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Categoria: Empreendedorismo Page 2 of 13

aposentados sócios startups

O destino dos aposentados está cada vez mais longe do pijama e da televisão. Com a melhoria das condições de vida mudaram as perspectivas de futuro e aumentou a estimativa de vida. Quem chega à aposentadoria, atualmente, possui novos horizontes e pode tornar-se mentor, investidor e/ou sócio de uma startup.

É bem possível que esta seja a hora certa para se iniciar um novo empreendimento e há muitos exemplos de sucesso. Homens e mulheres aposentados podem ser sócios de startups. Estudos apontam que em 2010, 650 mil pessoas com idade acima de 60 anos, administravam uma empresa.

Geralmente a aposentadoria e a maturidade chegam na época em que os filhos já são independentes e as responsabilidades com a manutenção da família são menores. O aposentado tem a oportunidade de ser mais responsável por si mesmo, com liberdade para correr riscos em um novo rumo para sua vida, fazendo o que realmente gosta. Além disso, é possível energizar-se com a mentalidade de jovens ávidos por fazer acontecer que podem se beneficiar da calma e experiência de alguém que já viveu muitas das situações que irão acontecer nesse mundo novo repleto de aprendizados para ambas as partes e deixando mais clara a ideia de que aposentados podem ser sócios de startups!

O choque e benefícios que podem originar do encontro entre esses dois mundos é tão interessante que em 2015 o cinema lançou o filme “Um senhor estagiário” onde Jules Ostin (Anne Hathaway) é a criadora de um bem-sucedido site de venda de roupas que, apesar de ter apenas 18 meses, já tem mais de duas centenas de funcionários. Ela leva uma vida bastante atarefada, devido às exigências do cargo e ao fato de gostar de manter contato com o público. Quando sua empresa inicia um projeto de contratar idosos como estagiários, em uma tentativa de colocá-los de volta à ativa, cabe a ela trabalhar com o viúvo Ben Whittaker (Robert De Niro). Aos 70 anos, Ben leva uma vida monótona e vê o estágio como uma oportunidade de se reinventar. Por mais que enfrente o inevitável choque de gerações, logo ele conquista os colegas de trabalho e se aproxima cada vez mais de Jules, que passa a vê-lo como um amigo e mentor.

Essa fase da vida interpretada por Robert De Niro caracteriza-se pelo domínio do conhecimento, habilidade e atitude que distinguem os empreendedores e são muito valorizadas pelo mundo dos negócios. São qualidades que somente ocorrem em duas fases da vida. A primeira, quando o jovem é solteiro, na faixa dos 18 a 24 anos, e está cursando ou acabou de cursar a faculdade, um momento em que ele pode tomar iniciativas sem a responsabilidade familiar com dependentes. O segundo momento é justamente na maturidade, após a aposentadoria. Enquanto que o jovem possui a qualidade de possuir um alto nível de informação, o idoso conta com a experiência acumulada ao longo do tempo.

Depois dos 60 anos, o empreendedor em geral está interessado na realização pessoal. Se o indivíduo já possui certo patrimônio, quando inicia um empreendimento está movido pela busca da satisfação, que para ele é mais importante até mesmo do que o lucro. O que antes era hobby ou lazer nas horas vagas pode transformar-se em atividade profissional. Mais do que o interesse no consumo, a prioridade para o idoso, geralmente, é a realização e a felicidade. Se um aposentado procurou se atualizar sempre durante a vida, conta com muitas chances de sucesso em um novo negócio, pois estará somando a energia para buscar a própria realização com a experiência adquirida.

É importante que o aposentado tenha acesso aos conceitos do empreendedorismo e entenda a dinâmica de funcionamento das startups, pensando nesse público a Acelera Startups, criou o curso: Você sócio de startups!

O curso é online e se apresenta como um acelerador de resultados que ensina como usar a experiência do participante para tornar-se sócio de startups utilizando estratégias para você se destacar no ecossistema.

Para mais informações, inscreva-se em nossa Masterclass: Você sócio de Startups! Gratuitamente clicando aqui.

