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No 1º Fórum de Startups, Afif conta como o Crescer sem Medo vai acelerar investimento no setor

O presidente do Sebrae, Guilherme Afif Domingos, participou do 1º Fórum de Startups da Fiesp, nesta quinta-feira (11/8). Ele falou, principalmente, sobre como o projeto Crescer Sem Medo vai melhorar o ambiente de negócios em que as startups brasileiras estão inseridas.

Ele deu ênfase à parte do projeto que regulamenta a figura do chamado investidor-anjo, que financia, com recursos próprios, empreendimentos em estágio inicial.

Atualmente o Crescer Sem Medo está na Câmara dos Deputados e deve ser votado no dia 23 de agosto, conforme adiantou o presidente da Casa, Rodrigo Maia, na última quarta-feira (10/8).

O Crescer sem Medo estabelece uma divisão clara entre o investidor e o operador da empresa, permitindo que uma startup continue no regime do Simples mesmo que receba grande aporte de recursos. Também reduz o risco do investidor em questões trabalhistas, por exemplo. “O investidor vai se preocupar apenas com o risco do negócio”, assinalou Afif durante o fórum, que foi realizado na sede da Fiesp, na capital paulista.

Ele ressaltou que o Sebrae tem acelerado os investimentos na área de startups e que o foco é ajudar os futuros empreendedores na área de gestão, para que as ideias se tornem negócios sustentáveis. “Atualmente, 1.200 startups são atendidas pelo Sebrae, com mais de cinco mil pessoas impactadas. São 40 projetos em execução, com investimentos de R$ 12 milhões”, revelou.

O 1º Fórum de Startups foi promovido pela Câmara de Comércio França-Brasil em parceria com a Fiesp, por meio do Comitê Acelera Fiesp (CAF) e do Comitê de Jovens Empreendedores (CJE). O objetivo é apresentar um mapa de oportunidades para as startups e promover um debate sobre a importância dos setores público e privado no desenvolvimento dessas empresas.

Comissão de Kassab avaliará projetos em Ciência e Inovação

O presidente em exercício Michel Temer assinou nesta terça-feira (26) um decreto que institui a Comissão de Acompanhamento de Projetos e Programas em Ciência, Tecnologia e Inovação. O grupo, que será integrado por representantes do governo e da comunidade acadêmica, ficará responsável por avaliar programas que atendam a demandas de competitividade e inovação.

A comissão será presidida pelo ministro da Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicações, Gilberto Kassab, que estabelecerá a composição dos integrantes. De acordo com o ministro, o grupo será “composto por [nomes] notáveis da comunidade [científica] e membros do ministério”, e a ideia é que o grupo articule atividades da pasta com suas entidades vinculadas, além de reforçar junto a comunidade o acompanhamento feito pelo Poder Público nessas áreas.

“Sua manifestação (a da comissão) será de extrema importância para a continuidade dos programas e projetos e até das vinculações das instituições com o governo. São recursos públicos expressivos envolvidos, e se há uma área que precisa disso é a de pesquisa e inovação”, disse. “Essa comissão externa a membros do governo apenas vai trazer mais eficiência no uso desses recursos. Ela foi criada agora pelo presidente e será um incentivo a todos parceiros, sabedores de que a partir de agora terão esse acompanhamento adicional além daquele que já existe”, acrescentou Kassab.

A portaria do Ministério da Fazenda fixou o valor do limite global anual para este ano das importações destinadas à pesquisa científica e tecnológica em US$ 290 milhões.

O governo decidiu também reconvocar o CCT – órgão de assessoramento superior do presidente da República para a formulação e implementação da política nacional de desenvolvimento científico e tecnológico. A reunião será marcada para agosto. O novo coordenador-geral da Secretaria do CCT, Cláudio Trinchão, ficará responsável pela interlocução com a comunidade científica. Já o secretário-executivo do MCTIC, Elton Zacarias, vai acompanhar os trabalhos da Casa Civil e instituir um grupo de trabalho para discutir uma minuta do decreto de regulamentação do Marco Legal, que passou por consulta pública de 9 de maio a 12 de junho.

