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RAPPORT – O Ingrediente Mágico da comunicação

Penny Tompkins e James Lawley

“Rapport é a capacidade de entrar no mundo de alguém, fazê-lo sentir que você o entende e que vocês têm um forte laço em comum. É a capacidade de ir totalmente do seu mapa do mundo para o mapa do mundo dele. É a essência da comunicação bem-sucedida.”
Anthony Robbins

“Nunca ninguém me escutou como você.” Assim falou uma jovem senhora – viciada em drogas, desempregada e ameaçada de ser despejada da sua casa. Será que nós temos um talento mágico que nos permite obter, repetidamente, respostas como essa dos nossos clientes? Não, nós simplesmente construímos um nível de rapport tão profundo que as pessoas sentem-se verdadeiramente ouvidas e experimentam uma sensação de segurança.

Nós descobrimos que isso é um pré-requisito para a comunicação efetiva, quer em aconselhamento, nas nossas vidas pessoais, na vida profissional… em qualquer lugar, e com qualquer um.

Basta seguir as etapas abaixo, e você também poderá otimizar as suas habilidades de comunicação. Com isso, você será capaz de melhorar a qualidade da sua vida e da vida daqueles à sua volta.

PNL

Se você já leu artigos sobre o início da PNL, se recordará que a PNL começou com o estudo de excelentes comunicadores.

Qual é a diferença que faz a diferença em sentir-se confortável e apreciado por alguém, mesmo se ele discordar do que você disse? Como é que você gosta instantaneamente de algumas pessoas que encontra – enquanto que de outras, você não consegue nem escapar suficientemente rápido? Por que você pode falar com algumas pessoas durante horas e isso parecer apenas minutos?

RAPPORT

A resposta para todas essas perguntas é o RAPPORT. Um dos alicerces da PNL e o mais importante processo em qualquer comunicação. Quando as pessoas estão se comunicando em rapport, elas acham fácil serem entendidas e acreditam que seus interesses são altamente considerados pela outra pessoa. Rapport significa receptividade ao que a outra está dizendo; não necessariamente que você concorde com o que está sendo dito. E quando você está em rapport, algo mágico acontece. Você e os outros sentem que são escutados e ouvidos. Num nível inconsciente, existe o confortável sentimento de “Essa pessoa pensa como eu, eu posso relaxar”.

O verdadeiro rapport cria uma atmosfera de confiança mútua. Se você está usando o rapport como uma tática para manipular outra pessoa para a sua maneira de pensar, em algum nível ela sabe disso instintivamente e não irá reagir positivamente. Entretanto, se você se tornou um perito na arte do rapport e a sua intenção é ouvir e ser ouvido, para alcançar soluções ganha-ganha ou para criar amizades genuínas, você irá se tornar um comunicador poderoso e confiável.

Muitas vezes, as pessoas estão naturalmente em rapport. Você já percebeu que alguns casais nos restaurantes estão em sintonia um com o outro e que seus corpos se movem juntos como que dançando? Preste atenção nas crianças brincando, observe as interações nas reuniões, note os amigos num pub. Veja e ouça como o efeito de duas pessoas se movendo juntas produz resultados positivos na comunicação delas. Observe também como a qualidade da interação muda para uma falta de comunicação quando a fisiologia delas não combina e elas estão fora de sincronia uma com a outra.

ESPELHAR

Assim sendo, como nós podemos conscientemente melhorar a nossa própria habilidade de rapport? Podemos começar aprendendo o processo chamado de “espelhamento” – que é utilizado para reproduzir o comportamento da outra pessoa. Comportamentos que você pode espelhar incluem:

Postura corporal
Gestos da mão
Expressões faciais
Deslocamento do peso
Respiração
Movimento dos pés
Movimento dos olhos

Espelhar é “copiar” fisicamente os comportamentos da outra pessoa de uma maneira sutil. Tente espelhar apenas um aspecto do comportamento da outra pessoa enquanto estiver falando com ela – talvez a postura dela. Quando isso se tornar fácil, inclua outro suavemente, como os gestos da mão dela. Gradualmente acrescente outro e outro até você estar espelhando sem pensar sobre isso. Quanto mais você praticar, mais fácil se torna. Como retribuição, a mesma reação positiva e confortável que você criou para a outra pessoa, será sentida por você mesmo.