Como organizar uma ideia de negócio

Organizar uma ideia de negócio é algo fundamental para um empreendedor, o problema da mente inquieta não é ter ideias, é saber em qual delas investir foco e atenção, energia e dinheiro. A ideia nova parece sempre ser a melhor, a mais brilhante, a mais genial, afinal ela vem acompanhada do fator novidade, aquela energia e empolgação boa que surge junto com uma nova ideia, uma nova oportunidade, uma nova vontade de colocar em prática, todo um mundo de possibilidades…. Mas e quando esta fertilidade criativa dificulta o foco e concentração? Porque sabemos que o caminho percorrido por uma ideia desde seu momento “eureka” até que se concretize em ação é longe e nem sempre empolgante. Exige outras habilidade de disciplina, organização, planejamento… hábitos nem sempre tão empolgantes quanto o ímpeto criativo.

Dificuldades para organizar ideia de negócio

Alguns fatores complicam as coisas: a falta de objetivos claros, dificuldade de enxergarmos nossas prioridades e objetivos na vida e falta de planejamento como consequência são alguns exemplos das dificuldades para organizar uma ideia de negócio.

Aliados para organizar ideia de negócio

Tenho estudado diversas ações, técnicas, hábitos que podem ajudar a lidar com a falta de certeza, falta de objetivos e dificuldade de disciplina. Neste vídeo, compartilho o processo que criei usando os Cards Acelera Startups para cada uma das etapas da organização.

Acelera Startups | Organize sua ideia from tv.AceleraStartups.com on Vimeo.

Dizer a você Como organizar uma ideia de negócio pode soar um pouco prepotente, mas o nosso intuito não tem nada a ver com isso. Na verdade queremos apresentar a você uma opção prática e facilitar o seu trabalho de organização da sua ideia de negócio.

Claudio Brito

Claudio Brito é especializado em Marketing Digital pela Fecap-SP e em Dinâmica de Grupo pela SBDG, tem 19 anos de experiência e participou de treinamentos internacionais com mestres como Alexander Osterwalder, Steve Blank e Eric Ries. Foi selecionado pela Endeavor para o curso “Building a High Growth Business” em Babson, faculdade No. 1 em empreendedorismo nos EUA. No Brasil, participa ativamente do desenvolvimento do mercado inclusive organizando missões empresarias para o Vale do Silício onde apresenta empresas como Google, Apple e Evernotes. É facilitador do Empretec, palestrante e mentor de startups. Como empresário, mantém a Acelera Startups uma comunidade digital que já atingiu 20.000 empreendedores em 47 países.

Em seu site Claudio Brito tem postado diversas notícias, artigos e vídeos para ajudar empreendedores em diversos estágios de maturidade, confira alguns exemplos:

Na crise que descobrimos quem está nadando pelado

Warren buffet disse certa vez que “é na crise que descobrimos quem está nadando pelado” e essa frase nos traz dezenas de ensinamentos que podemos aplicar em qualquer negócio. Confira no link a seguir:
http://www.claudiobrito.com/na-crise-que-descobrimos-quem-esta-nadando-pelado/

Qual o principal ingrediente de um Negócio de Sucesso?

Como desenvolver o meu negócio e vender mais do que a concorrência? Criar um Negócio de Sucesso não é algo simples e tampouco rápido, porém existe um ingrediente capaz de criar algo fora de série e impactar os seus clientes de uma maneira jamais vista… Curioso para saber qual o ingrediente? Confira no link a seguir:
http://www.claudiobrito.com/principal-ingrediente-negocio-sucesso/

Sociedade empresarial – Qual o segredo das uniões que dão certo?

“Juntos seremos fortes, separados tombamos!” Essa foi a afirmação de um general romano ao se deparar com um grande exército inimigo à sua frente, em um momento que seus soldados pareciam dispersos e incapazes de formar uma resistência. Assim como esse militar, podemos buscar a criação de um grupo com intuito de proteção, ao nos sentirmos incapazes de lidar sozinhos com certos empreendimentos. Ou pelo desejo de expansão – seja em sua vida pessoal, ou no mundo corporativos. Confira no link a seguir:
http://www.claudiobrito.com/sociedade-empresarial-o-segredo-das-unioes-que-dao-certo/

Para conhecer mais detalhes do trabalho realizado por Claudio Brito siga para o endereço a seguir:
http://www.claudiobrito.com

mundo das startups

Mundo das Startups

O mundo das startups tem modificado por completo a forma de empreender e fazer novos negócios no mundo todo e sabendo da importância do tema para os empreendedores preparamos um post para tratar o tema de forma decente e ajudar você a dar os primeiros passos evitando boa parte dos espinhos. Vamos começar?