Fontes: Casa Civil, Agência Brasil, TeleSíntese

10 simples itens para criar seu modelo de negócios (Canvas)

Como estruturar um negócio de modo simples, intuitivo e de fácil consulta?

Você não foi o primeiro a se fazer essa pergunta. Eu já me fiz e muitos outros antes de mim também o fizeram.

Uma das ferramentas que nasceram dessa poderosa pergunta foi o canvas – termo em inglês que significa quadro.  Exatamente como o nome diz, montaram esquemas divididos em categorias com formato geométrico de um retângulo.

Um dos mais conhecidos foi criado pelo suíço Alexander Osterwalder, de forma colaborativa com pessoas do mundo inteiro. O Canvas do Modelo de Negócios, como ficou conhecido ganhou o mundo pela forma simples como organiza um empreendimento do zero. Em nosso trabalho este quadro será a peça chave para estruturar a sua ideia e dar uma visão mais clara do negócio a ser montado.

Você pode fazê-lo por meio de um desses aplicativos|:

1. Canvanizer, ferramenta online e gratuita criada pela equipe do Alexander Osterwalder.

2. Sebrae Canvas, aplicativo criado pelo Sebrae disponível grátis para Android e iOs.

3. Business Model Fiddle, ferramenta em inglês online e grátis que permite a criação do canvas e outras ferramentas visuais como o mapa da empatia.

Ou utilizar nosso canvas personalizado (logo abaixo), junto a (1) notas auto-colantes, (2) canetas para cd e o próprio (3) canvas impresso, com as seguintes recomendações:

postit
(1) Recomendamos as notas auto colantes da 3M pois estas apesar de mais caras, tem maior qualidade e sua cola maior durabilidade.

canetaCD

(2) utilize as canetas de marcação para CD pois estas tem a tinta mais forte e possibilitam a visualização das anotações mesmo a distância.

canvas

(3) Apesar de existirem diversas variações do Canvas preferimos usar a versão original, que pode ser baixada em PDF aqui para posterior impressão.
Inicie o preenchimento do quadro na ordem que você achar mais adequada, com as seguintes observações:

Proposta de Valor

Que valor será entregue para o segmento de clientes? Quais são os problemas dos clientes que a empresa ajuda a resolver? Quais são os produtos e serviços que são entregues para cada segmento de clientes? Que necessidades dos clientes estão sendo satisfeitas?

Segmento de Clientes

Para quem está sendo criado valor? Quem são os clientes mais importantes?

Canais

Através de quais canais o segmento de clientes será alcançado? Como estão sendo alcançados hoje? Como os canais estão ligados entre si? Qual é o canal que funciona melhor? Qual é o canal que tem menor custo?

Relacionamento com Clientes

Que tipos de relacionamentos o segmento de clientes espera da empresa? Quais são os relacionamentos já estabelecidos hoje? Como estes relacionamentos estão integrados com outros aspectos do negócio? Quanto custam os relacionamentos existentes?

Recursos-Chave

Que recursos-chave a proposta de valor exige? E os canais de entrega? E os relacionamentos? E as fontes de receita?

Atividades-Chave

Que atividades-chave a proposta de valor exige? E os canais de entrega? E os relacionamentos? E as fontes de receita?

Antes que continuemos a leitura… Está gostando desse artigo e do material que estamos lhe entregando? Que tal então baixar também nosso livro com dicas excelentes para criar um negócio de sucesso?


 

Parceiros-Chave

Quem são os parceiros-chave? Quem são os fornecedores- chave? Que recurso-chave a empresa consegue dos parceiros-chave? Que atividades-chave os parceiros-chave exercem?

Fontes de Receita

Como você ganha dinheiro? Por qual valor o segmento de clientes está disposto a pagar? Pelo quê pagam atualmente? Como o segmento de clientes paga hoje? Como eles prefeririam pagar? Qual é a contribuiçãoo de cada fonte de receita para receita total?