PRÁTICA, PRÁTICA, PRÁTICA

Quanto mais você praticar, mais você se tornará consciente dos diferentes ritmos, gestos, padrões da respiração que você e os outros têm. É fascinante entrar no “mapa do mundo” da outra pessoa espelhando o comportamento dela. Dessa maneira você pode aprender muito mais sobre ela.

Tenha certeza de ser sutil no espelhamento quando estabelecer rapport. Se a outra pessoa está fazendo grandes gestos, impetuosos, você pode escolher fazer igual, mas menor, movimentos menos óbvios. O início pode parecer desajeitado. Mas o valor de aprender a conseguir e manter o rapport vale todo o tempo e o esforço que leva para se tornar um especialista nessa área de comunicação.

E você pode ser surpreendido ao descobrir que a sua “intuição” ficará mais intensa quando se tornar consciente dos comportamentos e ações que anteriormente não percebia.

Espelhar é algo que nós fazemos automaticamente quando estamos em torno das pessoas com as quais nos sentimos confortáveis. Aprender a espelhar de propósito para obter rapport nos capacita a melhorar a nossa comunicação com os demais e a ter o apoio de todos que encontramos que nos ajudam a realizar nossos objetivos e metas.

Se você tem a mínima dúvida de que espelhar realmente funciona… experimente. Escolha três pessoas com quem você quer uma melhor comunicação e as espelhe por apenas 10 minutos. Note a diferença que isso faz.

“Você não quer clientes… você quer fãs enlouquecidos!!!”
Anthony Robbins

Um de nossos estudantes na City University tentou melhorar de emprego por alguns anos. Depois de aprender algumas habilidades básicas do rapport como espelhar e combinar, e utilizando isso nas entrevistas, ele finalmente obteve sucesso e acabou numa posição brilhante na City. Ao praticar suas habilidade de rapport nas entrevistas, outro estudante se tornou um apresentador de TV.

Anthony Robbins é um mestre nas habilidades de combinar e espelhar do rapport. Essas habilidades se tornaram tão naturais que ele nem mesmo precisa pensar para fazê-las. Elas são automáticas.

Os leitores da “Personal Success” também estão tendo vantagens das sugestões e dos exercícios de PNL, aprendendo novas e poderosas habilidades de comunicação, e como resultado, estão mudando para melhor suas vidas.

E você? Está pronto para tentar algo novo e fazer estas mudanças agora?

ESPELHAR

Na primeira parte desse artigo, nós introduzimos o espelhar. Espelhar é “copiar” fisicamente o comportamento de outra pessoa, como se os movimentos dela estivessem se refletindo de volta para ela. Isso é feito com respeito e sutilmente. Num nível inconsciente, a pessoa com quem você se comunica dessa maneira, se sente reconhecida e aprecia o seu interesse por ela. Você está acompanhando a experiência da pessoa, e apesar dela não perceber o seu espelhamento, ainda assim ele terá um efeito profundo.

Espelhar feito com integridade e respeito cria sentimentos positivos e reações em você e nos outros. Caso contrário, espelhar se torna arremedo e tem conseqüências negativas. Então, quando você aprender as habilidades de rapport adicionais que se seguem, relembre que o poderoso efeito que você cria precisa ser baseado em valores e princípios nobres.

COMBINAR

Uma diferença básica entre espelhar e combinar é o timing. Enquanto que espelhar é simultâneo com os movimentos da outra pessoa, combinar pode às vezes ter um fator de “atraso no tempo.” Por exemplo, se alguém está gesticulando enquanto fala e estabelece um argumento, você pode ficar quieto enquanto presta atenção. Quando for a sua vez de falar, você pode fazer os seus comentários e a sua posição usando o mesmo gesto ou similar.

Existem outros tipos de combinar:

EQUIPARAÇÃO CRUZADA é escolher combinar um dos comportamentos a um correspondente, porém de um tipo diferente.

Por exemplo, se a pessoa está piscando muito ligeiro, você pode fazer a equiparação cruzada discretamente dando pancadinhas com o seu dedo na mesma velocidade que ela pisca; ou acompanhar o ritmo de alguém falando com pequenas inclinações da sua cabeça ou da sua respiração.