O que é uma startup?

Essa pergunta parece ter chamado a atenção da mídia e do público de uma hora para outra, mas na verdade é algo que vem sendo construído a bastante tempo no mundo das startups e a definição mais próxima do que significa deve ser: Um grupo de pessoas à procura de um modelo de negócios repetível e escalável, trabalhando em condições de extrema incerteza. Para deixar claro: Startup não é uma empresa apenas de tecnologia e na verdade quase qualquer negócio inovador dando os primeiros passos para encontrar um modelo de negócio sustentável e que possa escalar pode ser considerado uma startup.

O dicionário do mundo das startups

No mundo das startups informação é algo valioso e dominar um vocabulário básico que te permita participar de eventos e palestras sem pagar mico ajuda e muito, por isso, separamos alguns termos obrigatórios que você precisa conhecer no link a seguir:
http://www.acelerastartups.com/br/dicionario-com-os-termos-mais-usados-pelas-startups/

A jornada de uma startup no mundo das startups

Para validar e escalar o seu negócio a startup dá 9 passos, para detalhar eles criamos um gráfico simples de ser entendido e seguido, dá um confere:
A jornada de uma startup no mundo das startups

Eventos mais importantes no mundo das startups

Redes de contatos são importantes para quem está começando um negócio. Ter bons contatos com pessoas influentes no setor em que atua é algo que não deve ser negligenciado. Uma rede de contatos pode ajudar a alavancar os negócios, e ainda garantir conselheiros e mentores de peso para orientá-lo. No caso das startups, não faltam eventos e atividades para conectar os empreendedores à possíveis investidores, além da possibilidade de validar uma ideia, recrutar talentos ou conseguir um sócio. Confira a lista de eventos que você não pode perder:
http://www.acelerastartups.com/br/eventos-startup-deveria-ir/

Recursos e apps que você precisa conhecer do mundo das startups

O hub do empreendedor reuniu diversas empresas para apoiar o seu trabalho na hora de iniciar uma startup, confira no link abaixo a lista das maiores empresas de tecnologia do Brasil unidas para fazer seu negócio crescer:
http://www.hubdoempreendedor.com.br/

A dinâmica do mundo das startups

O mundo das Startups é muito amplo, repleto de casos de sucesso e de fracasso. Porém, fala-se muito pouco dos casos de fracasso, pelo menos no Brasil. Nos EUA é comum que empreendedores compartilhem seus fracassos, como forma de auxilio, apontando seus erros e permitindo o crescimetno mútuo. No Brasil, o fracasso é tido como algo vergonhoso, como uma derrota, fato cultural. Mas é preciso aprender com bons exemplos e fomentar na nossa cultura a ideia do fracasso como forma de experiência para crescimento e, principalmente, forma de testar seu produto e/ou serviço.

Erros comuns no mundo das startups

Um grande erro cometido por vários empreendedores é não conhecer seu público. E isso é fatal para uma startup. Não é porque seu projeto é web, que todos os usuários de internet serão seus clientes. Não é porque seu projeto de fastfood é inovador que todo consumidor de fastfood será seu cliente. É preciso ter isso em mente quando um projeto começa a ser rascunhado.

Startup Brasil

O Start-Up Brasil, Programa Nacional de Aceleração de Startups, é uma iniciativa do governo federal, criado pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) com gestão da Softex, em parceria com aceleradoras, para apoiar as empresas nascentes de base tecnológica, as startups.

As startups cumprem com a função de continuamente revitalizar o mercado, mas precisam de um ambiente propício para que se desenvolvam e tenham sucesso. A figura da aceleradora surge nesse contexto como um agente fortemente orientado ao mercado, geralmente de origem privada e com capacidade de investimento financeiro, que tem a função de direcionar e potencializar o desenvolvimento das startups.

O Start-Up Brasil integra o TI Maior, Programa Estratégico de Software e Serviços de TI, que por sua vez é uma das ações da Estratégia Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação (ENCTI), que elege as TICs entre os programas prioritários para impulsionar a economia brasileira.

