A maior escola online de startups do Brasil

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MCTI lança Start-Up Brasil 2.0

O Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) lançou, na última semana, nova etapa do programa Start-Up Brasil, batizada de Start-Up Brasil 2.0. O secretário de Política de Informática do MCTI, Manoel Fonseca, anunciou investimentos totais de R$ 40 milhões – R$ 20 milhões para aceleração de cem empresas nascentes de base tecnológica, R$ 10 milhões em apoio a startups de hardware e R$ 10 milhões de incentivo ao nascimento de ideias inovadoras. Segundo Fonseca, os três editais devem sair em 60 dias.

“Priorizamos a continuidade desse programa vencedor”, afirmou. “Tivemos muita discussão para formatar esse novo modelo, que incorpora a figura da mentoria técnica. Ou seja, vamos aproximar das nossas startups a contribuição de mestres e doutores. A ideia é fazer a integração entre academia e empresa”, explicou o titular da Sepin.

As empresas candidatas a participar da principal chamada, responsável por selecionar as turmas 5 e 6 do Start-Up Brasil, devem ter, no máximo, quatro anos de existência. Após serem escolhidas, as startups precisam negociar sua adesão a uma das 12 aceleradoras qualificadas pelo último edital do programa. A aceleração tem duração estimada de até 12 meses para empresas de software e 18 meses para as companhias de hardware, com apoio a pesquisa, desenvolvimento e inovação (PD&I), apoio à modelagem de negócios, participação em atividades de capacitação e programas de acesso ao mercado.

O coordenador-geral de Serviços e Programas de Computador do MCTI, José Henrique Dieguez, ressaltou a importância do desenvolvimento de itens físicos de computação para a nova etapa do programa. “Nós já temos empresas de hardware sendo beneficiadas e aceleradoras com ‘pegada’ de hardware, mas queremos dar apoio integral a partir de agora”, apontou. “Trabalhar com hardware significa dizer que você tem etapas mais complexas e que demoram mais e necessitam de mais investimento por conta disso.”

A segunda iniciativa prevê apoio adicional às startups de hardware. O auxílio complementa necessidades de PD&I e engenharia, tais como prototipagem, desenvolvimento de pré-produtos e testes – atividades reconhecidamente mais densas e complexas, que geralmente exigem mais tempo de maturação.

Já a terceira vertente estimula o surgimento de empreendedores em tecnologias da informação e comunicação (TICs), por meio do apoio a ações de concepção, em conjunto com incubadoras de empresas. A linha deve oferecer atividades como competições locais e testes de conceito.
Aproximação

Para o presidente do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq/MCTI), Hernan Chaimovich, o Start-Up Brasil 2.0 representa “um desafio de criação, articulação e catálise”, ao aproveitar de forma “racional, inteligente e criativa” o Marco Legal da Ciência, Tecnologia e Inovação (Lei nº 13.243/2016) no diálogo entre empresas e universidades.

“A legislação permite, por um lado, perder o medo de investimento público em empresa privada e, por outro, a liberdade para o pesquisador do sistema público desenvolver no sistema privado sem perder a sua natureza”, disse.

O presidente da Associação para Promoção da Excelência do Software Brasileiro (Softex), Ruben Delgado, lembrou que as três primeiras turmas de startups do programa receberam R$ 27 milhões de investimento público e R$ 89,7 milhões de origem privada: “Não há como não ficar honrado quando você vê que, a cada real da iniciativa pública, a iniciativa privada colocou R$ 3,30. É um número fantástico. Não há programa de governo com essa efetividade, tão exitoso e que tenha tanta credibilidade a ponto de a indústria somar essa quantia”, afirmou.

Criado pelo MCTI, o Start-Up Brasil é um programa do governo federal com gestão operacional da Softex, em busca de agregar um conjunto de atores e instituições em favor do empreendedorismo de base tecnológica. As chamadas nacionais e internacionais ocorrem pelo CNPq e pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), respectivamente. Desde 2012, a iniciativa apoiou 183 empresas, distribuídas em quatro turmas, oriundas de 17 estados e 13 países. A ação integra o Programa Estratégico de Software e Serviços de Tecnologia da Informação (TI Maior).

Fonte: MCTI

Publicado originalmente aqui

O que significa ser um líder (principalmente na crise)?

Você é um líder ou apenas um chefe? A diferença? Um chefe dirige apenas dando ordens. Se posiciona atrás da equipe. Já o líder está diretamente vinculado à equipe, à frente, inspirando e indicando o caminho.

Eu te fiz essa pergunta porque em quase 20 anos de mercado, muitos empreendedores com quem conversei têm perguntando sobre como ser um bom líder. Não sei se esse é o seu caso. Mas deixa eu compartilhar algumas coisas com você…

Ao contrário do “chefe”, uma liderança eficaz pode significar a chave para manter uma empresa de pé.  Afinal, em nenhum momento da nossa história, empresarial, foi necessário termos líderes tão preparados para os momentos difíceis pelos quais atravessamos.