DIFERENCIAR também é uma habilidade útil para ser dominada a fundo. Você já teve alguém falando sem parar enquanto conversava com você… e você imaginando se ela iria parar de falar?

Você pode quebrar o contato visual, gire o seu corpo em angulo com ela, respirar mais ligeiro ou mais devagar em contraste com a respiração dela… em resumo, faça qualquer coisa para quebrar o rapport por diferenciação. Você ficará surpreso de como a conversa rápida e facilmente chega ao fim.

Você irá se descobrir ouvindo e observando as outras pessoas em mais detalhes quando aprender essas habilidades básicas do rapport. Prestar atenção nos outros dessa maneira é um processo de estabelecer confiança, e quanto mais elegantemente você espelhar, combinar e equiparar cruzado, mais seus clientes irão se transformar em “fãs enlouquecidos”.

PRÁTICA, PRÁTICA, PRÁTICA

Quando falar com membros da sua família ou com colegas de trabalho, encontre um comportamento ou movimento específico para se focar e combine ou equipare cruzado. Você pode selecionar um comportamento por dia para praticar até que você possa formar todo o repertório de habilidades de rapport.

Você pode:

Usar os movimentos da sua mão para acompanhar a respiração da outra pessoa. Mexa seus pés para acompanhar os movimentos da cabeça da outra pessoa.

Incline os seus ombros quando a outra pessoa inclinar a sua cabeça.

Erga o dedo quando a outra pessoa levantar a sobrancelha.

Sinta-se a vontade para criar as suas próprias técnicas de equiparação cruzada! Também lembre-se de praticar o diferenciar, mas tenha certeza de finalizar a interação no estado de rapport.

ESPELHAMENTO E COMBINAÇÃO COMPULSIVOS

Algumas pessoas acham que elas realmente têm que combinar e espelhar.

Uma jovem senhora que combinava e espelhava constantemente estava sentada ao lado de uma colega que estava cansada de ser imitada. A colega deslizou na sua cadeira, e lógico que ela fez o mesmo. Então a colega deslizou ainda mais. Ela fez o mesmo. Finalmente, uma escorregada em demasia e a mulher caiu literalmente no chão! Sua colega, consciente do espelhamento, permaneceu na sua cadeira.

RAPPORT

Perceba a diferença que essas habilidades de rapport fazem na sua vida. Se o contexto é namorar, ser entrevistado, ou vender, você pode fazer a escolha para melhorar a suas habilidades de comunicação usando a PNL.

Penny Tompkins e James Lawley são consultores empresariais e pessoais, e podem ser contatados através da The Developing Company.

Fonte: www.cleanlanguage.co.uk

Ex-professor lança workshop grátis para o ensino do empreendedorismo no Brasil

Cansado de ficar parado ao ver o empreendedorismo ser ensinado de forma distante da prática em diversas partes do país, ele iniciou uma pesquisa em 2009, por meio de livros, revistas e blogs sobre o tema, além de fazer contato com autores de diversas partes do mundo. Criou uma comunidade para fomentar o empreendedorismo em sua região, visitou o Vale do Silício e participou de inúmeros treinamentos dos mais variados tipos, inclusive dentro da faculdade número 1 em empreendedorismo nos Estados Unidos: Babson, em Boston, onde teve acesso a conhecimento e professores de primeira linha.

A primeira dificuldade também serviu de trampolim pois trouxe diversos aprendizados “Sempre fui muito curioso e boa parte do modelo desenvolvido tem a ver com isso, como os melhores conteúdos estavam em inglês, fui obrigado a aprender a língua, pois precisava me comunicar com os autores, trocar ideias e experiências. O resultado foi animador, e em poucos meses de muito esforço já trocava e-mails e conseguia ler muito artigo sem a ajuda do tradutor.”

