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Um dos e-mails mais tradicionais que tenho recebido nos últimos dias, por lidar com Empreendedorismo e Inovação de Alto Impacto (Startups) é justamente – Tenho uma ótima ideia e estou atrás de investidor.
Se você pensar apenas por ai está certo – Ora, quem tem uma ideia muito boa pode muito bem procurar um investidor, afinal ele(a) justamente quer encontrar essas oportunidades promissoras.
O que tem sido muito errado é a razão que leva a essa busca.
“UM INVESTIDOR NÃO O FIM DA JORNADA É APENAS O COMEÇO DE UMA CAMINHADA AINDA MAIOR.”
O QUE É VISTO E O QUE ACONTECE
É comum as pessoas verem na mídia – “Startup X recebe tantos milhões em aporte.” E graças ao movimento empreendedor que cresce a passos rápidos, isso tende a aumentar (Wow isso é magnifico).
Que bacana isso acontecer, alguém está mandando muito bem e com uma grana vai poder andar mais rápido em direção a objetivos ainda maiores. Mas, certamente aumentam responsabilidades, trabalho e tantas outras coisas… E esses “detalhes” as pessoas tendem a esquecer.
Você agora tem o peso de ter um investimento, claro que também se o investidor for engajado tem muita ajuda, mas existe uma responsabilidade grande em fazer aquilo dar certo. Estão apostando em você.
O nível de gerenciamento e atitudes passam a ser exigidos em maior qualidade, afinal o jogo fica maior e mais complexo, muitas vezes até equipes precisam mudar porque nessa nova realidade tem profissionais que não se adequam.
O que certamente não acontece – Você ganhou dinheiro, cruze os braços compre coisas para sua empresa e para você!
PODE PARECER IDIOTA
E realmente é completamente besta esse pensamento. No entanto, é assustador a quantidade de pessoas que pensam dessa forma. Claro que elas não falam assim tão descaradamente, pelo menos a maioria, tem alguns que até falam, mas em suma o entendimento é tenho dinheiro e agora tudo vai ficar tranquilo e terei uma vida maravilhosa graças a minha super ideia.
As pessoas estão muitas vezes na expectativa de começar um negócio já de olho no investidor por acreditar que é o fim da linha. Uma grana que entra pela sua ideia…
Talvez a confusão seja com a venda da ideia – Ok, entendo que aí você tem a grana e pode fazer outras coisas.
Porém para chegar a esse ponto de alguém querer comprar:
1 – Não é mais uma ideia e sim uma ótima empresa. Ninguém compra apenas ideia. E até lá muito trabalho pesado existe,
2 – Muitas vezes você ainda precisa continuar um tempo para fazer a adaptação aos próximos gestores do negócio.
“IDEIAS SÓ PODEM SER VENDIDAS QUANDO TIVEREM SE TORNADO NEGÓCIOS.”
Existe esse podcast que fala um pouco sobre isso – A ideia é apenas um ponto de partida.
ALGUNS TOQUES IMPORTANTES PARA SABER
Você começar um negócio com a missão de vende-lo no final das contas não é errado. Muita gente faz isso, e faz muito bem por sinal. O importante é entender exatamente o que você quer e com quem você está buscando isso.
Investidores(as) tem por objetivo alavancar aquilo que você está fazendo. Eles trazem não só capital:
Conexões – contatos importantes que podem lhe ajudar a modelar o seu negócio ou atrair novos clientes,
Experiências – vários problemas e situações já foram vistas por eles(as) que podem apontar boas diretrizes.
Portanto, não são um monte de dinheiro apenas para pegar, os bons tem muitas coisas bacanas para lhe ajudar.
Falava com o grande amigo João Kepler, eleito o melhor do Brasil e ele me contava o quanto ainda existe falta de conhecimento dessa relação por ambos os lados, até os investidores ainda precisam aprender muito dessa nova relação com empreendedores de Startups.
Deixando extremamente claro – buscar investimento é para você crescer, evoluir, melhorar, não é para cruzar os braços e deixar de trabalhar, na real é ralar ainda mais.
Ele não deve ser o salvador da pátria que tudo apenas pode existir se ele entrar. Buscar investimento é uma decisão extremamente séria e deve ser tomada com bastante analise e cuidado, entendendo exatamente – Por que estamos buscando investimento agora?
Apenas não esqueça:
INVESTIDORES SÃO UM MEIO E NÃO UM FIM.
Este vídeo complementa a ideia deste artigo, pois apresenta a vantagem de empreender sem grana –

Algo extremamente sci-fi acabou de se tornar realidade! Cientistas descobriram como fazer upload de conhecimento aleatório e sequencial para a mente humana com computadores!

