Acelera Startups

A maior escola online de startups do Brasil

Uma das mudanças mais revolucionárias que o universo do marketing e da publicidade já viu foi a da esfera off-line para a esfera on-line. Graças a isso, cada vez mais o marketing digital se torna imprescindível para qualquer empresa que queira crescer e manter-se.

Naturalmente, o marketing de tipo off-line (TV, rádio, panfletagem, outdoors, etc.) nunca vai acabar, e não é questão de compará-lo com o digital.

Porém, é fato que o de tipo on-line tem algumas vantagens incríveis, que devem ajudar empreendimentos de variados formatos, segmentos e tamanhos possíveis.

De fato, a esfera digital trouxe um aspecto de democratização para a publicidade, permitindo que empresas menores tenham tanta visibilidade quanto algumas grandes corporações.

Antes, tudo se concentrava em mídias caras, tal como algumas das mencionadas acima, que jamais estariam acessíveis à maioria das empresas de pequeno e médio porte.

Hoje, os grandes motores de busca são a maior vitrine do mundo, e estão ao alcance de todos.
Também assim, o marketing de conteúdo pode mudar a realidade de um negócio, e para começar a praticá-lo basta criar um blog e disparar alguns e-mails.

Outro exemplo ilustrativo do poder do marketing digital está nas plataformas de compartilhamento de vídeo, que atualmente concorrem com as grandes emissoras.

Em alguns casos, gerando mais ibope que elas, com vídeos produzidos pelo celular de alguém.
Esses exemplos bastam para vermos como as novas gerações mudaram seus hábitos de consumo e de se relacionar com as marcas/empresas.

Junto às novidades positivas, há também as desafiadoras: graças às mídias sociais, os clientes podem gerar uma crise tremenda em um negócio que não esteja conseguindo satisfazer seus clientes, levando a marca do sucesso à instabilidade em poucas horas.

Portanto, se você deseja ficar por dentro de todas essas novidades, e conhecer como trabalhar o marketing digital no seu empreendimento, lançando mão das vantagens e precavendo-se dos aspectos mais desafiadores, siga conosco na leitura.

 

Como e por que identificar a sua persona

Como vimos acima, o marketing digital e a publicidade on-line mudaram a maneira como as pessoas se relacionam com os produtos e serviços.

Isso também tem a ver com mudanças culturais: as gerações nascidas na década de 1980 migraram rapidamente para as facilidades da internet, ao passo que as nascidas nos anos 2000 já, praticamente, nasceram com o smartphone e o tablet nas mãos.

Hoje, se alguém busca por um serviço residencial básico como raspagem de assoalho, é pouco provável que vá consultar um catálogo ou esperar que alguém entregue um panfleto em sua casa, tal como se fazia décadas atrás.

É quase certo que ela abrirá um motor de busca e lançará essa palavra-chave nele, talvez com algum completo do tipo “quanto custa”, “como contratar”, ou ainda “na minha região”, etc.

Essas gerações mais novas que passam boa parte do dia conectadas são conhecidas, justamente, como “nativos digitais”. 

Essa é a primeira coisa que o dono de um negócio precisa entender para ter sucesso no marketing digital: compreenda o seu público.

Ou, como se diz atualmente, identifique sua persona. Lembrando que, diferentemente da ideia antiga de público-alvo, a persona pode e deve ter vários perfis diferentes.

Se você trabalha com pintura de fachadas, por exemplo, pode ter perfis B2B e perfis B2C (ou seja, de clientes empresariais e de clientes finais/pessoa física).

Dentro dessa divisão, você ainda pode ter pessoas de mais idade e de menos idade. Depois, pessoas com maior ou menor poder aquisitivo, etc.

Aqui duas dicas são fundamentais: primeiro, não crie perfis demais, pois isso gera dispersão e torna impossível impactar algum cliente real.

Segundo, quanto mais aprofundar em cada perfil, melhor, pois isso é o que garantirá que você consiga pensar com a cabeça do seu cliente, o que é fundamental.

 

Ter um website já é o suficiente para mim?

Agora que você já sabe com quem exatamente precisa falar, isto é, quais são os seus clientes potenciais e pessoas que precisam da sua solução, é hora de marcar presença virtual.

Afinal, algumas regras do marketing jamais mudarão, seja no on-line ou no off-line, independentemente da sua persona/perfil. Uma delas é a de que, naturalmente, é preciso estar onde seu público está.

Em alguns casos é evidente se a empresa precisará de um portal digital de pessoa jurídica ou de pessoas física.