Para validar seu aprendizado o professor Claudio Brito, precisava aplicar no seu negócio os conhecimentos recém-adquiridos. “Vi com nitidez o abismo entre a teoria e a prática ou, algo muito pior, o baixo preparo do ensino superior para treinar futuros empreendedores. Isso me levou a estudar com mais vontade. Fiz curso de Coaching, busquei livros sobre o comportamento humano e, pouco a pouco, um quebra-cabeça foi se montando, entendia as coisas com mais clareza e as necessidades iam ficando mais óbvias. Troquei as férias por mais trabalho e estudo! Fui morar no Vale do Silício com a minha esposa, queria estudar inglês, conhecer gente nova e entender melhor porque as coisas funcionam bem por lá… Conheci Steve Blank, um famoso guru do empreendedorismo inovador… Não sabia aonde toda essa busca ia me levar, mas de alguma forma, sentia que estava no caminho certo. Não podia mais continuar dentro da faculdade! Precisava me concentrar mais nos negócios e nos estudos. Assim que pedi demissão da faculdade onde trabalhava, fui convidado para ser Facilitador do Empretec, treinamento da ONU realizado em todo mundo, focado no comportamento empreendedor e que no Brasil tornou-se um sucesso pelas mãos do Sebrae, que exporta seus melhores facilitadores para várias partes do mundo. A ideia me animava muito pois casava perfeitamente com o meu projeto de vida. Pude então conhecer facilitadores do Brasil inteiro e ter acesso aos bastidores de um dos melhores treinamentos para empreendedorismo do mundo: era mais uma peça do quebra-cabeça que aparecia na minha frente e eu a agarrei com todas as forças, estudando com afinco cada detalhe do seminário.”

Quase 2 anos depois, recebi indicações para o meu credenciamento, processo longo e interrompido parcialmente pelo nascimento do meu filho. Mas uma vitória considerável, pelo nível de exigência pela qual um facilitador iniciante passa. Aquela insatisfação com o modelo de ensino do empreendedorismo era menor, porém, sabia que o Empretec ainda não era acessível para muitos empreendedores e não atendia bem os empreendedores em estágio inicial. Além disso, possuía elementos suficientes para criar um treinamento diferenciado, pois coletara bastante material e uma extensa rede de contato construída em 17 anos de mercado em várias cidades do Brasil. Era hora de fazer mais!

Aplicando as técnicas que havia aprendido, Claudio começou a oferecer mentoria gratuita para quem estivesse começando um negócio. “Nessa etapa, conversava com os empreendedores, queria saber suas angústias, dores e decepções. Fazia reunião via Skype, telefone ou qualquer outro meio conveniente e em qualquer horário, o que traz problemas para qualquer sujeito com esposa e filho recém-nascido, mas essa é outra história… A paixão pelo que eu fazia valia o sacrifício. Além disso, estava validando a ideia, algo que faz parte da metodologia empreendedora resultante da pesquisa e antes de colocar a metodologia no mercado, precisava entender bem os detalhes das necessidades desses empreendedores em estágio inicial. Com o sucesso dessa fase, estava próximo do lançamento do treinamento.”

No entanto, ainda sentia necessidade de deixar o modelo o mais acessível possível para o maior número de pessoas, desafio que foi superado com a adição de um pequeno detalhe ao modelo de negócio: o treinamento seria distribuído gratuitamente e, mais do que isso, faria o licenciamento baseado no Creative Commons o que permitiria amplo acesso a todo o material necessário para realizar o workshop para qualquer pessoa disposta a facilitar o conteúdo, dando a ela sem cobrar royalties, a possibilidade de contribuir com a evolução do modelo e utilizá-lo de forma comercial ou não. Com a novidade, a adesão dos primeiros co-criadores surgia de forma orgânica de várias partes do Brasil. E o número só cresce a cada dia.

Em tempo, no roteiro do Workshop criado constam 4 módulos: O primeiro deles focado em introduzir o participante no mundo das startups, trazendo conceitos como: Zeitgeist, calda longa, cruzando o abismo e canvas do modelo de negócio. Na sequência o participante pratica o desenvolvimento de clientes, sendo estimulado a criar personas para representá-los, usar o mapa da empatia para entendê-los e conversar com o seu público alvo para validar suas ideias. No terceiro módulo o participante irá trabalhar sua proposta de valor, o que precisa fazer para entregar o que promete, montar benchmark para comparação com concorrentes e criar um funil de vendas para trabalhar cada etapa comercial do projeto. Já no quarto e último módulo o participante irá apresentar sua ideia e receber feedbacks. A ideia é fazer uma grande imersão para que mesmo os participantes que ainda não tenham uma ideia, mas queiram empreender possam sair do treinamento com uma visão clara de como fazer ou que caminho seguir.