FAZER UPLOAD DE CONHECIMENTO PARA VOCÊ SE TORNA POSSÍVEL

Os cientistas acreditam que em breve será possível upar conhecimento diretamente em seu cérebro, assim como em Matrix. Um simulador foi revelado por pesquisadores que visa colocar as informações diretamente no cérebro de uma pessoa permitindo-lhes dominar novas habilidades em um período extremamente curto. Isso poderia muito bem mudar o que sabemos da mente humana e da saúde mental. No filme ‘Matrix’ o protagonista Neo pode aprender kung fu em meros segundos enquanto o estilo de luta é ‘carregado’ direto para o cérebro, sem quaisquer efeitos adversos, sendo encontrado com ele fisicamente ou mentalmente.

Cientistas da HRL Laboratories da Califórnia, afirmam ter descoberto uma maneira de amplificar como o cérebro aprende em um nível ligeiramente inferior. O estudo em questão, publicado na revista Frontiers in Neuroscience Human, descobriu que os indivíduos que receberam a estimulação cerebral através de eletrodos incorporados na cabeça melhoraram suas habilidades de pilotagem e aprenderam a tarefa 33 por cento melhor em geral. Descobriu-se que quando algo é aprendido, seu cérebro muda fisicamente. As conexões são feitas e reforçadas através de um processo engenhoso o que esses cientistas estão chamando de neuro-plasticidade. O método parece ter sido usado em torno de séculos e segundo historiadores, os antigos egípcios que viveram há 4.000 anos utilizaram peixes elétricos conhecido como enguias para estimular e reduzir a dor. Um dos pais fundadores dos Estados Unidos da América, Benjamin Franklin tinha tentado usar o domínio da eletricidade para realizar investigação científica visando melhor entender o funcionamento da mente humana.

Confira o vídeo:

Fonte: http://www.mundoamazonia.com.br/arquivos/cientistas-descobrem-como-fazer-upload-de-conhecimento-rapidamente-para-o-cerebro-humano/

Pouco investimento

O fomento à inovação no Brasil está abaixo da média mundial e precisa ser ampliado, de acordo com Alexandre Motta, do CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico) durante encontro promovido pelo IBICT (Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia).

O coordenador destacou que o volume de investimentos no Brasil varia de 0,3% a 0,55% do Produto Interno Bruto (PIB), enquanto em outros países emergentes fica entre 1% e 2,5%.

Já nos países desenvolvidos, o investimento em pesquisa e inovação alcança 2% do PIB.

Alexandre apresentou os resultados dos programas CI-Brasil e Startup Brasil, que dão apoio a empresas na área de inovação tecnológica.

Segundo ele, o Startup Brasil, criado em 2013 e que atua em parceria com empresas privadas, as aceleradoras, ajudou no sucesso das startups selecionadas. Até hoje, o programa já apoiou 183 empresas emergentes, sendo que 135 ainda estão funcionando.

Alexandre defendeu que o Brasil precisa de pesquisadores com perfil de empresários: “Hoje, 50% do fomento público para pesquisa e desenvolvimento é para a área de humanas. O Brasil precisa desenvolver engenharia.”

Dinheiro próprio

O presidente da Associação de Startups e Empreendedores Digitais (Asteps), Hugo Giallanza, que também participou do encontro, ressaltou o papel das incubadoras e aceleradoras para a sobrevivência das empresas emergentes, para as quais o índice de mortalidade é muito alto – de cada 100, apenas 1 sobrevive.

As incubadoras ajudam os novos empreendedores a entender e a inserir seus produtos no mercado, afirmou.

Giallanza ponderou ainda que o fomento público é essencial, mas as empresas emergentes não podem ficar dependentes desse recurso: “Tem de começar com dinheiro próprio e tentar sobreviver e validar o negócio, para depois ir em busca de apoio. A maior riqueza das startups são as pessoas.”

Fonte: MCTIC

Uma empresa norte-americana desenvolveu um aparelho que pode ser a solução discreta para quem sofre de apneia do sono e com ronco. Batizado de Airing, o respirador minúsculo possui dois potentes microventiladores, que têm a mesma potência das incômodas máscaras de oxigênio utilizadas atualmente.