Mas nem sempre isso é tão claro, como no caso que vimos acima. Ou ainda, outro exemplo: se a empresa for vender aquecedor de piscina externo, que atende ambos os públicos.

De fato, vários negócios e estabelecimentos não atingem resultados satisfatórios em suas campanhas de marketing digital, porque não levam em conta esse fator. 

Portanto, não adianta conhecer bem sua persona se você não sabe onde encontrá-la ou como mantê-la engajada.

Além disso, hoje em dia, apenas ter um website já não é o suficiente. Ele se tornou algo como um cartão de visitas, e como tal precisa chegar às pessoas para que elas saibam que você existe, bem como quais sãos suas soluções propostas.

Se você trabalha com cortina sob medida, é provável que todas as casas e escritórios da sua região façam parte do seu público, em termos de clientes potenciais. Mas como atingi-los?

Veja que interessante: 82% dos internautas dizem que sempre pesquisam pelo celular antes de entrar em uma loja, e mais de 80% diz que continua pesquisando sobre o produto e até sobre a loja, mesmo depois de entrar e ser atendido por algum vendedor.

 

Por dentro das maiores vitrines do mundo

Como vimos, os grandes motores de busca se tornaram a maior vitrine do mundo. É neles que acontece grande parte da movimentação digital, então muitas das estratégias começam ali.

Sendo assim, a questão não é se todos devem ou não marcar presença nestas plataformas, mas, justamente, de que modo cada um deve fazê-lo.

Quando a empresa dispõe de algum orçamento, ela pode utilizar duas estratégias ao mesmo tempo: a de curto prazo, com publicidade paga; e a de médio e longo prazo, com a otimização de páginas, que não tem custo financeiro direto.

No caso, ao pesquisar por filtro para piscina completo o seu cliente encontrará o topo de uma página de busca, onde costuma haver empresas anunciantes, sob regime de PPC (Pague-por-Clique), e logo abaixo desses links, os de posicionamento orgânico.

Pagar para aparecer no topo não apenas garante que o cliente o encontrará, como garante resultados rápidos, já que seus anúncios começam a aparecer no mesmo dia, horas depois.

As otimizações, por sua vez, lidam com técnicas SEO (Search Engine Optimization), que são modos de cumprir os algoritmos/exigências das plataformas. 

Assim, elas próprias “indicam” sua página, e você aparece logo abaixo dos anunciantes pagos.

Certamente, se a pessoa busca por um serviço mais complexo ou nichado, como remoção de terra e entulho, pesquisará por mais tempo e lerá mais opções. 

Além do mais, quando você se posiciona no campo orgânico, emite uma noção de autoridade e relevância.

 

Marketing de conteúdo: captar e fidelizar clientes

Se ter o website não basta por si mesmo, seria redundante dizer que promovê-lo nos motores de busca é algo que pode mudar, sozinho, a sua situação.

O ponto aqui é: que tipo de conteúdo eu ofereço aos meus visitantes e leitores? Ou seja, quando a pessoa encontra seu site, não basta dispor de informações institucionais.

Aí é que entre o papel do marketing de conteúdo. O melhor caminho para conquistar autoridade no seu segmento é promovendo um blog, e por meio dele gerar conteúdos de qualidade e gratuitos que agreguem valor ao seu cliente.

Ao pesquisar sobre manutenção de fachada predial, o cliente moderno não quer saber apenas preço e prazo. Neste caso, por exemplo, é possível escrever artigos sobre:

  • Os produtos indicados para operar a higienização;
  • A frequência com que a manutenção deve ser feita;
  • Os benefícios que o serviço traz para o contratante;
  • A legislação vigente que fiscaliza esse setor;
  • Entre outros pontos.

Os conteúdos mais bacanas podem se desdobrar em outras estratégias: e-books com foco em captação de leads, e-mail marketing e newsletters com foco em fidelização, e daí por diante.

 

Como marcar presença nas redes sociais?

As redes e mídias sociais dispensam apresentação. Contudo, ao contrário do que alguns empreendedores podem pensar, elas não são “coisa de adolescente”.

Tanto é assim, que existem redes sociais corporativas, com foco na relação entre empresas. Bem como entre essas e profissionais liberais ou colaboradores em busca de oportunidades.

Além disso, as próprias redes tradicionais, focadas na conversação entre pessoa física, são importantes para os negócios. Como vimos: é preciso estar onde seu cliente está.