Estrutura de Custo

Onde você investe o dinheiro do negócio? Quais são os custos mais importantes do modelo de negócios? Quais são os recursos-chave mais caros? Quais são as atividades-chave mais caras?

Inovação segundo o Manual de Oslo

Inovação segundo o Manual de Oslo, é a introdução de um bem ou serviço novo ou significativamente melhorado, no que se refere às suas características ou usos previstos, ou ainda, à implementação de métodos ou processos de produção, distribuição, marketing ou organizacionais novos ou significativamente melhorados.

Caso você queira se aprofundar ao tema e baixar o Manual de Oslo em PDF, basta clicar aqui.

Investimento Anjo no Brasil tem potencial de R$1.7 bilhões

Pesquisa da Anjos do Brasil traz o perfil de investidores anjo brasileiros.

O quarto Congresso de Investimento Anjo, promovido pela da Anjos do Brasil, divulgou os resultados atualizados de uma pesquisa sobre o perfil dos investidores anjo no país e perspectivas para o cenário 2016/2017. Os resultados desta pesquisa são fundamentais para demonstrar a evolução do investimento anjo nos últimos anos, em comparação com a pesquisa anterior realizada em 2014, demonstrando o amadurecimento do mercado, e ao mesmo tempo o impacto da crise econômica nas perspectivas.

Os principais resultados da pesquisa são:

Sexo: A predominância masculina ainda é quase absoluta, representada por 91% do sexo masculino, tendo apenas 9% do sexo feminino. Em comparação com a pesquisa realizada em 2014 quando apenas 5% eram representados por mulheres, a participação feminina quase dobrou em dois anos.

Idade: A idade média dos investidores anjo no País é de 47 anos, sendo a maioria (42%), abaixo dos 45 anos. Os investidores entre 45 a 54 anos somam 38% do total; e os anjos com idade acima de 55 anos somam 20%.

Atividade principal: A principal atividade dos investidores anjos é a de empresários (42% do total), seguida por: executivos (31%), profissionais liberais (7%), investidores e gestores de investimentos (19%);

Tempo de atuação como Investidor Anjo: Os investidores anjo atuam nesta atividade em média há 1,4 anos; 39% atuam há menos de 1 ano; 25% entre 1 e 2 anos; 17% entre 2 e 3 anos; 12% entre 3 e 5 anos; 7% investem há 5 anos ou mais.

Número de investimentos efetuados: 43% dos investidores anjos investiram em mais de um projeto. Apenas 21% investiram em apenas um projeto até a data. A média de investimentos já efetuados ficou em 2,7 projetos;

Montante investido: cada investidor anjo aplicou uma média de R$ 208.426 mil em projetos de startups inovadoras;

Interesses: A pesquisa também levantou os setores de interesse dos investidores. Cerca de 52% dos entrevistados responderam ter interesse na área de TI; 36% em aplicativos para smartphones; 43% em saúde/biotecnologia; 41% em educação; 36% em e-commerce; 37% em energia; 27% em entretenimento e indústria; e 23% em outros setores. Os investidores pesquisados puderam indicar mais de um setor de interesse.

Intenção de investimento nos próximos 2 anos: a quantidade média de investimentos pretendidos nos próximos dois anos é de 4 investimentos, quase o dobro do apurado (2,1 investimentos) na pesquisa em 2014. Sendo que 59% dos investidores pretendem investir entre 2 e 4 projetos; 11% em apenas 1; 21% acima de 5 e 9% em nenhum.

Potencial de investimento: Ao final de 2015, foram contabilizados 7.260 investidores anjos no país, com uma previsão de crescimento de 4% ao ano. Todos esses investidores somam uma intenção de investimentos, para o cenário 2016/2017, de R$234 mil, resultando num total de R$ 1,7 bilhões investidos em startups nesse mesmo período, uma queda significativa com relação a pesquisa de 2014, aonde o potencial indicado chegava a R$ 2,9 bilhões

Se a situação econômica do país influência na decisão de investir: Quando perguntados, 44% responderam que não; 48% responderam que em termos; e 8% disseram que sim.