O produto também chama atenção por suas dimensões: tem apenas 5×3 cm e pesa 25 gramas. A única má notícia é que a bateria do aparelho tem duração apenas de 8 horas e não possui um sistema de recarga, o que o torna descartável.
Para poder viabilizar a produção do Airing, a startup com sede no estado de Massachusetts (EUA), lançou uma campanha de financiamento coletivo que fez o maior sucesso. A empresa arrecadou mais de US$ 1,6 milhão — 896% acima do prevista.

A ideia é que o produto esteja no mercado a partir de junho de 2017. Por ser descartável, ele deve custar cerca de US$ 3 (R$ 11).

Mais informações: www.fundairing.com

Dos setores estratégicos para a defesa nacional, três – espacial, cibernético e nuclear – contam com programas e ações específicas do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações.

A área da defesa ganhou destaque com a reestruturação do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), afirmou nesta quinta-feira (1º) o secretário de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação, Alvaro Prata.

Ele falou na abertura da 17ª Reunião sobre Projetos de Ciência, Tecnologia e Inovação de Interesse da Defesa (Repid). No encontro, Prata apresentou às Forças Armadas a nova estrutura do ministério e detalhou os principais projetos desenvolvidos na área da defesa.

De acordo com Prata, os projetos na área de defesa contam com um investimento de R$ 540 milhões do MCTIC – recursos oriundos da Finep e do CNPq. Desse total, 48% ainda estão pendentes de liberação.

Na avaliação dele, o encontro marca uma aproximação importante entre o MCTIC e o Ministério da Defesa. “Temos vários projetos em conjunto e uma agenda intensa. O importante é trabalhar de maneira harmônica e sinérgica para obter os melhores resultados.”

O secretário destacou que três dos setores considerados estratégicos para a defesa nacional – espacial, cibernético e nuclear – contam com programas e ações específicas do MCTIC. No setor espacial, citou o Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações Estratégicas (SGDC), com previsão de entrar em operação em 2017.

Prata também apontou como prioridade o desenvolvimento de tecnologia para fabricar veículos lançadores de satélite, além de instrumentos de comunicações para controle aéreo, terrestre e marítimo.

Setor nuclear

No setor nuclear, o secretário enfatizou o Programa de Desenvolvimento de Submarinos (Prosub), que viabilizará a produção do primeiro submarino brasileiro de propulsão nucelar (SN-Br), e o mapeamento e o aproveitamento das jazidas de urânio no Brasil. Ele também ressaltou a importância da energia nuclear para a área médica, a exemplo do projeto do Reator Multipropósito Brasileiro, que pode dar ao País a autonomia na produção de radioisótopos.

Para o diretor do Departamento de Ciência e Tecnologia Industrial do Ministério da Defesa, general Claudio Duarte de Moraes, a visão de longo prazo é fundamental para que os projetos na área de defesa produzam resultados e benefícios. Segundo ele, a apresentação do secretário trouxe tranquilidade em relação ao futuro das parcerias entre os setores de ciência, tecnologia e defesa.

Fonte: MCTIC

Do laboratório para o consumidor

Pesquisadores de 40 instituições federais serão convidados a responder um questionário sobre a transformação das pesquisas desenvolvidas na academia em produtos e serviços.

O objetivo é mostrar a percepção do pesquisador brasileiro sobre os entraves à inovação e à parceria entre as universidades e as empresas.

“Foram entregues cerca de 400 questionários que serão distribuídos a diversos pesquisadores em universidades e instituições de pesquisa federais do país. A partir do dia 12 de dezembro todas essas respostas irão voltar para o Confies e vamos poder fazer um levantamento da percepção do pesquisador brasileiro”, afirmou Fernando Peregrino, vice-presidente do Confies, conselho que congrega as instituições de ensino superior e pesquisa do país.

De acordo com o conselho, os indicadores internacionais colocam o Brasil numa condição ruim na inovação e na relação entre a pesquisa e a sua transformação em bens e serviços.

Peregrino ressaltou que é preciso acelerar o processo de inovação a partir das pesquisas realizadas nas universidades e instituições de pesquisa, “dado que tais entidades são responsáveis por mais de 90% da produção científica e tecnológica” no Brasil.

Desburocratização

O levantamento é uma parceria do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), Confies, Sebrae e Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes).

“Para o MCTIC, é fundamental contribuir para a desburocratização da pesquisa científica. É um desafio agilizar, tornar mais rápido esse processo e viabilizar a pesquisa. Os pontos mais relevantes da burocracia devem ser atacados pelo ministério e pelo governo. Temos que pensar soluções para destravar os procedimentos de pesquisa. Esse levantamento vai fazer uma análise importante para orientar políticas e programas relacionados à pesquisa pública no país”, afirmou Sávio Raader, do MCTIC.