Portanto, se você trabalha com algo específico, como empresa de reforma comercial, e lida com arquitetura e design de estabelecimentos, não deixe de marcar presença nesses canais.

Tal como nos motores de busca, nas mídias sociais é possível conquistar o cliente por meio de conteúdos de qualidade e crescimento orgânico, ou mediante publicidade paga.

Além disso, também nelas, você aplicará os demais conceitos aprofundados acima.

Sobretudo o de persona: além de responder com agilidade e educação, é preciso falar a língua do seu público, e posicionar-se quase como uma “pessoa de carne e osso” diante dele.

Assim, todos os conceitos e modalidades vistos acima representam o cerne do que o marketing digital é, do que ele se tornou e do modo como pode mudar seu negócio de patamar.

 

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

Deve estar acontecendo com grande frequência, mas você possivelmente está notando cada vez mais oportunidades no mercado. Mesmo pessoas já com a veia empreendedora que fazem isso propositalmente, até pessoas que nem estão pensando no assunto, acabam percebendo problemas no mercado que caberiam soluções interessantes.
Essa explosão empreendedora está ativando a nossa mente, notamos que é exponencial a quantidade de pessoas que notam situações inconvenientes do mundo e resolvem tenta fazer algo a respeito.
Ok, falando assim, até parece muito fácil não é? Mas, desde o passo de perceber, estudar a situação, desenhar uma boa alternativa e até lançar um negócio a brincadeira fica um pouquinho mais complicada.
Isso é verdade, porém, temos uma facilidade hoje em dia muito distinta – formas de testar sua ideia. O que antes era bem mais difícil, o processo de perceber uma oportunidade e até lançar algo, hoje temos um meio termo, que visa saber um pouco antes se vale a pena ou não continuar nessa jornada – teste de conceito (o nome mais usual) ou apenas verificar se a sua ideia é boa ou não.
Antes de passar 3 dicas de como você pode testar a sua ideia é necessário estar atento a uma coisa – Deixe-a redonda. Isso quer dizer, tenha certeza que as pessoas compreendem o que você quer fazer. Eu diria que esse é um pré-passo, pois não adianta você querer testar sua ideia sem ela estar apta a ser compreendida.
Você pode desenhar e explicar há alguns amigos mais críticos ou até familiares se eles realmente entenderam, quanto mais as pessoas forem de áreas diferentes do que a sua ideia se propõe, melhor é para testar o quão clara ela é…
Partindo do ponto de vista que você tem agora essa ideia bem desenhada, o que fazer?

LANCE UMA LANDING PAGE
Para os não familiarizados com o termo, quer dizer apenas uma página estática na internet, daquelas que nem rolam, apenas salientando o que é a sua ideia e pedindo o contato de pessoas que tenham interesse quando ela for lançada.
Essa é a tática mais usual, pois é extremamente simples e ajuda a perceber quantas pessoas estão dispostas a deixar seus contatos a fim de saber mais sobre a sua futura Startup.
Oferecer um mimo ajuda. Por exemplo se a pessoa deixar o contato ela vai receber um vídeo falando mais sobre o assunto, ou um e-book, isso aumentará o número de pessoas interessadas na questão.

CONVERSE EM GRUPOS
Essa é uma ação que normalmente gera medo, mas os ganhos são geralmente maiores. Os futuros empreendedores pensam que ao expor sua solução, algumas pessoas poderão querer roubar e fazer por si só algo. Na verdade, isso raramente acontece, as pessoas normalmente já têm suas ideias e ambições, então elas dificilmente largaram as coisas delas para tentar a sua, sem falar que, quando as pessoas copiam algo é o que já está tendo sucesso.
Assim, soltar a ideia em grupos tende a não gerar roubos e sim boas sugestões e conexões. Colocar em grupos de discussão no facebook, linkedin e até outros fóruns de debates ajuda a perceber o interesse das pessoas no assunto e até suas grandes aspirações. Existe grupo de tudo na internet hoje, portanto é questão de achar e interagir neles para avaliar o potencial disso que está pensando.