E você, assim como eu, sabe que uma boa liderança não nasce do dia para noite. Mas existem algumas ações práticas que você pode (e deve!) adotar.

Sem perder a fé, mais forte que a maré

Ser um líder é muito mais do que apenas liderar. É adotar uma postura diante da vida e das outras pessoas. A liderança eficaz é aquela capaz de motivar, primeiramente, a si mesmo. Como se faz isso? É preciso combinar três fatores essenciais:

  • autoestima em dia
  • compreensão da impermanência da vida.
  • capacidade de trocar obstáculos por oportunidades

Sobre autoestima e autoconfiança, recomendo que leia este artigo aqui. Nele, você encontrará três passos simples para construir uma autoconfiança próspera, com um futuro sólido.

Compreender a vida como algo impermanente é a chave para serenidade interior. Nada é realmente estável, pois tudo se transforma. Diante de mudança, podemos passar por aparentes desorganizações. Porém, no fim, tudo aponta para a ordenação.

Ter consciência disso permite que você olhe para cada um dos seus subordinados com a segurança que lhes falta. Mais do que isso: apontar, de modo pragmático, que caminhos sua empresa deve seguir no momento de crise.  Eis a razão pela qual os obstáculos tornam-se oportunidades.

Monges orientais tem uma metáfora muito simples sobre como vencer barreiras: não passe por cima nem bata de frente, apenas passe pelo lado. Pode levar um pouco mais de tempo, porém você mantém a energia e não se desgasta. É não focar no problema, mas na solução.

Antes que continuemos… Você está gostando desse artigo? Gostaria de receber no seu e-mail um ebook gratuito e de quebra fazer parte de uma lista seleta com informações periódicas sobre empreendedorismo e temas afins? Então não de inscrever o seu melhor e-mail abaixo: 


Podem não ser filhos de sangue, mas são filhos de convés

Qual  o tipo de relação você desenvolve com seus funcionários?

Uma parte considerável de empreendedores ainda trata seus funcionários como meras mercadorias, a satisfazerem os desejos do negócio. Pouco sabem sobre quais são suas metas de vida, objetivos a curto prazo ou como estão se sentindo na empresa.

Tal atitude de frieza é percebida pelos funcionários que, por sua vez, sentem-se desconectados do projeto o qual fazem parte. Uma organização que chega a esse ponto eventualmente enfrentará graves problemas de relacionamento. É possível até que casos de depressão e ansiedade façam-se presentes.

Lembre que atrás do lucro que tal pessoa está lhe dando, há um ser humano – que necessita sentir-se parte de alguma coisa. Estar integrado em um projeto é poder conhecer a natureza das decisões e ter entendimento dos caminhos que serão seguidos. Saiba que se o barco afundar, você irá junto.

Comunicação assertiva

Comunicar-se de modo efetivo e sem ferir o ego dos seus funcionários é uma arte. Significa que você possui uma dupla missão: falar exatamente o que você quer, de modo que os outros entendam e respeitem seus desejos.

É quando entra a comunicação assertiva. Para entendê-la, precisamos falar de outras duas formas equivocadas de se passar uma mensagem que todo mundo comete:

  • comunicação agressiva
  • comunicação passiva

Falar agressivamente ou passivamente é falta de competência. Além de não expressar sua vontade com coesão, o interlocutor ou: a) ficará magoado/irritado com seu posicionamento (agressiva), ou b) tomará sua fala como sem força.

A assertividade está bem além do que um meio termo das outras duas formas de se comunicar. É uma postura perante si mesmo e o mundo. Ser assertivo é agir efetivamente como um líder: mesclar convicção com doçura, decisões difíceis com gestão de egos.

Para atingir essa meta, faça três movimentos:

  • diga o que deseja, mas utilizando palavras que não soem dúbias e deixem margem para interpretações desnecessárias
  • coloque, logo em seguida, que compreende a delicadeza da situação e dos diferentes pontos de vista
  • reforce, no fim, o seu posicionamento. Ratifique no final que se encontra aberto a opiniões contrárias ou complementares.

Para ajudar você, eu disponibilizei uma palestra do Brasil Empreendedorismo 2015 sobre Liderança Pragmática, feita pelo Douglas Burtet, especialista com mais de 30 anos de experiência no assunto. São dicas valiosas e facilmente aplicáveis.

Esse ano, o Brasil Empreendedorismo será de 8 a 12 de agosto mas você já pode garantir a sua vaga aqui.