Fonte: http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=pesquisa-quer-identificar-entraves-inovacao-brasil&id=010175161130#.WEaSfLIrLIV

Pouco investimento

O fomento à inovação no Brasil está abaixo da média mundial e precisa ser ampliado, de acordo com Alexandre Motta, do CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico) durante encontro promovido pelo IBICT (Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia).

O coordenador destacou que o volume de investimentos no Brasil varia de 0,3% a 0,55% do Produto Interno Bruto (PIB), enquanto em outros países emergentes fica entre 1% e 2,5%.

Já nos países desenvolvidos, o investimento em pesquisa e inovação alcança 2% do PIB.

Alexandre apresentou os resultados dos programas CI-Brasil e Startup Brasil, que dão apoio a empresas na área de inovação tecnológica.

Segundo ele, o Startup Brasil, criado em 2013 e que atua em parceria com empresas privadas, as aceleradoras, ajudou no sucesso das startups selecionadas. Até hoje, o programa já apoiou 183 empresas emergentes, sendo que 135 ainda estão funcionando.

Alexandre defendeu que o Brasil precisa de pesquisadores com perfil de empresários: “Hoje, 50% do fomento público para pesquisa e desenvolvimento é para a área de humanas. O Brasil precisa desenvolver engenharia.”

Dinheiro próprio

O presidente da Associação de Startups e Empreendedores Digitais (Asteps), Hugo Giallanza, que também participou do encontro, ressaltou o papel das incubadoras e aceleradoras para a sobrevivência das empresas emergentes, para as quais o índice de mortalidade é muito alto – de cada 100, apenas 1 sobrevive.

As incubadoras ajudam os novos empreendedores a entender e a inserir seus produtos no mercado, afirmou.

Giallanza ponderou ainda que o fomento público é essencial, mas as empresas emergentes não podem ficar dependentes desse recurso: “Tem de começar com dinheiro próprio e tentar sobreviver e validar o negócio, para depois ir em busca de apoio. A maior riqueza das startups são as pessoas.”

Fonte: http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=brasil-tem-menores-indices-investimento-inovacao&id=010175161129#.WD6na7IrKvF

Quando lemos uma notícia sobre investimento, geralmente, não temos acesso aos detalhes da negociação, tal como valuation da empresa e participações societárias. Muitas vezes, nem o valor do investimento é divulgado. Uma das razões é o cuidado para não dar muita informação a potenciais concorrentes, mas já vi até mesmo preocupação com a segurança pessoal dos envolvidos.

Uma outra razão é a complexidade do acordo, que pode ser construído com dezenas de variáveis diferentes. Na dúvida do quê e como divulgar, não se divulga nada. Por isso, sempre recomendamos o suporte de um advogado no processo de negociação de acordos de investimento, independentemente do tamanho da empresa.

Uma variável muito importante nesse tipo de negociação é como o dinheiro entra na empresa.

A opção mais comum é o lançamento de novas ações, ou seja, a empresa emite novas ações para o investidor que está entrando na empresa e o dinheiro vai direto para a operação. Um termo em inglês comumente utilizado para esses casos é cash-in. Tecnicamente essa operação também pode ser chamada de “oferta primária de ações”.

CASH-IN = DINHEIRO SOMENTE PARA A OPERAÇÃO DA EMPRESA

Outra opção, bem menos comum, é a compra de ações já existentes. Algum sócio que queira se desfazer de suas ações em uma determinada rodada pode transferir suas ações para o novo sócio que está entrando. O termo nesse caso é cash-out, ou “oferta secundária de ações”.

CASH-OUT = DINHEIRO PARA SÓCIOS EM TROCA DE AÇÕES

Atenção! É muito raro que investidores de venture capital comprem ações de sócios fundadores, fazendo um cash-out. As situações nas quais o empreendedor propõe uma oferta secundária de ações, associado com uma oferta primária, passam uma imagem ruim para quem está entrando na empresa. Minha recomendação é nunca fazer esse tipo de proposta.

Mas por quê?

As principais razões estão relacionadas ao comprometimento do empreendedor com o negócio e a confiança que ele tem na oportunidade. Se o empreendedor acredita no que está propondo por que venderia suas ações? Além disso, o investidor quer otimizar os resultados gerados pelos recursos que está aportando. Contratar pessoas e investir em marketing, por exemplo, gera muito mais resultado do que encher o bolso de alguém.