FAÇA UMA OFERTA
Essa é a forma mais concreta digamos assim de testar, mas também a mais ousada – você já oferecer algo. O mais comum é as pessoas usarem o crowdfunding (financiamento coletivo) em que você pode colocar uma oferta e sua meta para ela e assim, caso conseguir o número estipulado de pessoas, você fará seu negócio acontecer, caso não atingir você simplesmente entenderá que o mercado pode não estar interessado.
Você também pode fazer isso com uma Landing Page ou um site bem simples apenas apresentando a proposta, ainda que a plataforma de crowdfunding seja mais adequada.
A questão é que você já oferecendo algo conseguirá compreender se as pessoas estão mesmo dispostas a pagar por isso ou não. Veja que na dica 1, de apenas fazer a Landing Page você percebe a intenção, mas isso pode não virar em compra, aqui o teste já é mais efetivo, as pessoas pagarão mesmo pelo o que você quer…
Essas 3 dicas são ótimas para você verificar rapidamente se a sua ideia tem potencial ou não. Imagine que as pessoas já poderão mostrar sua intenção, fazerem perguntas e até comentarem seus maiores desejos referentes aquilo que você vai lançar. E sem falar, que com isso, você não precisa gastar tanto tempo, dinheiro e energia para perceber se o negócio parece bom ou não.
Espero que suas ideias venham logo para o mundo, mas testa-las poderá dar ainda mais inspiração e confiança para fazê-las acontecer… Bora tirar elas da sua mente e testa-las nesse mercado.

Se você quiser pode ver essas ideias apresentadas no vídeo abaixo:

Após décadas de perplexidade e frustração, o mundo ainda está tentando descobrir o segredo do sucesso do Vale do Silício. É claro que as cidades ao sul da baía de San Fracisco têm muitos talentos da alta tecnologia, mas isso não explica nada: esses ambiciosos engenheiros e inovadores poderiam encontrar emprego em praticamente qualquer lugar que escolhessem.

Você poderia listar os elementos que levaram tantos deles até o Vale, mas o mistério permanece. Sim, a área tem várias universidades, centros de pesquisa do governo e laboratórios comerciais. E uma start-up dificilmente encontraria circunstâncias mais encorajadoras: uma grande quantidade de trabalhadores altamente qualificados; acesso a capital de risco; e uma cultura altamente empreendedora, que assume riscos.

Escrevemos um artigo para você que quer aproveitar tudo que o Vale do Silício pode oferecer gastando pouco, para acessar basta seguir para o endereço: http://www.acelerastartups.com/br/vale-do-silicio/

Mas o Vale do Silício não tem o monopólio de nenhum desses elementos. Na verdade, pequenos bolsões de inovação emergiram em outros locais dos Estados Unidos, como o triângulo de pesquisa da Carolina do Norte, e o corredor da rota 128, nos arredores de Boston. Ao mesmo tempo, vantagens comparáveis foram de pouca ajuda para áreas como o norte de Nova Jersey, com o lendário Bell Labs e grandes universidades, além da proximidade com Wall Street, a capital mundial de investimentos de alto risco.

Países de todo o mundo estão fazendo o melhor que podem parar copiar a magia do Vale. Pense na China, por exemplo, onde empresas de vários ramos da indústria aumentaram o financiamento de pesquisa e desenvolvimento em aproximadamente 64% todos os anos durante os últimos cinco anos, e o governo de Pequim está fazendo imensos investimentos no sistema de universidades do país. A esperança é que essa infusão de recursos produza um Vale do Silício – uma espécie de simbiose entre a indústria e o setor de pesquisa. O trabalho é massivo, mas até agora os resultados não são.

O que falta aos emuladores do Vale? Como autores de The Culture of Innovation: What Makes San Fracisco Bay Area Companies Different?, um estudo conjunto realizado em 2013 pelo Instituto Econômico do Conselho da Área da Baía e pela Booz & Co., nós tentamos responder essa pergunta. O que nós encontramos foi uma característica especial que distingue as empresas do Vale do Silício de empresas comuns: a capacidade de integrar suas estratégias de inovação com suas estratégias de negócio.

Essa única característica pode fazer a diferença entre sucesso e mediocridade – ou pior. Nossa pesquisa relatou que firmas do Vale do Silício têm uma probablidade quase quatro vezes maior que empresas médias dos Estados Unidos,presentes na lista anual Global Innovation 1000 da Booz & Co., de ter um alinhamento preciso de sua estratégia corporativa geral com sua estratégia de inovação. Não é coincidência, então, que a cultura corporativa de uma companhia do Vale do Silício também tenha uma tendência 2,5 vezes maior de se alinhar com a estratégia de inovação da empresa.

Uma coordenação desse tipo pode trazer grandes dividendos. De acordo com o estudo Global Innovation 1000, empresas que misturam suas estratégias de inovação com suas metas corporativas crescem com muito mais vigor que as outras, tanto em lucratividade quanto em valor líquido. E para destacar a importância da inovação, empresas do Vale do Silício têm uma probabilidade quatro vezes maior que as outras de modificar seu próprio status quo ao contratar novos talentos para desenvolver produtos.