Edital Sesi Senai de Inovação 2016 é lançado (e com desafios extras)

Está aberto o edital Senai Sesi de Inovação, que incentiva e apoia ideias inovadoras com o aporte de até R$ 400 mil. Mas quem quiser se inscrever, além do básico desta edição, deve também ficar de olho nos três desafios extras, que possibilitam recursos extras para as inovações que cumprirem seus requisitos. Eles são:

Desafio Techmall – Soluções para a indústria: agronegócio e internet das coisas

A aceleradora Techmall apoiará até duas ideias de startups que se encaixem na categoria B (protótipos) do Edital, e que se enquadrem no tema proposto acima. Os projetos poderão ter aportes de R$ 150 mil, além de uma contrapartida de R$ 120 mil pelo programa de aceleração e benefícios da Techmall.

Desafio Fundepar – Internet das coisas, internet industrial das coisas ou dispositivos vestíveis, preferencialmente associados à análise de bigdata.

Ideias que estejam neste tema e se encaixem na categoria A (inovação tecnológica) podem ser apoiadas pela parceria do Senai com a Fundepar, gestora de um programa de investimentos que apoia empresas emergentes.

Ao todo, os projetos que se encaixarem neste desafio poderão receber aportes até R$ 900 mil, sendo R$ 400 mil provenientes do SENAI e R$ 500 mil da Fundepar. O montante disponibilizado pelo SENAI é destinado ao custeio do desenvolvimento tecnológico necessário no projeto, enquanto o valor o recurso oferecido pela instituição-âncora destina-se a custeio da operação da startup e demais despesas estratégicas para o desenvolvimento do negócio.

Desafio “Como reduzir o risco de infecção por Dengue, Zika e Chikungunya nos trabalhadores da indústria, suas famílias e comunidades?”

Neste primeiro ciclo do Edital de 2016, o SESI apresenta desafio a empresas que apresentarem ideias na categoria C (inovação em Segurança e Saúde no Trabalho e Promoção da Saúde).

O objetivo deste desafio é promover o desenvolvimento de ações de prevenção, vigilância epidemiológica, tecnologias digitais, metodologias ou ferramentas de gestão que atuem na redução do risco de adoecimentos por Zika, Dengue e Chikungunya nos trabalhadores e comunidades. Propostas aderentes a este desafio terão bonificação na pontuação.

 

Artigo publicado originalmente AQUI

 

 

SXSW 2016: Os 13 projetos vencedores do prêmio inovação

O prêmio de Inovação do SXSW Interactive apresentou nesta terça-feira (15/3) os vencedores da sua 19a. Edição. Como de costume, um misto de festa e cerimônia tomou conta do Hilton Austin que, além das empresas finalistas e convidados, teve em seu palco o homenageado do Hall of Fame do SXSW, Baratunde Thurston.

O prêmio pode ser encarado como uma seleção heterogênea de produtos, protótipos e soluções que apontaram mais do que tendências. São soluções para realidades múltiplas, mostrando a força da colaboração e transparência de informação para o futuro da sociedade em diversas áreas.

Pela primeira vez desde 1994, os cinco finalistas em cada categoria puderam apresentar seus produtos e protótipos para o público geral da feira. O SXSW Innovation Awards Finalist Showcase aconteceu um dia antes da cerimônia de premiação e foi uma incrível oportunidade para experimentar as principais tendências do mundo conectado.

Fundamentado no tripé Inovação, Inspiração e Criatividade o SXSW Interactive apresentou produtos em 13 categorias nas áreas de Saúde e Biotecnologia, Inovação em Conectar Pessoas, Inovação 3-DIY, Música e Áudio, Nova Economia, Privacidade e Segurança, Design Responsivo, Sci-fi nunca mais, Inovação Estudantil, Wearables, Experiências de Mídias Visuais e Realidade Virtual e Aumentada.

Após conferir os finalistas no Showcase, o público da feira pôde também escolher seus preferidos para a categoria People’s Choice Awards.

Dos 13 ganhadores, 9 são americanos, mostrando a liderança do país em inovação e disrupção tecnológica ainda que cada vez mais atores internacionais tenham entrado em campo nos últimos anos, inclusive o Brasil. É interessante ressaltar que algumas dessas inovações são provenientes de crowdfunding como o Peeple e a Lily Camera.

HEALTH, MED & BIOTECH
Premia as novas tecnologias que promovem maior qualidade, eficiência e redução de custos na prevenção, diagnóstico, tratamento e cuidados em saúde e medicina

DESKGEN by Destop Genetics | London

A plataforma é voltada para cientistas e pesquisadores do campo da genética. Através de serviços na nuvem, banco de dados e ferramentas de compartilhamento entre colegas, é uma ferramenta que pode alavancar os estudos em genética, principalmente entre estudantes e universidades de países com menos recursos, já que o serviço é 100% gratuito para a academia.