Para dar um direcionamento mais adequado à quantidade de requisições que vem recebendo, Claudio abriu um formulário de cadastro para os candidatos a facilitadores da metodologia, disponível em: http://acelerastartups.com

Ferramenta grátis para criar o seu Modelo de negócios

Buscando uma ferramenta grátis e online que me permitisse compartilhar os modelos de negócios das startups mentoradas por mim, encontrei o https://bmfiddle.com/

Uma ferramenta muito prática que além das características citadas acima possui algumas variações do Canvas e permite a criação de:

– Canvas da proposição de valor
– Lean Canvas
– Canvas do produto na versão original e modificada
– Canvas pessoal
– Análise SWOT
– Mapa da empatia

Recomendo a todos!

Resumo do livro Business Model Generation

Esse resumo foi produzido como contribuição do Blog Eureca! para a Semana Global deEmpreendedorismo de 2011.O objetivo do documento não é substituir o livro, mas apenas destacar os principais conceitos apresentados e se colocar como um guia de referência rápida sobre o assunto abordado na publicação.

Fonte: Blog Eureca

Mapa da empatia

A empatia é a capacidade de compreender o sentimento ou reação da outra pessoa imaginando-se nas mesmas circunstâncias. Ou simplesmente colocar-se no lugar do outro.

O QUE É O MAPA DA EMPATIA?

É uma ferramenta para obter um profundo CONHECIMENTO DO CLIENTE o que representa uma vantagem competitiva essencial nas organizações.

mapa-empatia

Como Aplicar o Mapa nos negócios?

– Primeiro vamos identificar os segmentos de clientes que vamos focar;

– Dar ao perfil de cliente selecionado, um nome e as características demográficas tais como estado civil, ingressos, idade, sexo, etc. (o detalhe aqui é trabalhar com os dados que são interessantes ao meu modelo de negócio, um exemplo, a forma como ele conecta a internet ou chega até o meu site podem ser mais interessantes do que saber o sexo do cliente).

– Com ajuda de notas auto-colantes vamos responder diferentes perguntas, baseado no perfil de cliente escolhido.

O que o nosso cliente vê?
Como ele pensa?
Como ele se sente?
O que ele fala ou faz?
O que escuta?
Quais desafios enfrenta?
Quais são suas fortalezas?


O que ele vê? Como é seu entorno? Quem são os seus amigos? Qual é a oferta que recebe? Que tipo de problemas ele encontra?

ESCUTA
O que ele escuta? Quais são as áreas que influencia no seu entorno? O que seus amigos dizem? Seu parceiro/a? Quem realmente o influencia e como? Quais os canais de mídia os influenciam?

PENSA E SENTE
O que ele pensa ou sente? O que considera realmente importante? Quais suas emo­ções? O que o move? Quais suas expectativas, sonhos e aspirações? Quais suas emoções?

FALA E FAZ
Qual é seu comportamento e reação em público? O que ele comenta no seu entorno? O que Identificar algum fator diferencial entre o que diz e o que realmente pensa ou sente?

FRAQUEZAS
Quais são suas fraquezas? Que desafio enfrenta? Quais são suas maiores frustrações? Que obstáculo enfrenta para conseguir seus objetivos? Que riscos teme assumir?

GANHOS
Quais são seus Ganhos ou Fortalezas? Que lucro quer conseguir? Como mede o sucesso? Que estratégia utiliza para conseguir seus objetivos?

Considerações.

Uma vez realizado o análises temos um sólido conhecimento do cliente, seu entorno, preocupações, comportamentos, expetativas e decisões. Isto permitira abrir novos caminhos para a criatividade, inovação e novas oportunidades de negócios.

Por ultimo, VALIDE todas suas suposições com clientes reais.

Baixe o mapa da empatia em PDF, clicando aqui.

Conheça a nossa Escola de Negócios e descubra detalhes imperdíveis para aplicar o mapa da empatia com foco em ampliar suas vendas, clicando aqui.