Nossa pesquisa em andamento já identificou três estratégias básicas de inovação: o Vale do Silício é dominado pelo que chamamos de “buscadores de necessidades” [need seekers], empresas que se concentram em discernir as verdadeiras necessidades de seus usuários, tanto expressas quanto não-expressas; descobrir como atender essas necessidades; e então colocar o produto ou serviço necessário no mercado o mais rápido possível.

As outras duas categorias são os “condutores tecnológicos” [technology drivers] que recebem ordens dos departamentos de engenharia, e não dos clientes, e os “leitores de mercado” [market readers] que se baseiam em uma abordagem de desenvolvimento incremental e rápido. De acordo com nossa pesquisa, os buscadores de necessidades cresceram consistentemente mais que os outros dois em um período de cinco anos, tanto em lucros brutos quanto no valor da empresa.

Nossa pesquisa também mostra que os buscadores de necessidades tendem a formular suas decisões sobre estratégias de inovação nos níveis mais altos da empresa. Então eles se certificam de comunicar essa estratégia para toda a organização, e administram seus projetos de P&D rigorosa e impiedosamente. Buscadores de necessidades em geral – e empresas do Vale do Silício em particular – reúnem uma cultura de forte identificação com o cliente e paixão sincera pelos produtos e serviços da empresa. Ao mesmo tempo, existe menos preconceito contra produtos que “não foram inventados aqui”, consequentemente tornando a empresa mais aberta a boas ideias, não importando sua origem.

Um total de 46% das empresas do Vale do Silício segue esse modelo, contra apenas 28% das empresas dos Estados Unidos na lista Global Innovation 1000. Talvez isso se deva à ética de capital de risco do Vale, que recompensa empresas com planos estritamente focados em negócios e em antecipar as necessidades dos clientes.

E esse parece ser o segredo tão procurado. As empresas que se situam no Vale usam uma estratégia que exige excelência, põem as necessidades dos clientes no centro da inovação e recompensam novos talentos e ideias acima de tudo. Até agora essa combinação especial de recursos e ideais se provou difícil, senão impossível, de imitar em qualquer outro lugar. Mas a busca continua mesmo assim. O prêmio é grande demais para ser ignorado.

Fonte: SCIAM

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É muito empolgante notar a quantidade de material e pessoas se dedicando a ensinar os primeiros passos na hora de começar uma Startup. São e-books, livros, áudios, cursos online, artigos, bastante coisa mesmo estimulando como começar…
Claro que cada um deste profissionais que atuam no meio, tem suas ideias, características, e uma serie de diferentes ferramentas que indicam as melhores formas de tirar aquele famoso insight, altamente promissor da sua cabeça e trazer para a realidade. A formula sem erros, não existe, mas boas sugestões sempre vêm bem.
No entanto, algo me chamou muita atenção, foi um bate papo que tive esses dias com dois empreendedores que me perguntaram exatamente isso “Nós estamos começando os primeiros passos, mas quais seriam os maiores cuidados que você tomaria na hora de começar um negócio inovador?” Uma pergunta simples e de extrema relevância.
Na hora comecei a pensar e trocar ideias com eles, mas surgiram 3 principais considerações muito evidentes para eles, que resolvi compartilhar com vocês, pois acredito que sejam fundamentais para o mercado.

1 – FAÇA TESTE DE CONCEITO
Muitas das grandes ideias, as pessoas têm uma ânsia demasiadamente grande para lançar e verem acontecer que esquecem uma das técnicas mais simples e uteis das Startups – o teste de conceito. Porque você já vai sair construindo logo, se inicialmente pode testar a aceitação da sua ideia antes mesmo de pôr muito a mão na massa.
Você pode pensar, mas eles só vão entender se verem… Ok, as vezes sim, mas na grande maioria, você pode ter uma boa noção do interesse e até os principais anseios com um simples teste de conceito.
Coloque uma Landing Page, ou até uma campanha já de pré-lançamento da sua solução e veja como os interessados reagem a sua proposta, suas duvidas e aspirações. Isso ajuda demais no próximo passo.

