou um jogo de cartas para popularizar e facilitar as técnicas de empreendedorismo. Tudo isso graças a um professor e empreendedor, que motivado pelas ideias presentes em workshops, foi o responsável pela criação deste jogo que propõem ensinar técnicas de empreendedorismo. O jogo vai trabalhar com conteúdos das diversas metodologias conhecidas mundialmente para Acelerar Startups, como: Lean Startup, Canvas do Modelo de Negócio, Mapa da Empatia, Customer Development, Design Thinking, etc.

Os interessados a empreender e aplicar novas técnicas podem encontrar os cards no endereço:
http://acelerastartups.com/cards

Dicionário com os termos mais usados pelas Startups

O que é uma startup? Essa pergunta parece ter chamado a atenção da mídia e do público de uma hora para outra, mas na verdade é algo que vem sendo construído a bastante tempo e a definição mais próxima do que significa deve ser: Um grupo de pessoas à procura de um modelo de negócios repetível e escalável, trabalhando em condições de extrema incerteza.

Este termo traz consigo vários outros que aos poucos vão sendo traduzidos para o português e para quem atua na área é comum ouvir algo como:

Boostrapping
Bootstrap significa criar sua startup usando somente recursos próprios, sem recorrer a investidores externos. Se há alguma entrada de capital, ela vem dos primeiros clientes. Os bootstrappers costumam ser empreendedores com capacidade acima da média e experientes.

Saída
É quando um sócio, investidor ou empreendedor entrega seu percentual da empresa em troca de uma quantia de dinheiro e deixa a sociedade. Essa é a meta de quase todos que colocam dinheiro em negócios em fase inicial.

Lean startup
Lean, que significa enxuto, é um conceito de gestão que prioriza a eliminação de desperdícios. Para as startups, o conceito do americano Eric Ries deve transformar uma metodologia pensada originalmente para empresas de tecnologia em um método aplicável a qualquer empreendimento nascente. Não confunda com “barato”, ou seja, usar o mínimo de capital no projeto da startup.

Pivot
Pivot, ou pivotar em uma tradução livre para o português, significa redirecionar o modelo de negócios da empresa em busca de saídas mais lucrativas, mas mantendo a base para não perder a posição já conquistada.

Meetup
É um encontro informal em que os empreendedores têm a chance de falar sobre a sua ideia. Geralmente, as pessoas conversam de pé, para facilitar a circulação e o networking.

Sócio-capitalista
Diferente do investidor, o sócio-capitalista não gosta de correr riscos altos. Por isso, ele investe em modelos mais tradicionais e se envolve na gestão da empresa.

Aceleradoras
Apesar de semelhante às incubadoras em alguns aspectos, as aceleradoras são focadas em empresas que tenham um enorme potencial de crescimento. Em geral, são lideradas por empreendedores ou investidores experientes, usam capital privado e se baseiam em sessões de mentoring.

Venture capital
É o termo usado para todas as classes de investidores de risco. No Brasil, os fundos de venture capital investem entre R$ 2 milhões e R$ 10 milhões em empresas que já faturam alguns milhões.

Investidor-anjo
São pessoas que procuram empresas bem iniciantes – muitas vezes apenas uma ideia – e investem entre R$ 50 mil até R$ 500 mil em startups de conhecidos para vender sua parte a investidores maiores no futuro.

Pitch
O pitch é uma apresentação sumária de 3 a 5 minutos com objetivo de conquistar o interesse da outra parte (investidor ou cliente) pelo seu negócio. É uma ferramenta essencial para empreendedores conseguirem investimento para seu negócio.

Quer saber mais sobre o mundo das startups?
Criamos uma série, contendo eBook, dicionário, documentário e uma série de entrevistas com personalidades do setor no Brasil e no mundo, de R$ 97,00 por apenas R$ 47 é só clicar aqui e garantir a sua vaga.

Page 9 of 11

Desenvolvido em WordPress & Tema por Anders Norén