Conclusões

A pesquisa revela um amadurecimento dos investidores, com um número maior de investidores experientes, tendo mais projetos já investidos e uma previsão superior de investimento.

Apesar de ainda termos perspectiva de crescimento no investimento anjo brasileiro, a crise econômica demonstra ter um impacto na desaceleração desta atividade. São necessários estímulos para que o investimento anjo atinja seu potencial de incentivo e capitalização para startups inovadoras.

Segundo Cassio Spina, fundador e presidente da Anjos do Brasil, “O investimento anjo é um elemento essencial para construção de negócios inovadores, conforme apontado em estudo pela OCDE, assim, sendo extremamente relevante para reversão da situação econômica do Brasil, sendo necessário que todos agentes de governo dediquem atenção para que mais investidores sejam estimulados a aplicar seu capital em startups”.

Para investidores anjos ativos, a participação em redes de investidores é muito importante, tanto pelo contato com outros investidores e com o ecossistema como para encontrar bons projetos para investir.

 

Fonte: http://blog.anjosdobrasil.net/2016/07/investimento-anjo-no-brasil-tem.html?m=1

ACELERA STARTUPS PROMOVE BRASIL EMPREENDEDORISMO 2016

Estratégias prontas para aplicar no seu negócio em 5 dias com os melhores do mercado

São Paulo, julho de 2016 – A Acelera Startups, maior escola de startups do Brasil, lança a segunda edição do Brasil Empreendedorismo, evento online e gratuito com a participação de 50 especialistas do segmento. Entre as atividades estão palestras, entrevistas e minicursos sobre empreendedorismo e assuntos que envolvem finanças, comunicação, tecnologia, coaching, além de depoimentos de grandes nomes do setor.

“O empreendedorismo vem crescendo muito no país, ainda mais em um momento de crise. Mas o empreendedor precisa estar preparado para lidar com diferentes temas, que vão desde redes sociais até finanças. O Brasil Empreendedorismo 2016 foi planejado justamente para trazer um panorama completo sobre o setor, oferecendo uma grande oportunidade para aprender e conhecer na prática a experiência de quem já criou e consolidou seu próprio negócio”, explica Cláudio Brito, CEO da Acelera Startups.

No ano passado, o Brasil Empreendedorismo alcançou 13 mil pessoas, de 47 países diferentes. Neste ano, a ideia é contar com aproximadamente 20.000 inscritos. Para isso, o evento receberá palestras de Rosalinda Picard (Empatica), Michel Smit (Energy Floors), Christian Barbosa (Investidor anjo) e outros nomes nacionais e internacionais.
A edição deste ano também contará com um módulo voltado para negócios sociais, ou seja, projetos que combinam empreendedorismo com impacto positivo à comunidade. As atividades com essa temática serão disponibilizadas gratuitamente pela Acelera Startups mesmo depois do evento.

“Promover esse conteúdo sem custos foi a nossa forma de ajudar a todos que desejam empreender seguindo os princípios dos negócios sociais definidos por Muhammad Yunus, grande referência no setor. Ao mesmo tempo que fomentamos o empreendedorismo, também abrimos uma porta para gerar um impacto real à sociedade”, finaliza Cláudio.
O Brasil Empreendedorismo acontece entre os dias 8 e 12 de agosto, totalmente online. As inscrições gratuitas podem ser realizadas aqui:
www.brasilempreendedorismo.com.br

Sobre a Acelera Startups
A Acelera Startups é a maior escola online de startups do Brasil, com um acervo de mais de 300 tipos de conteúdo produzidos por sua equipe interna. Além de uma plataforma de ensino, a empresa também oferece workshops, consultorias e é responsável pela organização do Brasil Empreendedorismo, evento online para empreendedores.

Senado aprova inclusão do empreendedorismo em currículo escolar

A Comissão de Educação, Cultura e Esporte do Senado Federal aprovou, na terça-feira, 12 de julho, o projeto que muda a Lei das Diretrizes e Bases de Educação para prever, também, o estudo do empreendedorismo nos currículos dos ensinos fundamental e médio, bem como na educação superior. O texto teve decisão terminativa e seguirá diretamente para análise da Câmara dos Deputados.