INNOVATION IN CONNECTING PEOPLE
Premia a melhor maneira de se conectar e comunicar

Depois de ganhar o SXSW 2015 com “Project Daniel” na categoria Innovative 3-DIY, o Not Impossible Now ganhou em 2016 com o projeto “Don’s Voice”. Depois de 25 se comunicando através do olhar e uma tabela com letras e números que sua esposa Lorraine segurava em frente a ele, o fazendeiro Don pode “falar” novamente, ganhando independência. A ferramenta desenvolvida pelo Not Impossible Now Labs conta com eye-tracking, um banco de palavras e auto-falantes. Hoje, Don consegue produzir duas palavras e meia por minuto. Com 3 ou 4 palavras por minuto, ele conseguirá estabelecer um diálogo real e funcional com as pessoas ao seu redor.

INNOVATIVE 3-DIY
Premia aqueles que tornam a tecnologia de impressão 3D mais acessível ou que usam a tecnologia de maneira inovadora.

Wevolver by Wevolver | London, ENG

Baseados na cultura do Open Source, que começou muito atrelada ao desenvolvimento de Software, o pessoal do Wevolver criou uma plataforma colaborativa de Open Hardware. A ideia é “encorajar a inovação através da colaboração. E empoderar as pessoas a resolver problemas sociais e ambientais que não são atendidos pelos governos e empresas”.

MUSIC & AUDIO INNOVATION
Premia o melhor dispositivo ou serviço que melhora a experiência de ouvir música e áudios

Here Active Listening System by Doppler Labs | San Francisco, CA

O sistema inovador é composto por um par de fones de ouvido conectado a um aplicativo para smartphone. A proposta é que o usuário possa personalizar tudo o que ele ouve, inclusive o som ambiente. Lançado experimentalmente no Festival Coachella 2016 e oferecia pré definições de áudio diferentes para cada palco e outras experiência personalizadas. Para os amantes de música, já é claramente um dispositivo incrível. Agora, os desdobramentos dessa tecnologia podem ser ainda mais fantásticos.

NEW ECONOMY
Premia aqueles que redefinem a troca de bens e serviços, da economia compartilhada à moedas virtuais, micro-finanças, sistemas de pagamento móveis, entre outros.

ShareTheMeal by UN World Food Programme | Rome, ITA

O primeiro aplicativo contra a fome é uma iniciativa do Programa da ONU para Alimentação Global (World Food Programme). Com apenas um toque, o usuário pode doar U$0.50. Já são quase 5 milhões de refeições que ajudaram mulheres e crianças na Síria e em outros países em situações de emergência. A iniciativa facilita a doação e ainda informa como o dinheiro está sendo aplicado e quantas refeições foram oferecidas. Inovação de processo aliada à transparência de informação.

PRIVACY & SECURITY
Premia o desenvolvimento mais progressista na maneira como abordamos segurança de informação e privacidade.

Peeple by Building 10 Technology, Inc. | Austin, TX

Quando se fala em “internet das coisas” dificilmente se pensa em uma porta, mas é isso o que o Peeple propõe, ser o seu “olho-mágico” inteligente: uma câmera integrada a um aplicativo e dados na nuvem registra e informa tudo – e todos – que passam em frente a sua porta.

RESPONSIVE DESIGN
Premia a excelência em design digital, criando a melhor integração e interação entre conteúdo, estética e funcionalidade.

Breakthrough by Neo-Pangea | West Reading, PA

O site do National Geographic Channel traz conteúdo interativo relacionado ao programa de mesmo nome. A experiência simula um ambiente 360 graus imersivo, como se fosse uma cápsula do tempo ou portal de conhecimento futurístico em que o usuário pode entrar em contato com diversos conteúdos em vídeo relativos a temas como Pandemias, Super Humanos, Apocalipse de água etc. A aplicação talvez funcione de maneira mais fluida em um tablet do que no desktop.

SCIFI NO LONGER
Premia o avanço científico mais legal ou descoberta que antes de 2015 seria possível apenas na ficção científica.

Lily Camera by Lily | San Francisco, CA

O sonho de todo produtor de vídeo, atleta de alta performance e youtubers de plantão. A câmera voadora que fica “atrelada” ao seu assunto através de um dispositivo wi-fi e acompanha – gravando, claro – percursos e aventuras. Realmente parece coisa de ficção científica e tem até quem questione a viabilidade e credibilidade do invento, que está com pré-venda aberta mas ainda não tem previsão de entrega. Teremos que esperar para ver.

SMART CITIES
Awarded for innovations in eco-friendly or sustainable energy, transportation, and IoT technology, making life in the connected world a smarter, cleaner, greener, and more efficient Internet of Everything.