Startups brasileiras

Criada pela Bizstart e mantida pela ABStartups o startupbase é a base de dados mais atualizada com as startups do Brasil todo, para consultar basta acessar o endereço: http://startupbase.abstartups.com.br

Startups de sucesso

Uma vez que o termo sucesso é algo relativo, ainda mais em um mercado extremamente competitivo e de valores estratosféricos como é o de startups dizer que essa ou aquela startup é uma startup de sucesso é difícil, mas se levarmos em conta que startup é uma empresa lutando pela sobrevivência e que o sucesso seria sobreviver a essa fase e virar uma empresa, temos muitos exemplos brasileiros que merecem esse título: Buscapé, Movile, Samba tech, RDStation, Edools, Easy Taxy, Boo-Box e iFood entre tantos outros.

Quer saber mais sobre o mundo das startups?
Criamos uma série, contendo eBook, dicionário, documentário e uma série de entrevistas com personalidades do setor no Brasil e no mundo, por apenas R$ 97 (ou 10x R$ 11,08) é só clicar aqui e garantir a sua vaga.

Conheça o nosso treinamento online completo para empreendedores com estratégias prontas para aplicar no seu negócio desenvolvidas pelos melhores, para os líderes de mercado.

Preciso de um mentor para a minha startup?

Um mentor de startup é uma pessoa experiente, conhecedor do ecossistema empreendedor, que pode ou não tornar-se sócio e/ou investidor-anjo das empresas que mentora.

Mentor de startups

Como funciona a mentoria?

A mentoria é uma prática comum nos Estados Unidos e deve ser periódica, um ponto muito importante dessa prática é que ela exige disponibilidade mínima de tempo do mentor escolhido.

Pensando em difundir mais a prática da mentoria no Brasil a Acelera Startups desenvolveu um treinamento para mentores em Parceria com a Global Mentoring Group, pois acreditamos que há muitas pessoas que tem experiência e podem ajudar diversas startups a se desenvolver, deixando um verdadeiro legado para a sociedade.

Porém, antes de pedir a qualquer executivo que seja o mentor da sua startup, tenha bastante claro quais são as habilidades que você precisa, elas variam muito de acordo com a perspectiva de cada empreendedor: o mentor vai abrir portas, vai trazer novas perspectivas dada a sua carga de experiência de mercado e conhecimento profundo sobre questões ligadas ao empreendedorismo.

Qual a função do mentor de startup?

A função do mentor de startup é auxiliar o desenvolvimento desta. Por isso ele irá auxiliar o novo empreendedor a verificar questões práticas do dia-a-dia do negócio, como analisar relações de causa e efeito em situações críticas, guiar a jornada, dar suporte, auxiliar no networking, e desafiá-lo.

O mentor deve ser capaz de tirar o time de empreendedores constantemente da sua zona de conforto. Sair do óbvio, simular hipóteses e enxergar outros caminhos; ele deve gastar energia para estimular os integrantes da equipe nesses pontos. Só assim a mentoria vale a pena.

Como conseguir o mentor ideal para a minha startup?

Normalmente, podemos encontrar um mentor de startup em atividades de “mentoring” realizadas em eventos de startups e empreendedorismo, ou ainda, se você já tiver um convívio mais próximo com alguém experiente do mercado e dentro da área da sua startup, pode ter esse contato quando for conveniente a ambos.

Na hora de definir o mentor para a sua startup, procure alguém que tenha alguma familiaridade com o seu projeto, essa pessoa tem que ter tido o mínimo de experiência no campo do seu interesse, tem que ter comprovado resultado, não precisa ser rico nem famoso, mas é importante ter alguns anos de experiência a mais que você.

O mentor da sua startup deve ser alguém que legitimamente queira te ver crescer e prosperar. “Às vezes, você vai atrás de grandes empresários que tiveram sucesso, mas com ego inflado ou atitude oportunista”.

Sem demonstrar capacidade, o mentor dificilmente vai querer se juntar a você. Por isso, é bom começar mostrando sua situação e indicando claramente os objetivos da parceria. “Mostre o modelo de negócios que está querendo desenvolver e saiba quais são os próximos passos que quer tomar. Precisa ter objetivos, dizer o que quer e ter algo para apresentar sobre o que pretende fazer”.