A proposta é desenvolver um ensino mais criativo e formar pessoas com mais iniciativa. Com a inserção, jovens trabalharão habilidades e estratégias para planejamento, construção e gerenciamento de projetos e empresas. O empreendedorismo será estudado, a partir do 6º ano do ensino fundamental, de forma transversal, ou seja, dentro das matérias que já fazem parte da grade curricular. Já nas universidades, o objetivo é integrar os conhecimentos técnicos e científicos com o mundo do trabalho e da produção.

Saiba mais sobre o Projeto de Lei do Senado (PLS) 772/2015.

Prêmio Jovem Empreendedor
No dia seguinte, 13 de julho, foi aprovada a criação do Prêmio Jovem Empreendedor, que será concebido anualmente pelo Senado a cinco estudantes e jovens empreendedores. Além disso, uma entidade que tenha se destacado na iniciativa privada ou por relação ao empreendedorismo também será premiada.

Os candidatos serão indicados pelos senadores e deverão ter entre 15 e 29 anos. O Conselho do Prêmio Jovem Empreendedor, composto por representantes dos partidos políticos com assento no Senado, em mandato de dois anos, vai definir o vencedor.

Saiba mais sobre o Projeto de Resolução do Senado (PRS) 14/2014.

Fonte: Sistema Mineiro de Inovação

Negócio de sucesso

banco-ideias

Para quem ainda não tem o próprio negócio, é difícil tomar o primeiro passo e empreender. Isso acontece por várias razões. E uma das mais fortes, se não a pior, é ter pouco dinheiro. Afinal, como fazer pequenas economias se transformarem em uma grande riqueza? Parece difícil, mas é possível. E há até um termo em inglês, usado para quem empreende sem recursos externos: bootstrapping.

O americano Zach Cutler foi um dos empreendedores que toparam o desafio de empreender com um capital inicial baixo. Em 2009, ele criou a Cutler PR, uma empresa de relações públicas que tem uma carteira de 70 clientes, a maioria deles do setor de tecnologia. Para abrir a agência, o americano gastou US$ 200 e fundou um negócio de sucesso.

Em reportagem publicada no site da revista “Entrepreneur”, Cutler listou os fatores para montar um negócio de sucesso. Confira:

1. Peça ajuda a seus contatos
Empresas com dinheiro podem pagar para colocar um comercial no horário nobre da televisão aberta. E quem não tem dinheiro deve atrair consumidores de outra forma ou não sobreviverá. Como seus US$ 200 não comprariam nem folhetos de divulgação, Cutler conseguiu reuniões com três eventuais clientes: ele havia trabalhado na primeira, um parente era funcionário da segunda e um amigo o conectou ao dono da terceira. Ele conseguiu fechar contrato com as três.

Ter trabalhado ou conhecido pessoas ligadas a seus primeiros clientes ajudaram bastante. Posteriormente, parceiros foram indicando o trabalho dele a outras empresas. E assim, a Cutler PR foi crescendo. Quando for empreender, fale com seus amigos, empregadores e familiares. Eles poderão te ajudar. Se você não tiver êxito, mexa-se para criar sua própria rede de contatos. Pesquise quem poderia trabalhar com você e “bata na porta” deles.

2. Seja um “faz-tudo”
Ao abrir sua empresa, é preciso organizar as finanças, lidar com a insatisfação de funcionários, vender produtos ou serviços, participar de reuniões, fazer apresentações e gerenciar redes sociais, entre inúmeras coisas mais. E, muito provavelmente, sua empresa não terá dinheiro para contratar especialistas em todas essas áreas. Você vai ter que “se virar” para cuidar de tudo isso. Cutler afirma que, sem vontade de aprender coisas novas e de realizar tarefas difíceis, é muito provável que um empreendedor fracasse antes de ter um negócio de sucesso.

3. Procure ajuda
Tenha humildade e reconheça que não sabe de tudo. Por isso, esteja disposto a pedir ajuda. Cutler recomenda que você procure mentores, fale com professores, busque ajuda com especialistas, pesquise na internet e leia muito.