KASITA by Kasita LLC | Austin, TX

Depois de viver um ano em um depósito de lixo, como parte de um experimento de habitação sustentável e também auto conhecimento, o professor Jeff Wilson da Universidade de Austin começou a pensar em como transformar essa experiência em algo escalável. Assim, criou a KASITA, cuja proposta é criar casas minimalistas para resolver o problema de habitação urbana, com relação à espaço, mas principalmente à custos de acesso à moradia. Para os moradores de Austin, já será possível ter uma KASITA até o final do ano.

STUDENT INNOVATION
Premia estudantes com projetos excepcionais em inovação tecnológica ou startup

Plant-like Robot by Ji Won Jun | Mountain View, CA

Partindo de três conceitos fundamentais sobre o mundo vegetal: mobilidade inanimada, mutualidade simbiótica e sustentabilidade, essa tese de mestrado em Design criou micro robôs magnéticos que podem ser transportados pelo ambiente e coletar informações climáticas. O conceito é interessante e pode ser aplicado, na prática, para o mapeamento de micro-climas em ambientes e situações que não contem com a presença humana, como por exemplo correntes marítimas.

VISUAL MEDIA EXPERIENCE
Premia a criação e entrega de conteúdo que vão além da audiência passiva ao promover o engajamento em experiências de entretenimento.

The Fallen of World War II by Neil Halloran | Philadelphia, PA

Um filme interativo fundamentado na grande massa de dados da Segunda Guerra Mundial, recontando em gráficos e imagens a trajetória sangrenta dos militares e civis durante os anos 1939-1945. A análise e exploração de dados é uma forma objetiva de entender eventos e histórias e vem sendo cada vez mais utilizada, principalmente no Jornalismo. A abordagem é interessante uma vez que, como o próprio filme diz no início, a maioria das pessoas que viveram a História já morreram. Mesmo baseado em dados “frios”, não deixa de ser uma obra extremamente sensível.

VR & AR
Premia inovações em realidade virtual e aumentada, incluindo aplicações de novos hardware ou software que realmente transformam o virtual em realidade.

Mill Stitch by The Mill | Various Locations

Produtores de vídeo estão testando Realidade Virtual e 360 graus há algum tempo, mas sempre dependem dos recursos de pós-produção para verificar o material que foi captado, o que acaba prolongando o processo de produção. O Mill Stitch é um recurso criado justamente para possibilitar que esse tipo de vídeo seja visualizado em tempo real dentro do set de filmagem. Para quem ainda tinha dúvidas se o futuro do cinema era a Realidade Virtual e os vídeos em 360 graus, temos mais um ponto a favor da tecnologia.

WEARABLE TECH
Premia novos hardware que revolucionam a conveniência, conforto, funcionalidade, eficiência e a estética de ter um dispositivo atrelado ao corpo.

Quell® Wearable Pain Relief Technology™ by NeuroMetrix, Inc. | Waltham, MA

Os wearables vêm ganhando espaço no cotidiano mas normalmente carecem de real utilidade (como no caso do finado Google Glass) para as pessoas. A Quell criou um dispositivo que pode ser acoplado a diversas partes do corpo e auxiliar no tratamento de doenças crônicas, alívio de dor e sonoterapia. Controlado por um aplicativo de smartphone, o produto já está no mercado e é certificado pela Associação Americana de Ortopedia

Seguem abaixo os demais prêmios honorários:

INTERACTIVE HALL OF FAME

  • Baratunde Thurston

 

DAVID CARR PRIZE FOR EMERGING WRITERS

  • Jaime Boust

 

MEME OF THE YEAR

  • Dance Like Drake

 

BEST OF SHOW

 

BREAKOUT TREND OF THE EVENT

  • Civic Engagement

 

SPEAKER OF THE EVENT

 

PEOPLE’S CHOICE AWARD

 

(*) Artigo produzido pelos colaboradores da Associação Era Transmídia

Artigo publicado originalmente no IDGNOW!

A inversão de pólos entre empreendedores e investidores

A palavra “negócios” acaba sendo erroneamente vinculada a um imaginário que se situa entre Wall Street e a Berrini, com engravatados perambulando por carros e elevadores e ratoeiras financeiras sendo montadas em cada sala. Sim, o mundo já foi assim – mas, ao menos do ponto de vista de incepção de negócios, não é mais.

Visualize uma startup. Hoje, em qualquer cidade do mundo, as empresas mais empolgantes nascem a partir de ideias de empreendedores criativos e não necessariamente ricos.

Claro: criatividade pura não basta. Às vezes até atrapalha: a paixão pela ideia que costuma caracterizar um empreendedor costuma ser um problema na medida em que o deixa míope quanto a custos efetivos e à necessidade de modelos de receita consistentes já no curto prazo.