Critérios para considerar ao selecionar um mentor:

  • experiência do mentor no campo em que sua Startup atua.
  • certifique-se dos motivos do mentor em orientá-lo, pois ele deve ter a intenção de realmente levá-lo ao crescimento e acreditar na sua ideia.
  • disponibilidade física e mental por parte do mentor para aceitar esse compromisso com você.

Construa uma relação com o seu mentor

Grande parte dos mentores são muito ocupados, o que torna mais difícil a tarefa. Imagine quantos pedidos de mentoria um bom mentor recebe semanalmente. Como ele escolhe? Pela afinidade com a empresa? Por mais que gostem de apoiar o ecossistema, existe uma limitação física de tempo.

Por outro lado, imagine se ele recebe um empreendedor que não pede nada, mas oferece ajuda. Pesquisando sobre este mentor, descobrimos que ele participa de uma associação ou algo do gênero. Se ao invés de pedir ajuda, este empreendedor se oferece para ajudar nesta associação ou outro projeto que o mentor tem. Imagine o impacto e a diferença que isso vai ter em meio a milhares de pedidos idênticos? Legal! O mentor vai dizer sim e daí eu peço ajuda na primeira oportunidade, certo? Errado! Você está construindo uma relação, não é uma transação. Genuinamente se interesse em ajudar e apoiar. Quando for a hora, peça apoio ou este apoio vai ser oferecido para você.

Aposte na estratégia de construir relações, sem esperar nada em troca, dessa forma você pode obter muito mais do que apenas a mentoria, lembre-se que “Empresas vão e vem, assim como ideias. Relacionamentos e pessoas é o que fica.”

Antes de sair escrevendo e-mails pedindo mentoria ou investimento, pense nas pessoas com quem você está tentando se relacionar. Tenho certeza que o retorno será muito maior, profissional e pessoalmente. Pense em ser diferente, original e único. Crie sua assinatura pela forma como você se porta, se relaciona. E não tenha pressa. Por mais que você sinta que sua startup precisa de apoio urgente, foque em construir algo mais duradouro e não busque o retorno no curto prazo. Ajude e apoie sem pedir nada em troca.

É muito provável que as coisas aconteçam de forma orgânica e bons mentores apareçam para ajudar.

Mentor de startups

Seja sócio de uma startup compartilhando a sua experiência!

“O futuro não virá em ondas como no oceano virá como um tsunami” essa afirmação feita por Klaus Schwab fundador do Fórum Econômico Mundial durante o evento criado por ele mesmo nos dá uma prévia do que está por vir.

Nesse cenário surgem empresas com taxa de crescimento altíssimas e capazes não só de escrever o futuro previsto acima mas de criar fortunas no caminho, estamos falando das startups.

Porém, muitos confundem o termo startup com algo muito elitizado ou direcionado apenas ao mercado de tecnologia quando na verdade a oportunidade é muito maior e pode ser potencializada com a ajuda de um mentor, que pode ser você! Já pensou em compartilhar a sua experiência?

Mas o que são startups? E como um mentor trabalha? As startups são empresas em estágio inicial buscando um modelo de negócios que possa ser repetido e crescer muito rápido. E o mentor é alguém mais experiente que já passou pela jornada que será enfrentada pelo empreendedor iniciante (startupeiro) ou um executivo com a experiência necessária para levar o time da startup ao próximo nível.

Nesse mercado existem muitas oportunidades nascendo diariamente, pequenas idéias que com a ajuda de alguém mais experiente podem alcançar o mercado de forma mais ágil e gerar resultados muito rápidos sem precisar de altos investimentos e as vezes até sem nenhum investimento financeiro apenas com a doação de tempo você pode se tornar sócio de uma startup.

Porém é preciso preparo para você enxergar todas as possibilidades, entender esse mundo e saber como mentorar uma startup tirando o máximo proveito da oportunidade sem investir dinheiro do seu bolso ou investindo muito pouco.

Para os interessados nesse mercado desenvolvemos uma Masterclass: Você sócio de startups! Que você pode se inscrever gratuitamente aqui.