4. Faça diferente
A maior parte dos empreendedores busca negócios disruptivos, que nunca foram concebidos por ninguém. Isso quase sempre não acontece. E não é necessário, segundo Cutler. O que importa é ser melhor que a concorrência. A forma mais básica de diferenciação é o preço. Quanto menor, melhor. Além disso, seu produto ou serviço deve ser o melhor – ou, ao menos, oferecer o melhor custo-benefício do mercado, de acordo com o americano.

Brasil recebe primeira faculdade com diploma válido fora do país, na área de Economia Criativa

Para CEO da Escola Britânica de Artes Criativas, setor que já contribui 2,8% do PIB ainda tem muito potencial no país e pode representar o dobro disso.

Está prevista para o dia 30 deste mês a finalização da obra que promete abrigar uma revolução na educação criativa do Brasil: a Escola Britânica de Artes Criativas (EBAC), que está sendo construída no coração da Vila Madalena para formar profissionais em áreas da chamada Economia Criativa.

Com parceria com a Universidade de Hertfordshire, em Londres, a instalação abrigará uma graduação com padrão da instituição inglesa, que oferece diploma aceito internacionalmente (sem a necessidade de pedir validação posterior), além de cursos técnicos e preparatórios. Há grades curriculares em áreas de Design, Ilustração, Animação, Direção de Arte e os inéditos do Brasil Visualização de Projetos de Arquitetura e Desenvolvimento de Aplicativos para Dispositivos Móveis.

De acordo com Maurício Tortosa, diretor-presidente da EBAC, um dos maiores problemas das graduações na área criativa do Brasil é a falta de preparação para o mercado de trabalho. “Aqui a formação é muito generalista. Eu por exemplo, fui trabalhar na WMnCann um pouco antes de me formar, mas só consegui sentir realmente como era o mercado com dois anos de experiência na empresa. [No Brasil] a gente só aprende mesmo prática”, comentou o executivo em entrevista ao InfoMoney na sede da Escola em construção.

Mercado

Embora a Economia Criativa represente 2,8% do PIB segundo o IBGE, Maurício acredita com base em sua experiência internacional, que existe a possibilidade de praticamente dobrar este número. “No Reino Unido, que descobrimos ter o melhor benchmark do mundo nessa área, esse setor corresponde a 5,2% do PIB empregando 1,8 milhão de pessoas, em um país que é praticamente do tamanho do estado de São Paulo”. Em 2013, o último cálculo, a população do Reino Unido era de 64,1 milhões de pessoas, pouco maior que um quarto da brasileira, de 200,4 milhões.

Formalmente, a economia criativa emprega 1 milhão de brasileiros – mas isso está longe de representar a realidade deste mercado. Em meio a trabalhos de freelancers e contratos feitos em nome de Pessoas Jurídicas, Maurício acredita que haja mais de 2 milhões de pessoas trabalhando nas mesmas áreas informalmente.

Mudanças neste cenário de contratação, segundo as pesquisas do executivo, viriam apenas após melhorias, a nível nacional, em quatro aspectos específicos: organização das estatísticas deste mercado, mostrando abertamente os números formais e informais; políticas públicas de desoneração de instituições voltadas à economia criativa; investimento em escolas especializadas; e vínculo forte com a indústria.

Processo seletivo e preços

Estudar na EBAC não é necessariamente para qualquer um. Além da inscrição e de teste de admissão, todos os candidatos aos cursos passarão por entrevistas realizadas pessoalmente por pessoas qualificadas da equipe da instituição. No caso dos cursos de graduação, como as aulas são ministradas em inglês por professores estrangeiros, é necessário comprovar proficiência na língua.

Com inscrições já abertas, os cursos técnicos, que começam a ser ministrados a partir do semestre que vem, têm duração de dois anos, aulas em português e custo toal de R$ 21.600,00. A graduação terá início em fevereiro de 2017, com o chamado “Foundation” – um ano de curso básico que antecede a especialidade escolhida propriamente dita. Em fevereiro de 2018 passam a ser ministradas as aulas de bacharelado propriamente ditas.