Zeitgeist para negócios

Zeitgeist é um termo alemão cuja tradução significa espírito da época, espírito do tempo ou sinal dos tempos. O Zeitgeist significa, em suma, o conjunto do clima intelectual e cultural do mundo, numa certa época, ou as características genéricas de um determinado período de tempo.

Inovar quanto ao modelo de negócios, significa adaptar o seu modelo de negócio, ou sua proposta de valor a determinado anseio dos clientes que ainda não foi atendido por outros concorrentes ou empresas de um determinado segmento. Quando você aplica o termo Zeitgeist a isso, você atinge em cheio uma massa significativa que “rapidamente” transforma uma empresa ou ideia em sucesso. Vejamos alguns exemplos:

O Youtube revolucionou a forma como vemos, publicamos e compartilhamos vídeo. Sua tecnologia inovadora, para o ano de criação (2005) permitia que assistíssemos vídeos mesmo com um acesso a internet precário, o público entusiasmado preferia o site ao Google vídeos, transformando a plataforma em um fenômeno de acesso.

O Instagram surfou na onda mobile entregando ao público uma maneira inteligente e prática de compartilhar foto e (de novo) atingiu em cheio o público (Zeitgeist).

A Amazon acompanhando de perto a revolução dos livros digitais lançou em 2007 uma plataforma chamada Kindle, que permite aos usuários comprar, baixar, pesquisar e, principalmente, ler livros digitais, jornais, revistas, e outras mídias digitais. Excelente tacada, em um momento de crise para a indústria com a crescente pirataria de livros em PDF.

O iTunes trouxe ao mercado o formato ideal para trabalhar com música, dando as gravadoras a oportunidade de lucrar com a internet, pois até o lançamento do iTunes (2003) elas só brigavam para acabar com a pirataria brigando para tirar do ar serviços como o Napster.

O Netflix adaptou o formato que o iTunes aplicou na música para o vídeo e em 2010 ganhou massa crítica ao adotar uma assinatura acessível para todos os públicos.

Perceba com os exemplos, como uma indústria próxima a sua ou totalmente diferente pode influenciar o seu mercado e ser a chave de inspiração para você criar algo novo e atingir o seu público com um Zeitgeist. Enfim, chegamos ao ponto mais importante do artigo: O de você pensar em seu modelo de negócio e refletir sobre como outras indústrias e modelos diferentes do seu podem agregar valor ao produto ou serviço que você tem hoje em dia. Para concluir vejamos se você consegue responder a pergunta a seguir.

O Google é um buscador que se diferenciou dos outros pela tecnologia, que re-inventou totalmente a forma de encontrar algo na internet. Mas vamos voltar ao ano de 1998 (ano de criação do google) e lembrar como eram os buscadores da época, apresentando seus resultados em índice estático e alguns usando ainda a interação humana para aprovar sites em seu índice. Onde está o Zeitgeist?

Como Inovar Em Modelos de Negócios

Muita gente tem ideias, mas inovar tem a ver com gerar valor – criar um sistema em torno de algo concreto que possa ter espaço no mercado. Nessa palestra, o Empreendedor Endeavor Marcelo Salim dá dicas valiosas para entender as inúmeras formas de inserir inovação no seu modelo de negócios – a forma como você cria e entrega valor para clientes, fornecedores e parceiros.

Bate-papo sobre negócios

Empreendedor,

Na próxima semana reservei um espaço especial em minha agenda para conversar com você sobre os novos formatos de empreender. Estou criando um novo treinamento baseado em Visual Strategy reunindo diversas ferramentas inovadoras para todos que já estejam no mercado ou queiram iniciar um negócio, aperfeiçoar uma ideia, validar uma proposta de valor e por ai vai.

Na conversa poderemos conversar sobre o Canvas do seu modelo de negócio, validação de ideia, criação de personas para estratégia, funil de vendas, estratégias diferenciadas para venda online, etc. Mas a conversa também pode ser sobre coaching, opções profissionais, etc. Enfim, sobre qualquer assunto que tenha relação direta com o seu emprego, suas opções para empreender e mudar o mundo.

A conversa é rápida (no máximo 20 minutos), grátis, via skype (usuário: cmbfilho) e acontecerá de segunda a sexta às 11:00 / 11:20 ou 11:40. Qual o melhor dia e hora para você? Responda através do seguinte endereço: https://claudiombrito.youcanbook.me/

Será um prazer conversar com você.