Ainda assim, mesmo considerando a alta taxa de mortalidade de startups em todo o mundo, é também delas que as mais brilhantes inovações do mundo nascem. É justamente do caldo caótico feito por falta de dinheiro e excesso de tesão que surgem empresas como o próprio Facebook ou Google, para ficar apenas nos exemplos das duas gigantes.

Onde quero chegar com tudo isso?

Simples: os novos celeiros de negócios não são mais as grandes avenidas comerciais de grandes metrópoles, mas sim os pequenos “guetos empreendedores” que se formam nos locais mais improváveis.

Os empreendedores já sabem disso: hoje, eles trabalham de suas casas ou de ambientes de co-workings onde imperam criatividade e informalidade; fazem parcerias com outros empreendedores de todo o mundo; vivem e trocam experiências por meio de Skype, Hangouts ou Facebook. Em muitos casos, eles se autofinanciam tomando freelas, mantendo um segundo emprego ou pedindo a ajuda dos pais – e, apesar do sempre existente sonho de viverem das suas próprias ideias, acabam em grande parte crescendo – ou morrendo – sem nunca ter visto um potencial investidor.

E não é que não haja investidores disponíveis por aí – eles existem, e aos montes. Só que deixaram de ser absolutamente essenciais para a grande maioria dos empreendedores que, apesar de enxergá-los como uma espécie de sonho semi-utópico, acabam se focando nos desafios do dia-a-dia.

Quem mais perde com isso? Os próprios investidores, claro: afinal, os seus modelos de negócio dependem unicamente de fecharem acordos com projetos de alto potencial. Para que serviria uma bolsa de valores sem valores a serem trocados, sem compras e vendas ditando o cotidiano?

Não é que eles tenham se tornado inúteis, claro: empreendedores continuam precisando de modelos sólidos de receita e, em determinado ponto, de investimentos mais consistentes em suas ideias. Mas há uma mudança importante no cenário, uma mudança muito menos sutil do que se costuma imaginar: hoje, são os investidores que precisam saber chegar nos empreendedores certos e nos momentos perfeitos.

Hoje, eles precisam estar dispostos a desenvolver uma parceria com os seus investidos que vai muito além de entregar dinheiro e cobrar resultados: precisam saber e estar dispostos a construir juntos projetos mais robustos. Precisam aprender com a visão dos empreendedores e ensinar a língua dos financistas – que ainda existirão por muitos anos – para que seus horizontes sejam sempre mais amplos.

Ou seja: em um mundo em que os empreendedores conseguiram se auto-organizar em ambientes capazes de deixá-los ter sucesso quase organicamente com base em ferramentas e atitudes colaborativas, os investidores precisarão se mostrar muito mais relevantes do que apenas detentores sedentários de capital.

Precisarão, pela primeira vez em séculos, sair de seus ternos e trânsitos e ir até onde os donos reais das rédeas do futuro estiverem.

Ricardo Almeida

Artigo publicado originalmente aqui.

Sobre o Autor
Ricardo Almeida é criador do conceito de Webs Progressivas, da Metodologia Moebius e autor de Mirando Resultados (2001) e Medindo Resultados (2005). É especialista em planejamento e gestão de projetos digitais, com passagens por algumas das maiores agências do Brasil.

9 imprescindíveis eventos para sua Startup sair do poço

Lembro-me do dia em que abri meu primeiro negócio. Apesar de agradecer pela experiência, passei por dificuldades que me fizeram quase desistir do meu sonho.

Meu conhecimento de como manter um empreendimento sustentável não passava da teoria. Não demorou para que os primeiros obstáculos aparecessem.

  • um plano de negócios incompatível com a realidade;
  • uma metodologia inadequada para vender minhas ideia;
  • um clientela com quem não sabia como lidar.

Chato isso não?

triste, cabisbaixo, sentei num banco de praça e vi um anúncio que mudaria minha vida. Era um evento do Sebrae para empreendedores. Não pensei duas vezes e me inscrevi. Não imaginava que tantos anos depois, viria montar um artigo comentando sobre a importância de tais eventos. Quer saber porque? Vamos lá:

  • Eventos, conferências, encontros, simpósios são fundamentais para montar uma rede contatos. Principalmente para quem está começando um negócio, conhecer pessoas influentes no setor que atua é algo a não se perder;
  • Uma rede contatos pode ajudar a alavancar negócios;
  • Encontrar conselheiros e mentores de peso para orientá-lo;
  • Conhecer a história de startups de sucesso;
  • Conectar empreendedores a investidores;
  • Captar novos talentos, recursos e ideias;
  • Formar parcerias e possíveis sociedades;
  • E muito mais…

No caso das startups, não faltam eventos e atividades. Com o advento da internet, tornou-se ainda mais fácil – com bons excelentes acontecendo online.