As expectativas de Maurício não são baixas: já em 2016, a escola pretende operar com 400 alunos, número que deve crescer para 900 em 2017 e subir progressivamente até atingir a capacidade de 3.500 em 2021. Interessados podem encontrar todas as informações no site http://ebac.art.br/

Fonte: http://www.infomoney.com.br/carreira/educacao/noticia/5070034/brasil-recebe-primeira-faculdade-com-diploma-valido-fora-pais-area

74% das startups brasileiras fecham após cinco anos.

74% das startups brasileiras fecham após cinco anos, diz estudo, o maior motivo?

Briga entre sócios e não oferecer uma proposta que ‘converse’ com o mercado.

 

Empreender é uma tarefa árdua, mas pode trazer uma série de benefícios que incluem ter um controle maior sobre a carreira, trabalhar com o que gosta ou encarar novos desafios profissionais. O caminho exige disciplina, foco, às vezes sorte, e investimento. Mas nem sempre dá certo. Estudo realizado pela aceleradora Startup Farm aponta que 74% das startups brasileiras fecham após cinco anos de existência e 18% delas antes mesmo de completar dois anos. E o motivo não é majoritariamente falta de aporte ou de investimento. “As principais causas são conflitos entre os sócios e o desalinhamento entre a proposta de valor e o interesse do mercado”, diz Igor Mascarenhas, diretor de investimentos da Farm.VC, área da StartupFarm responsável pelo acompanhamento da evolução das startups. O estudo abrange cerca de 30% das startups aceleradas no Brasil desde 2011. Foram analisados 191 negócios.

O estudo também mostra que, dentro do cenário brasileiro, as startups B2B têm maior facilidade e rapidez na hora de gerar caixa e obter receita. Essas startups atuam com transações de produtos e serviços para empresas – e não para o consumidor final (caso das B2C).

No Brasil, contudo, o modelo B2B sempre foi maior em termos de números de negócio e de preferência pelos empreendedores. “As startups focadas no B2C sempre geraram desejo, pois foi o modelo adotado pelos grandes cases mundiais, como Facebook, Google e Airbnb. É tambem mais fácil encontrar – e se propor a resolver – problemas vinculados a pessoas físicas”, diz Mascarenhas. O problema é que elas demoram mais tempo para construir uma base de consumidores e, por consequência, monetizar seu negócio. “Essas empresas também precisam de um volume de investimentos muito maior, o que dificulta o crescimento.”

É por este motivo que as B2B vêm crescendo nos últimos anos (confira o gráfico abaixo). Em 2014, segundo o estudo da StartupFarm, havia três vezes mais B2B do que B2C. “Também estamos vendo, em 2016, muitos executivos do alto escalão saindo das empresas para empreender em modelos B2B”, diz Mascarenhas.

Público-alvo                 2011           2012         2013       2014         2015          2016
B2C                                44.74%      30.91%    50%        21.43%     27.59%      14.29%
B2B                                31.58%      34.55%    33.33%   64.29%    37.93%      50%
Modeloshíbridos       23.68%     34,54%   16,67%    14,28%     34,48%     35,71%
Fonte: StartupFarm

Visão estratégica do negócio em termos financeiros, contudo, é algo que afeta a grande maioria das startups no país. Mascarenhas explica que o mercado brasileiro “ficou viciado” em criar negócios com modelos mais simples de cobrança, como mensalidade por uso. Mas que não funcionam como única forma de monetização. É específico e adequado apenas a determinados negócios. É preciso, portanto, estar aberto a novas opções. “A conta de luz, por exemplo, tem um modelo de receita que varia de acordo com o uso. Já o Netflix cobra por mensalidade, mas poderia cobrar por filme assistido ou royalties”, diz.

Artigo publicado originalmente em: http://epocanegocios.globo.com/Empreendedorismo/noticia/2016/07/74-das-startups-brasileiras-fecham-apos-cinco-anos-diz-estudo.html

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