2 – UM MVP É UM MVP E NÃO UM APANHADO DE COISAS
Quando você entende o que quer lançar para o mercado, o mais comum é as pessoas colocarem cada vez mais anexos na solução. O que começa do jeito certo, um MVP (fazer a solução mais simples possível) vai ganhando gradativamente mais e mais incrementos, sendo que a solução fica perdida no meio disso tudo.
Portanto, o segundo grande cuidado é manter o MVP como ele deve ser, focado exclusivamente no cerne da sua solução. Lembre-se que cada coisa que você colocar a mais, pode confundir as pessoas para testarem o que efetivamente importa.
Possivelmente esse é o maior erro que vejo acontecer… As pessoas colocam gamefication, demasiado conteúdo, várias opções distintas em que o usuário ao entrar fica completamente perdido e acaba nem querendo testar. Portanto, lembre-se de nesse primeiro momento testar apenas o essencial da sua ideia, afinal você quer descobrir se isso resolve ou não o problema.

3 – FAÇA O MARKETING NA MUDANÇA DE COMPORTAMENTO
Essa ressalva é muito pouco comentada, mas extremamente útil. Grande parte dos lançamentos de negócios inovadores, as pessoas já acreditam que apenas algumas pessoas sabendo da ideia, já irão sair comentando com os outros e o buzz vai trazer muita gente. As pessoas adoram pensar que suas ideias são tão diferentes que serão imãs automáticos de clientes.
Adivinha… raramente são. Mas muito raramente mesmo. Na maior parte você precisara fazer um marketing, e saca só, o marketing inicial tem que ter grande foco na mudança de comportamento.
Os empreendedores querem destacar muito a marca e seus grandes diferenciais, mas esquecem que por serem Startups estão trazendo um jeito novo de solucionar algo, automaticamente estão mostrando uma nova forma de resolver esse problema, o que quer dizer – mudança de comportamento. E as pessoas não mudam assim tão fácil.
Quase todos sabem que usar um app de delivery food é bem mais rápido e fácil que ligar, mas a maioria das pessoas ainda ligam para pedir comida, porque? Ora, é uma mudança de habito, de ouvir a voz da pessoa confirmar o pedido, endereço e tudo mais, para mensagens de confirmação. Parece simples, mas por muitos anos foi assim, por melhor que seja o novo habito demora a pegar.
Infelizmente os empreendedores acreditam que só por ser mais fácil as pessoas já assumiram o novo comportamento, mas isso não acontece, precisa de uma marketing bem focado em mostrar o quanto a mudança é benéfica. Mesmo que você pense, mas isso pode ajudar minha concorrência também… Nesse inicio, pra você é mais importante que as pessoas mudem a atitude, do que quase ninguém aceitando sua solução e brigando por meia dúzia de gato pingado.
Esses são 3 cuidados básicos mas altamente relevantes para quem estiver pensando em criar ou já começando um negócio inovador. Prestar atenção nisso ajudará bastante no desenvolvimento do negócio… Vai com tudo.

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Você sabe como é, todos nós sabemos e de uma certa forma um dia já procrastinamos. Talvez seja um dos hábitos mais famosas do mundo e mais detestados, as pessoas odeiam isso em si, mas invariavelmente continuam agindo assim.
Nem sempre é fácil se assumir como procrastinador, a maioria apenas se dá conta que fez isso depois de um tempo, normalmente quando percebe que deveria ter feito!
Ah essa sensação de deveria ter feito – Como doi!
O que acontece, nós precisamos tomar atitudes e ao pensar sobre o assunto alguns bons motivos para deixarmos para depois. E aquela sensação de alivio assume… Essa é a grande porcaria da procrastinação, porque ao cometermos ela trás uma sensação boa, de alivio imediato. Isso é terrível, pois parece muitas vezes até que ela foi acertada até a vida nos voltar com um tapa e mostrar que foi coisa nenhuma.
Levando isso para o mundo do Empreendedorismo de Alto Impacto (Startups) é ainda mais comum, pois os riscos e tantas incertezas que o cercam fazem da procrastinação quase tão gostosa quanto cafuné de mãe. Portanto, resolvi apresentar 3 boas razões para não procrastinar.
Antes disso, lembre-se que cair as vezes faz parte da jornada, aqui tem um ótimo podcast sobre esse assunto – Cair faz parte da jornada

1 – TIRANDO UM BAND AID
Você sabe como é, se for devagarinho, aos pouquinhos ai coloca novamente, começa a tirar mais com calma, desiste. Espera mais um tempo, recomeça o processo e assim vai indo aos poucos, sentindo várias vezes a dor até tirar…
Muitas vezes as pessoas não querem assumir logo seu projeto de empreendedorismo por essa questão, quando o compromisso foi afirmado – Agora vou fazer. As coisas têm que começarem a andar e isso doi um pouco. Claro, agora é mais trabalho, é entrar na incerteza, é provar que pode… São tantas possíveis adversidades que poderão nos causar algum desconforto que praticamente não teria sentido fazer.
Mas tem todo o sentido. O que as pessoas procrastinadoras colocam com maior peso na balança é a dor que não ter que sentir, mas o que esquecem é que ali começa a construção de um sonho, de um passo mais firme para o proposito. Quanto mais tempo levar para começar isso, menos tempo terá aproveitando-o.