Para ajudá-lo, listamos os principais eventos que você precisa participar. Confira!

Conferência Acelera Startups

A Acelera Startups é uma empresa destinada à educação empreendedora. Promove eventos e workshops voltados à  integração entre facilitadores, mentores, empreendedores, consultores e estudantes que queiram montar um negócio inovador. Tudo isso com as metodologias mais utilizadas no mundo para o desenvolvimento de startups.
E neste ano estará realizando sua Conferência anual, com o tema “Conteúdo e melhores práticas para empreender em uma era cheia de transformações e oportunidades”.
O evento acontecerá de 14 a 19 de março e será online.

Desafio SEBRAE

É uma competição nacional de caráter educacional, desenvolvida pelo Sebrae. O participante será estimulado a desenvolver atitudes empreendedoras para vencer um mercado competitivo. O foco está na capacitação, aprimoramento e desenvolvimento de habilidades corporativas.

A competição coloca à prova as habilidades do participante em gerir negócios. Ocorre por meio de atividades virtuais e presenciais, que difundem conceitos de gestão, mercado, inovação e empreendedorismo. Professores e alunos participantes podem ainda faturar prêmios, que vão desde troféus a viagens.

CASE

A Conferência Anual de Startups e Empreendedorismo (CASE) é o maior evento para startups da América Latina. Organizado pela Associação Brasileira de Startups (ABStartups), o encontro objetiva proporcionar a empreendedores um ambiente com conteúdo de nível internacional para startups grow-stage (em crescimento).

Além disso, há uma feira de negócios com fornecedores altamente qualificados de produtos e serviços de networking. Soma-se a isso a presença dos melhores agentes do ecossistema brasileiro de inovação, empreendedorismo e startups.

Campus Party
O evento, que acontece em diversas cidades ao redor do mundo, reúne por uma semana, empreendedores, programadores e qualquer pessoa aficionada por tecnologia ou com uma veia nerd. Startups previamente selecionadas exibem seus projetos para interessados e investidores em potencial.

Se você está buscando validar uma ideia, busca um parceiro ou investidor ou se identifica com o ambiente e quer aproveitar, aqui é seu lugar.No Brasil, em 2016, o evento realizou sua 9ª edição, contando com oito mil campuseiros, vindos de 18 países e 24 estados brasileiros diferentes, totalizando mais de 700 horas de atividades.

Circuito Startup
O Circuito Startup promove o encontro entre empreendedores, investidores, desenvolvedores, prestadores de serviço, incubadoras, aceleradoras de negócios, mídia e interessados na cena startup. Possui formato Happy Hour, facilitando e estimulando o diálogo entre um grande número de pessoas.

Uma excelente oportunidade para ampliar sua rede de contatos, conhecer pessoas com novas ideias e investidores à procura de talentos.Os encontros acontecem em várias cidades, com destaque para São Paulo, Rio de Janeiro e Curitiba.

Feira do Empreendedor
Dentre os eventos promovidos pelo Sebrae, a Feira do Empreendedor é um dos maiores sucessos. Tem o objetivo de fomentar a criação de um ambiente favorável para geração de startups brasileiras e estimula o surgimento, a ampliação e a diversificação de empreendimentos sustentáveis, além de difundir o empreendedorismo como um estilo de vida. Diversas startups de sucesso nasceram nesse encontro.

A ideia inicial permanece: oferecer a empreendedores a possibilidade de adquirir equipamentos ou abrir negócios com baixo investimento inicial.


InovAtiva Brasil
O InovAtiva Brasil é um programa gratuito de aceleração em larga escala para negócios inovadores de qualquer setor e lugar do Brasil, promovido pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC).

O programa oferece capacitação e coaching para startups brasileiras. Os projetos aprovados recebem mentoria gratuita durante dois meses e os 100 empreendedores mais bem preparados passarão para terceira fase, em que terão oportunidades para interagir com potenciais investidores.

Uma breve apresentação do programa pode ser conferida aqui.

Startup Farm Day
É um workshop intensivo de um dia, com duração de 12 horas, promovido pela Startup Farm, maior aceleradora de startups da América Latina, patrocinada pela IBM. Com ferramentas inovadoras de gestão e empreendedorismo, o programa é cuidadosamente estruturado para auxiliar os participantes a explorar uma ideia de negócio.

O workshop trabalha em cima de 4 pilares: Conteúdo baseado no Lean Canvas (Como definir um plano ágil de negócio), Mentorias (Experientes empreendedores e consultores do ecossistema de startups), Networking (Encontre um sócio, parceiros ou integrantes para sua equipe) e Inspiração (Os bastidores dos cases de sucesso).