Sobre Claudio Brito

Claudio Brito é especializado em Marketing Digital pela Fecap-SP e em Dinâmica dos Grupos pela SBDG, tem 20 anos de experiência e participou de treinamentos internacionais com mestres como Alexander Osterwalder, Steve Blank e Eric Ries. Foi selecionado pela Endeavor para o curso “Building a High Growth Business” em Babson, faculdade No. 1 em empreendedorismo nos EUA. No Brasil, participa ativamente do desenvolvimento do mercado inclusive organizando missões empresarias para o Vale do Silício onde apresenta empresas como Google, Apple e Evernotes. É facilitador do Empretec, palestrante e mentor de startups. Como empresário, mantém a Acelera Startups uma comunidade digital que já atingiu 20.000 empreendedores em 47 países.

Lei traz nova proteção ao investimento anjo para startups

Sanção presidencial a Lei Complementar do Simples traz novo incentivo ao investimento anjo brasileiro pelo aumento da proteção ao investidor

 

O ecossistema de empreendedorismo de inovação brasileiro teve uma boa notícia nesta quinta-feira com a sanção presidencial da Lei Complementar que muda regras do regime especial de tributação do Simples Nacional e provê proteção para o Investidor anjo. A lei, em seus artigos 61-A, 61-B, 61-C e 61-D define estrutura de investimento anjo e de segurança jurídica para esta modalidade de aporte de capital. Pessoas físicas e jurídicas poderão fazer aportes de capital, mas não serão consideradas sócias, sem participação na gerência ou voto na administração da empresa. A vantagem & eacute; que esses investidores não responderão por qualquer dívida da empresa, inclusive em recuperação judicial. O capital terá que ficar investido na empresa por, no mínimo, dois anos, e no máximo, por sete anos.

Esta é uma resposta positiva a uma das maiores dificuldades encontradas por investidores anjo, que, por investir em empresas nascentes, correm um alto risco de perda do capital investido, mas não podem correr um risco adicional de serem penalizados por eventos de desconsideração de personalidade jurídica. Além disto, a lei possibilita a existência de incentivos fiscais a esta atividade, como ocorre em todo o mundo, já que o Investimento Anjo ajuda a criação e aumenta as chances de sucesso de empresas inovadoras, que são uma das melhores fontes de desenvolvimento para os países.

Outro benefício da Lei para os empreendedores é o não desenquadramento das empresas que recebam este aporte do Simples Nacional, como ocorria anteriormente, nem configura o investimento como receita tributável.

Cassio Spina, fundador e presidente da Anjos do Brasil, afirma “Esta Lei resolve um dos principais entraves para o crescimento do investimento anjo em startups, provendo segurança jurídica para investidores e consequentemente possibilitando o aumento do volume de capital disponível para as startups” e destaca a importância da colaboração das entidades participantes do ecossistema para a aprovação da Lei. Este projeto conta com o apoio fundamental do Sebrae, em especial pelo seu presidente Guilherme Afif Domingos, e do MDIC (Ministério da Industria, Comércio Exterior e Serviços), além da Abvcap (Associação Brasileira de Private Equity e Venture Capital), da ABRAII (Associação Brasileira de Empresas Aceleradoras de Inovação e Investimento), da Anprotec (Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos I novadores), do Conaje (Confederação Nacional dos Jovens Empresários) e do Dínamo (Movimento de articulação para Políticas Públicas).

O projeto desta lei teve contribuição fundamental do deputado federal Otavio Leite (PSDB-RJ), membro da Frente Parlamentar da Micro e Pequena Empresa e autor da emenda que que cria a figura do investidor anjo, que destaca “Isso vai permitir a ampliação da oferta de capital para empreendedores ligados a startups brasileiras. Com essa sanção, vamos dar um passo importante para que as startups tenham acesso a recursos, a financiamento e possam se dedicar a experimentos e inovações que gerem novos produtos. Fortalece o novo mercado, garantindo segurança jurídica para essas parcerias”.

 

Fonte: http://www.anjosdobrasil.net/

Currículo da educação básica poderá incluir empreendedorismo

A Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE) poderá votar, na reunião de terça-feira (13), o projeto que visa incluir o empreendedorismo nos currículos do ensino médio e dos anos finais do ensino fundamental. A proposta também introduz o estímulo ao empreendedorismo e à inovação como finalidade da educação superior.