Um grande abraço.

Ford e a linha de montagem baseada em um açougue

Os carros criados por Ford e pelas companhias fabricantes de época eram considerados como luxo e símbolo de status por serem “feitos à mão” e, portanto, extremamente caros e isto incomodava Ford que dizia que preços altos dificultavam a expansão do mercado. “Eu vou construir um carro para as multidões”, dizia ele. “Assim como um pino é igual a outro pino quando sai da fábrica, e um palito de fósforo é exatamente igual ao outro, assim serão os carros.”

Os automóveis de então eram muito pesados e Ford se dedicou a eliminar o desnecessário dos seus carros tornando-os assim não só mais baratos, mas também mais econômicos. Finalmente em 1o. de outubro de 1908 o famoso Modelo T é lançado. Nos anos iniciais, este automóvel era fabricado da mesma maneira que qualquer outro no país, mas a crescente demanda obrigou Ford a repensar o modelo de fabricação dos seus carros.

Embora tido popularmente como tal, Henry Ford não foi o inventor do automóvel e tampouco da esteira em linha de montagem. Mas certamente foi ele quem revolucionou completamente o uso desse dois. Certa vez em visita a um açougue, viu como um boi pendurado em um trilho passava por diversos homens, cada um ia tirando um corte de carne, até que, “no fim da linha”, sobrava só a carcaça. Ford utilizou esse princípio só que ao contrário. Seus operários ficariam parados agregando partes à carcaça do automóvel à medida que esse ia passando por eles sobre uma esteira – e mais tarde pendurado em trilhos. Quando esta técnica foi amplamente utilizada em suas fábricas, o tempo de montagem do chassis do Modelo T caiu de 12 horas e 30 minutos para 5 horas e 50 minutos. Em 1914, 13 mil trabalhadores na Ford produziram 260.720 automóveis. Em comparação, o resto da indústria usou 66 mil trabalhadores para produzir 286.350 automóveis.

Bertha Benz e o primeiro passeio automobilístico

Bertha Benz, casada com Karl, decidiu fazer a publicidade do Patent-Motorwagen de maneira única—ela tomou o Patent-Motorwagen Nr. 3, supostamente sem o conhecimento de seu marido, e dirigiu-o na primeira viagem a longa distância de automóvel, a fim de demonstrar sua viabilidade como meio de viagem a longas distâncias.

A viagem ocorreu no início de agosto de 1888, quando a senhora empresária levou seus dois filhos Eugen e Richard, quinze e quatorze anos de idade, em um passeio de Mannheim passando por Heidelberg e Wiesloch (onde ela comprou benzina como combustível em uma farmácia da cidade, fazendo-a o primeiro posto de combustível da história) até sua cidade natal Pforzheim.

Além de ser motorista, Bertha também foi mecânica, limpando o carburador com o alfinete de seu chapéu e usando uma jarreteira para isolar um fio. Ela reabasteceu na farmácia local de Wiesloch e quando os freios estavam gastos pediu a um sapateiro local para costurar couro no bloco de freio, e assim fazendo inventou a lona de freio durante a viagem. Isto mostra que Bertha Benz tinha conhecimento técnico e espírito inventivo.

Após enviar um telegrama a seu marido ao chegar a Pfrzheim, passou a noite na casa de sua mãe e voltou para casa três dias depois. A viagem total foi de 194 km.

Na Alemanha um desfile de automóveis antigos comemora esta viagem histórica de Bertha Benz a cada dois anos. Em 2008 a Bertha Benz Memorial Route foi oficialmente reconhecida como uma rota de herança industrial da humanidade. Agora todos podem seguir os 194 km sinalizados de Mannheim via Heidelberg a Pforzheim (Floresta Negra) e retorno.

O que poucos sabem é que naquela época ninguém acreditava no automóvel e percorrer 194 km com aquela geringonça era algo impensado, principalmente para uma mulher. O feito da senhora Benz (única investidora do projeto do marido) ainda é mais notável ao perceber que ela não só provou ser possível percorrer grandes distâncias como criou diversas soluções inovadoras para aquele invento.

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