Startup Weekend
Criado pela Kauffman Foundation, uma instituição sem fins lucrativos e executado localmente por empreendedores voluntários, os Startup Weekend são eventos de 54 horas de duração ininterruptas – um final de semana de trabalho intenso com um claro objetivo em mente: como transformar uma ideia em startups de sucesso.

O evento começa na noite de sexta-feira: os participantes apresentam suas ideias no palco. Todos votam naquelas que lhe interessarem e as mais bem cotadas são escolhidas para serem executadas. Formam-se então os times em torno de cada projeto e, durante o sábado e o domingo, as equipes trabalham duro para encontrar um modelo de negócios e construir a primeira versão do produto. No fim da tarde de domingo, os times apresentam o que construíram e os melhores são premiados.

O Startup Weekend é um evento que já aconteceu em mais de 400 cidades ao redor do globo.

Você sabe o que é Economia Criativa?

Economia Criativa. Já ouviu falar?

A Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento (UNCTAD) define a economia criativa como um conceito emergente que trata da interface entre criatividade, cultura, economia e tecnologia em um mundo dominado por imagens, sons, textos e símbolos.

Em um relatório emitido em 2008, o primeiro estudo em escala global sobre o tema, as indústrias criativas são caracterizadas por um modelo de negócio cujas atividades, produtos ou serviços são desenvolvidos a partir do conhecimento, criatividade ou capital intelectual de indivíduos para produzir valor e gerar riqueza.

Segundo especialistas, remete ao Reino Unido o surgimento da ideia de uma economia criativa, que precisava de esforço e políticas públicas diferentes das de outros setores.

É do autor britânico John Howkins o mérito de condensar todas as discussões que vinham surgindo naquele momento e explicar o termo ao mundo, através do bestseller The Creative Economy – How People Make Money From Ideias (no Brasil, Economia Criativa – Como Ganhar Dinheiro com Ideias Criativas), de 2001.

O Brasil tem um papel de destaque nesta economia. Segundo um estudo realizado pela FIRJAN (Federação das Indústrias do Rio de Janeiro) em 2012, o país está entre os maiores produtores de criatividade do mundo, superando Espanha, Itália e Holanda.

Confira alguns dados sobre a economia criativa:

– A Economia Criativa já representa 10% do PIB nacional
– Em 2011 movimentou no Comércio Mundial o total de R$ 624 bilhões
– Em 2013 representou 2,6% do PIB, um total de R$ 126 bilhões / remuneração média de R$ 5.400,00, enquanto a média em outros setores foi de R$ 2.100,00
– Em 10 anos, o PIB da Economia Criativa cresceu 70%. Representa um crescimento de 90% em postos de trabalho
– O Rio é o Estado que melhor paga o Criativo: média de R$ 8.700,00
– O Estado do Rio tem 107 mil profissionais atuantes na Economia Criativa

R$ 200 milhões em fundo de investimento para startups brasileiras

Ontem, segunda-feira (15), o BNDES e a Inseed Investimentos lançaram um fundo de investimentos de R$ 200 milhões com o foco em startups em estágios iniciais.

Batizado de “Criatec 3”, o programa busca empresas estabelecidas no Brasil que desenvolvam tecnologias inovadoras e que tenham alto potencial de crescimento, e que atuem nos seguintes segmentos: Tecnologia da Informação e da Comunicação, Biotecnologia, Agronegócio, Novos Materiais e Nanotecnologia.

Segundo Alexandre Alves, diretor de prospecção da Inseed, esses setores são prioritários, mas não exclui outras áreas de participarem.

Ainda segundo Alves “essas tecnologias devem oferecer forte barreira que impeça ou dificulte sua reprodução por outros players, devem ser escaláveis, além de resolverem um problema de mercado muito relevante”.

Micro e pequenas empresas com faturamento líquido de até R$ 12 milhões, no ano anterior ao investimento, também podem concorrer a investimento do fundo.

Como funcionará

O programa terá duração total de 10 anos. A Inseed, gestora do Fundo “Criatec 3”, fará os investimentos ao longo dos quatro primeiros e continuará a fase de desenvolvimento de negócios por mais seis.

Selecionada pelo BNDES, por meio de edital, a Inseed Investimentos é uma gestora de recursos focada em empresas inovadoras com alto potencial de crescimento.

“Investimos em empresas com este perfil desde 2002, sendo que grande parte dessas investidas são hoje referência de negócios inovadores que cresceram significativamente e conquistam mercado no Brasil e no mundo”, defendeu Alves.

Além do aporte do capital, o programa indiretamente contribui na tomada de decisões e estruturação dos negócios.

Os valores aportados por empresa variam de R$ 1,5 a R$ 10 milhões. Esses valores dependem da avaliação que o fundo faz de cada negócio.

Para mais informações sobre o programa e como candidatar uma empresa, acesse o site do Criatec 3

FONTE: IDGNOW!

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