O objetivo do senador José Agripino (DEM-RN), autor do PLS 772/2015, é tratar o empreendedorismo como tema transversal, como já acontece com os direitos humanos. Para o senador, é preciso promover o protagonismo dos alunos e estimular atitudes de criatividade, assertividade e busca da inovação. Ele explica que a educação para o empreendedorismo não tem a pretensão de tornar todas as crianças empresários, mas criar uma mentalidade empreendedora para a vida, o que serviria também para o setor público, o mundo artístico e o voluntariado.

A relatora, senadora Lídice da Mata (PSB-BA), deu voto favorável ao projeto e apresentou três emendas. A decisão da comissão é terminativa: se aprovado e não for apresentado recurso para votação em Plenário, o texto segue para a Câmara dos Deputados.

Pessoas com deficiência

A CE também analisará, em caráter terminativo, o projeto (PLS 208/2016) do presidente do colegiado, senador Romário (PSB-RJ), que torna obrigatórios o desenvolvimento e a implementação de programas, projetos e ações de atendimento educacional para jovens e adultos com deficiência .

A proposta determina que os sistemas de ensino deverão desenvolver e implementar esses programas em parceria com as famílias, por meio de uma articulação intersetorial entre órgãos e políticas públicas de saúde, assistência social e direitos humanos. O texto recebeu voto favorável do relator, senador Paulo Paim (PT-RS).

A diretriz defendida por Romário está hoje incluída como um dos mandamentos do Plano Nacional de Educação (PNE 2014-2024), mas o objetivo do senador é torná-la efetiva por meio de inclusão na Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB). Na justificativa, ele reforça que a inclusão educacional é uma das grandes bandeiras dos movimentos sociais ligados às pessoas com deficiência.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Empresa brasileira lança aluguel de painéis solares por R$ 19 ao mês

Já imaginou ter em casa energia solar contratada como se fosse TV por assinatura? É isso que a startup Renova Green vende a moradores de Curitiba (PR).

A possibilidade de os consumidores instalarem pequenos geradores de energia sustentável em suas residências para tentar reduzir o valor da fatura mensal já é permitida pela Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica). Porém o custo para ter esses equipamentos em casa é alto. A empresa enxergou aí o espaço para um novo serviço.

Em vez de vender os painéis para geração de energia solar, eles adotaram um sistema similar aos planos de TV por assinatura. O equipamento fica na casa do cliente e ele paga uma mensalidade de R$ 19,90. Também é preciso desembolsar a taxa de instalação dos equipamentos, de R$ 199.

 

Economia de cerca de R$ 40 na conta

Os painéis são colocados no teto da casa já com um conversor, ou seja, não é necessário espaço extra em casa para ter o equipamento. Conforme a luz do sol é absorvida, ela é transformada em eletricidade e vai direto para o quadro de luz. Em dias nublados, a captação pode ser menor.

Os dois sistemas – solar e elétrico tradicional – operam juntos. Se não houver sol suficiente, será consumida a energia elétrica. A mudança é automática.

O sistema gera, em média, 60 kWh por mês, garantindo uma economia na conta de cerca de R$ 40. Uma família de quatro pessoas gasta, em média, 200 kWh por mês nas regiões atendidas pela AES Eletropaulo.

Se o cliente quiser aumentar a economia, será necessário instalar mais placas solares. Se o consumo da casa for menor que a captação da energia solar, o que sobrar vira crédito para as próximas contas. O prazo para usar a diferença é de 5 anos, mas normalmente ela já é consumida no próximo mês.

 

Popularizar a energia solar

Reinaldo Cardoso de Lima Neto, co-fundador da start-up, diz que, antes da instalação, a distribuidora de energia local é avisada de que aquele consumidor terá geração própria. É preciso passar por uma aprovação e uma vistoria ao final do processo.

Segundo ele, além das casas, também podem adotar o sistema apartamentos com cobertura, pequenos comércios e condomínios. Nos condomínios, a geração de energia solar pode ser convertida para as áreas comuns.

“A ideia é popularizar a energia solar e baratear a energia elétrica”, afirma Neto.

Os painéis solares dos dez primeiros clientes em Curitiba devem ser instalados no começo de setembro. A expectativa é expandir para todo Estado do Paraná e para o país, mas a empresa não soube informar quando isso deve acontecer.

Fonte: http://eco4planet.com/blog/empresa-brasileira-lanca-aluguel-de-paineis-solares-por-r-19-ao-mes/

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