As outras formas mais comuns de entrada de investidores são:

Dívida conversível

O dinheiro entra na empresa e é apropriado pela contabilidade como uma dívida (passivo), que pode ser convertida em ações, mediante algumas condições em algum evento futuro, seja uma nova rodada de investimento ou a própria venda da empresa. O instrumento mais comum é a debênture conversível, um tipo de título de crédito usado por empresas no mercado de capitais.

Contratos de opção de compra de ações

Nesse caso o investidor paga por uma opção de comprar ações da empresa no futuro, ou seja, ele não entra no quadro societário da companhia, mas tem o direito de, mediante a sua própria vontade ou um evento específico, comprar as ações da empresa por um preço pré-determinado. Dessa forma o recurso entra na empresa e o investidor pode decidir, se as coisas correrem bem, se vira sócio mesmo ou não.

Para cada situação e tipo de investidor existirá um mecanismo mais adequado. Nunca deixe de consultar outros empreendedores que já passaram por situações semelhantes.

A FAMOSA HISTÓRIA DE TER A GRANDE IDEIA.
Era mais um dia de consultoria e que a grande busca de alguém era termos a grande ideia!
Para você entender isso, deixe-me explicar a situação. Era uma mulher tinha ido para Itália, ela era dentista e ao passar um tempo por lá, descobriu que sua grande paixão era moda. Ficou um tempo para poder fazer cursos e aprender muito sobre o assunto. Mas chegou a hora de voltar.
Ao chegar no país, percebeu que as possibilidades de trabalho não era nem parecidas com o que ela esperava, porém queria continuar no país. A solução? Vou criar algo diferente, quero trazer uma novidade para o mercado… E agora?
Aqui muitas pessoas entram na grande dificuldade, a ponte entre as ideias e a realidade é um dos caminhos mais intrigantes que conheço.
Este é um podcast que fala mais a fundo sobre essa diferença – A Diferença Entre Pensar E Agir Empreendedor
Quando fui me reunir para ajuda-la, ela veio com algumas outras pessoas junto para auxiliar em possíveis ideias e também trazerem opiniões que pudessem agregar com o trabalho. A primeira coisa que uma delas me falou – Estou louco para ir as ideias!
“IDEIAS EM AÇÃO MUDAM REALIDADES, NÃO APENAS IDEIAS.”
UM TAPA NO SENSO COMUM
Essa hora eu joguei uma ducha de agua fria e aqui você entende o foco deste recado – Eu falei, não na verdade o que procuramos é um ótimo problema, as ideias serão um processo posterior que só terá sentido se encontrarmos esse objetivo.
Grande parte das pessoas que busca empreender está alucinada para encontrar uma ideia, só que ótimos negócios surgem como respostas a bons problemas, coisas realmente relevantes.
SUA IDEIA SENSACIONAL NUNCA VENCERÁ UMA OUTRA BREGA QUE EFETIVAMENTE RESOLVE UM PROBLEMA.
Esse é o fato!
Portanto, esqueça essa caça ao tesouro da melhor ideia e busque encontrar um problema grande, doloroso, chato, que tenha muitas pessoas, boa possibilidade de mercado para resolver. Esses dias em um papo com o João Kepler, ele falava, a primeira coisa que busco saber quando alguém vem pedir investimento é – Qual é o problema?
Antes mesmo da ideia.
PERCEBA A LOGICA
Isso é obvio, o empreendedorismo normal e o Empreendedorismo de Alto Impacto (Startups) surgem para resolvermos problemas. Então, pare de ficar na loucura de encontrar ideias e tente encontrar bons problemas.
Na consultoria o que aconteceu foi exatamente isso, ficamos quase que 70% do tempo debatendo e buscando os melhores problemas, depois o processo das ideias foi muito mais tranquilo e consistente.
Fica a dica e vá a caça.
Este vídeo pode ajudar você na hora de desenvolver o seu negócio:


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O que é a Black Friday?
Black Friday, ou Sexta-Feira Negra em português, é um termo criado pelo varejo nos Estados Unidos para nomear a ação de vendas anual que acontece na sexta-feira após o feriado de Ação de Graças, que é comemorado na 4ª quinta-feira do mês de novembro nos Estados Unidos. A ideia vem sendo adotada por outros países como Canadá, Austrália, Reino Unido, Portugal, Paraguai e Brasil.

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