2 – NOVOS APRENDIZADOS ESTÃO CHEGANDO
Você certamente já deve ter tido aquele medo quando era criança, ir para frente da sala de aula e a professora lhe fazer uma pergunta que você nem sonha qual é a resposta certa. No Empreendedorismo de Alto Impacto (Startups) temos muito isso, as pessoas temem muito chegar em uma situação importante e não ter ideia se saberão como agir.
Com certeza muitas vezes você não vai… E isso é ok, quer saber mais, Steve Jobs passou por isso, Elon Musk, Bill Gates… Qualquer pessoa que um dia começou um negócio teve que passar por isso. Ninguém jamais vai ter todas as respostas.
O importante aqui é ir se preparando, mas estar ciente que a vida vai lhe apresentar MUITAS questões que você não saberá responder e isso é normal. Pense que maravilha será uma ótima oportunidade aprender e evoluir. E se ainda tiver medo, lembre-se que alguém deve ter passado por isso e poderá lhe ajudar, e aqui tem uma oportunidade melhorar seu networking e fazer novas conexões.

3 – VOCÊ PODE IR SE PREPARANDO NO CAMINHO
Não é só a questão do conhecimento citado acima, mas também as habilidades que serão exigidas, a equipe, tantas coisas o universo do Empreendedorismo de Alto Impacto (Startups) irá precisar que muitas vezes as pessoas querem se preparar um pouquinho mais.
Claro que uma base é super importante, mas chega momentos que não adianta mais você aprender dos outros como se faz é a hora de ver na realidade. Segundo a PNL se você quiser compreender de verdade, aja.
Dessa forma é super bacana fazer um curso de Empreendedorismo de Alto Impacto e entender a logica, saber um pouco do que vai acontecer, mas você não pode contar que tudo poderá ser aprendido assim. Saiba que grande parte das lições a vida está esperando para lhe mostrar no caminho.
Consciência é algo muito importante a todos empreendedores, aqui tem uma ótima indicação de artigo sobre isso – O que é falta de consciência?
Empreender é um risco, principalmente quando falamos de Startups, mas perceba que mesmo os 3 maiores motivos para procrastinar sua decisão de empreender na verdade acabam logo ali depois provando que seria melhor ter feito na hora.
Se você está naquele passo para realmente colocar sua ideia adiante e se tornar empreendedor, mas ainda tem seus receios, tente parar e perceber se não é um pouco de procrastinação…
“Sonhos se constroem com ação, não com mais pensamentos”

Aqui tem um vídeo interessante sobre testar as ideias:

A moda de querer empreender, criar algo, fazer a diferença no mundo está show de bola. Muitas pessoas querendo trazer algo diferente para a realidade, lidar com problemas de um jeito novo. Porém, muitas se preocupam, eu não sou alguém de ideias, ou não tenho esse espirito de puxar a frente.
Acontece que muitas vezes elas acabam acreditando que não poderão ser empreendedoras, afinal, não são as pessoas que tiveram “a sacada” ou saíram na frente com algo… Mas e ai, quer dizer que ferrou de vez?
Na verdade, comecei a pensar e notar isso, quando fui estudar um pouco de Jazz. Uma das grandes diferenças no Jazz é a improvisação, é fomentar o novo, e normalmente a partir de algo que já existe.
Muitas vezes as pessoas achavam que era só soltar lá e dizer “Ok, agora criem…” do nada assim, sem nem um tema, um acorde, absolutamente nada. A mente trava obviamente.
Agora, quando existem os primeiros acordes, simples, a primeira direção, a coisa começa a fluir e as possibilidades são infinitas.
E aqui começamos a chegar a essência desse artigo.
É estimulado aos artistas, perceberem a linha que estão indo e quando perceberem o momento, arriscar inovações que fujam do normal, do que já foi tocado. As vezes da certo, as vezes da errado. Porém, o grande detalhe para dar certo, são as pessoas que acompanham…
Exatamente, pois, se elas percebem algo novo, veem que deu errado, mas tentam a partir disso fazer algo inusitado, é super comum criarem um novo caminho, distinto do que já foi visto e o show continua, a musica revigora, e o erro nada mais foi que o inicio de algo único.
As melhores musicas de Jazz e os mais famosos, foram os grandes construtores do acaso, porém, o destaque é “se não tiver quem acompanhe, não tem como fazer”.
No empreendedorismo é a mesma coisa, não adianta ter uma pessoa com toda a fé do mundo, vontade, super ideia, mas não existir aquele que está próximo e acredita, colocando suas habilidades para fazer acontecer, o famoso #tamujunto.
Por exemplo, eu sou uma pessoa empreendedora, que percebe oportunidades, adora ser o primeiro a cavar em algumas possibilidades e começar as coisas, mas quando não tenho alguém que me ajude na questão de se organizar mais, de estruturar as coisas desde o inicio, meus projetos tendem a falhar. Eu preciso de alguém que me acompanhe, e essa pessoa é importante na mesma medida que o empreendedor.
Ou você acha que o Jobs conseguiria algo se não fosse o Wozniak?
Desta forma, saiba que o mundo do empreendedorismo, eu arrisco até dizer, está precisando de mais acompanhadores do que propriamente os empreendedores. Aquelas pessoas que chegam e dizem, vai que estou com você.
Portanto, não se abale caso você não seja a pessoa das ideias, o mundo está precisando mais daquele que acredita e impulsiona hoje até do que as próprias ideias. E se esse artigo de alguma forma lhe deu um incentivo, me responda algo com sinceridade “O que te impede agora de procurar um grande projeto para você ajudar a fazer virar realidade?” Certeza que existem milhões de empreendedores esperando por você ;]

Nesta semana, o fundador da Microsoft compartilhou em seu blog suas leituras preferidas de 2016. Veja quais são (e por que)

 

O perfil do consumidor está mudando consideravelmente e isso se acentua com a crise econômica que atingiu o Brasil. Dentre as mudanças, a fidelidade a uma marca foi um dos pontos mais afetados. Segundo pesquisa realizada pela consultoria McKinsey & Co, um terço dos consumidores brasileiros não abandonou suas marcas preferidas, mas está em busca constante por formas de encontrá-las por preços menores – 19% está comprando em menor quantidade e 14% está esperando uma liquidação.

Neste contexto, o cashback – devolução, em dinheiro, de parte do valor gasto na compra – surge como uma alternativa, pois agrada a todos: entrega os resultados esperados pelas marcas e amplia o benefício oferecido ao consumidor. A proposta é simples: as lojas pagam para anunciar nos sites e toda vez que o cliente faz uma compra através deles, a empresa de cashback devolve ao usuário, em dinheiro, parte desse valor.

Cada vez mais estratégico, o mercado de cashback tem crescido no mundo inteiro – em 2014, a empresa japonesa Rakuten adquiriu a empresa de cashback americana Ebates por US$1 bilhão. Independentemente de crise, o consumidor está em busca de melhores condições de compra e de formas de ser recompensado por sua importância para o mercado.

Programas de recompensa que antes eram usados, em sua maioria, para atender a desejos extras dos consumidores, hoje se tornaram uma forma de complementar o orçamento.

Os programas baseados em pontos ou milhas podem ser pouco tangíveis, além de limitar o consumidor, uma vez que a troca só pode ser realizada em determinadas lojas ou produtos/serviços. Quando se devolve dinheiro, o risco de frustração praticamente não existe, uma vez que o cliente pode utilizá-lo onde e como quiser.

Seguindo esta tendência, em setembro de 2016, o Méliuz – empresa líder no segmento de cashback no Brasil – ampliou sua atuação também para o ambiente offline. Pela primeira vez no Brasil, clientes podem receber de volta parte do valor gasto em bares, supermercados e na compra de imóveis.

O modelo de negócio continua o mesmo, mas no varejo físico, a indústria participa mais ativamente, pois o volume de vendas de muitos produtos é maior. O cashback é vantajoso para os clientes, que recebem de volta uma parte do valor gasto, e para as lojas e marcas, que passam a ter no Méliuz mais uma ferramenta de fidelização.

Com a vantagem de não expirar e dar liberdade para o consumidor usar como bem entender, o cashback já é uma realidade e possui um futuro promissor muito próximo.

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