Acelera Startups

A maior escola online de startups do Brasil

Na escolha das músicas, cientistas analisaram um grupo de voluntários enquanto eles realizavam tarefas de lógica o mais rápido possível.

Se você é do tipo que está sempre com os fones no ouvido, certamente sabe o quanto certas músicas podem mudar o nosso humor. E a neurociência comprova isso! Um recente estudo realizado pela britânica Mindlab – organização focada em estudos referentes ao impacto que a comunicação exerce sobre o nosso cérebro – montou uma playlist sob medida para quem busca combater a ansiedade.

Para eleger as 10 músicas, cientistas analisaram um grupo de voluntários enquanto eles realizavam tarefas de lógica o mais rápido possível.

Tais atividades foram elaboradas para induzir certos níveis de stress e as pessoas analisadas escutavam a uma série de músicas enquanto tentavam resolvê-las.

Através de uma série de sensores, os cientistas puderam medir a atividade cerebral de cada voluntário, além de obter informações fisiológicas como batimentos cardíacos, pressão sanguínea e o ritmo da respiração.

A música que encabeça o ranking é Weightless, do grupo Marconi Union. Não por acaso, essa faixa foi composta em parceria com a British Academy of Sound Therapy, justamente para proporcionar relaxamento.

Segundo o estudo realizado pela Mindlab, o som de Weightless é capaz de reduzir a ansiedade em até 65%. Propositalmente, “weightless” em inglês significa “sem peso, muito leve”.

O Marconi Union é focado em música ambiental e realiza estudos para compor suas músicas, mas a playlist da pesquisa também inclui canções bem menos engenhosas. Até Adele entrou no ranking, com o hit Someone Like You.

Confira aqui as 10 faixas que, segundo a ciência, podem diminuir a sua ansiedade:

1. Weighless (Marconi Union)

2. Electra (Airstream)

3. Mellomaniac – Chill Out Mix (DJ Shah)

4. Watermark (Enya)

5. Strawberry Swing (Coldplay)

6. Please Don’t Go (Barcelona)

7. Pure Shores (All Saints)

8. Someone Like You (Adele)

9. Canzonetta Sull’aria (Mozart)

10. We Can Fly (Café Del Mar)

O POTE DE OURO ATRAS DO ARCO ÍRIS

“É um amor que não sei explicar, apenas sei que não para de crescer…”
Mais do que sucesso financeiro essa é sensação que a maioria das pessoas buscam hoje. Por mais louco que isso pareça, o que está acontecendo é:
• Vemos jovens que vão prologando sua jornada de aprendizado numa expectativa de encontrar algo que realmente os inspire.
• Vemos profissionais que já trilharam um bom caminho profissional e se questionam sobre a relevância do que estão fazendo.
• Vemos pessoas experientes olhando para sua história e analisando se fizeram algo que se orgulham, se percorreram o caminho certo.
Não importa a idade, não importa o sexo, a religião, a classe, qualquer parâmetro que você queira usar para definir uma pessoa, saiba que cada vez mais elas querem é fazer algo significativo.
A ANCORA DE FAZER O QUE AMA
A resposta mais tradicional que escuto sobre estar atuando em algo sem graça, sem proposito ou apenas pela grana é: Ninguém vive de ar.
Na verdade, ninguém sobrevive mesmo apenas com ar, precisa comer, dormir, descansar e tantas outras coisas… Agora viver é falar de algo mais, que jamais o dinheiro ou apenas conquistas poderão complementar.
Li em um livro do Osho que diz – “dinheiro e fama nos permitem apenas adquirir experiências que queremos ter para nos sentirmos vivos, no entanto, muitas vezes podemos ter exatamente essa sensação com bem menos do que acreditávamos que seria necessário. É um estado da alma e não dá conta bancaria.”
Não é à toa que se você olhar novamente, pessoas com ou sem dinheiro, com ou sem experiência profissional, com ou sem status como você leu no início estão procurando significado.
Este podcast ajuda a pensar um pouco sobre essa questão de significado – Sucesso é realização em vida, não as conquistas.
SÃO MAIS PESSOAS QUE IMAGINAMOS
Resolvi escrever esse artigo depois que publiquei no facebook (Bruno Perin) o breve relato:
“Há pouco estava respondendo uma entrevista para uma revista de SC sobre Startups e quanto mais eu ia contando as coisas incríveis desse universo mais me apaixonava…detalhe, eu já sou completamente apaixonado… mas parece que sempre tem um espacinho novo para essa paixão.
No final eu ainda gritei – Ahhhhhhhhh, como eu amo esse universo!
De verdade, as porradas são grandes, as dificuldades imensas, as quedas dolorosas, mas as gratificações de fazer aquilo que lhe faz amar todo o dia um pouquinho mais, superam qq coisa e simplesmente trazem uma sensação de bem estar – tipo – ainda bem que a minha vida é assim…
Espero que você encontre isso, espero que você esteja procurando por isso… no final, todos que de fato buscam, encontram.”
Veja a entrevista aqui – Entrevista CRA SC
Você não imagina a quantidade de pessoas me procurando falando – “Bru esse é o meu maior sonho…” E justamente o que notei, as mais diferentes pessoas em todos os sentidos que você puder imaginar vieram falar isso.
 O fato é que muitas vezes teremos que fazer algumas coisas que não gostamos…
Mas isso não pode ser a maior parte do tempo!
 Muitas vezes teremos que pensar mais no dinheiro…
Mas isso não pode ser a maior parte do tempo!
 Muitas vezes vamos fazer algo que não acreditamos tanto…
Mas isso não pode ser a maior parte do tempo!
Você pegou o espirito da coisa?
Infelizmente, o que tem causado tanta chateação é que a maior parte do tempo está em coisas não significativas, distantes de um proposito. São apenas trabalhos que estão próximos e fica mais fácil nos mantermos ali.
“Quem espera pela sorte não a encontra, ela está correndo ao lado da sua persistência.”
NÃO É PEGAR O TREVO DE QUATRO FOLHAS, MAS UMA JORNADA
As pessoas que vivem suas paixões, raramente encontraram-nas rápido e tiveram uma grande ascensão. Tudo é decorrente de trabalho duro…
Pode ser que encontrar uma forma de ganhar dinheiro com o que você curte seja bem difícil, mas pelo menos quando encontrar você trabalhará daquela maneira, curtindo estar ali, fazendo com prazer, entregando algo para o mundo que acredita… Sério, você acha que não vale a pena?
O grande sonho como fala o Chris Guillebeau é encontrar algo que combine seu talento, paixão e o mercado esteja disposto a pagar… é difícil? Sim. É impossível? Não.
O DIFÍCIL É APENAS QUESTÃO DE OPINIÃO – CHORÃO (CHARLIE BROWN JR)
O que o mundo das Startups tem ensinado é que sempre existe um jeito… Criatividade, dedicação e um pouco de ousadia são ótimas ferramentas para construir pontes até isso.
Portanto, se você quer essa sensação maravilhosa de se apaixonar cada vez mais pelo que faz, não desista, encontre outras maneiras…
Aqui vão algumas sugestões de atitudes que podem lhe ajudar a encontrar isso:
Procure como você pode ajudar as pessoas – o fato de você saber como as pessoas enxergam que você pode contribuir muitas vezes aponta talentos que você nem sabia possuir. O que é ótimo e quem sabe pode ser algo que seja apaixonante para você
Disponibilize sua ajuda – além da pergunta a ação de estar auxiliando poderá lhe abrir os olhos para algo que realmente possa ter bastante sentido. Não é sempre que estamos tentando ajudar prestando atenção no que somos bons aos olhos dos outros e de fato gostamos de fazer.
Teste seus talentos – existe algumas coisas que você sente fazer bem, uma facilidade que as demais pessoas não têm tanto. Começar a usar mais isso e expandir o uso dessas habilidades pode ser muito interessante para aprender mais sobre suas paixões.
Sempre tem um jeito, o que não pode acontecer é você dizer que não existe porque não tentou de fato encontra-lo.
“Várias pessoas buscaram o sucesso através de conquistas, muitas delas notaram que não estava ali. Várias pessoas buscaram o sucesso através de fazer algo que se orgulhe, quase todas elas começaram a falar para as demais pessoas também buscarem por isso.”
Para onde você vai?
Este vídeo pode lhe ajudar mais nessa busca por significado ele conta um aprendizado que tive com o verdadeiro Capitão Nascimento:

Sede da Apple com formato de disco voador aparece em novo vídeo

Prédio high-tech da empresa será lançado em 2017

São Paulo – A nova sede da Apple está perto de ser concluída e um novo vídeo mostra o quanto a construção já está avançada. Gravado com um drone, o vídeo publicado no YouTube mostra imagens do avança do projeto nos últimos seis meses.
A estrutura da Campus 2, como é chamada, tem formato de disco voador e painéis solares no telhado para captar energia reserva para o prédio.

Mais de 7 mil árvores serão plantadas nas dependências da sede high-tech da Apple e a companhia vai oferecer mais de mil bicicletas para que os 13 mil funcionários se locomovam pela área, que tem 2.8 milhões de metros quadrados.

O valor da construção do Campus 2 não é ainda certo, mas está em torno de 5 bilhões de dólares. A obra está prevista para acabar em 2017.

Fonte: http://exame.abril.com.br/tecnologia/sede-da-apple-com-formato-de-disco-voador-aparece-em-novo-video/

Sympla compra Eventick e se torna líder em eventos online no país

Em entrevista exclusiva, o fundador Rodrigo Cartacho comenta aquisição e fala sobre os planos da startup

A startup de eventos online Sympla anunciou nesta segunda-feira (19/12), a aquisição de sua principal concorrente, a Eventick. Com a compra, a empresa se consolida como líder no segmento de eventos do it yourself (nos quais usuários criam e administram eventospela internet) e aumenta sua participação em capitais como São Paulo, Rio de Janeiro e Recife – onde a Eventick possuia uma fatia relevante do mercado.

Skype agora traduz ligações telefônicas em tempo real

Skype agora traduz ligações telefônicas em tempo real

Ferramenta está disponível em 10 línguas

Sistema atua por meio de machine learning para fornecer as traduções enquanto a conversa ocorre.

A comunicação entre pessoas de diferentes idiomas ficará mais fácil a partir de agora. O Skype anunciou nesta segunda-feira (12/12) que sua ferramenta de tradução em tempo real estará disponível para ligações telefônicas feitas pelo software. Com dez línguas registradas em seu sistema (árabe, mandarim, inglês, francês, alemão, italiano, português, russo e espanhol), o Skype Translator passará a funcionar em chamadas para números números fixos e móveis.
Até então, a ferramenta só estava disponível em chamadas para outros contatos da própria plataforma.
A comunicação entre pessoas de diferentes idiomas ficará mais fácil a partir de agora.
Quem atender a ligação ouvirá uma mensagem afirmando que a chamada será gravada e traduzida pela ferramenta.
A funcionalidade ainda está em fase de testes, então só quem está inscrito no programa Windows Insider (a última versão de testes do Skype Preview) terá acesso a ela. Também é necessário ter créditos para fazer chamadas pelo programa.

O sistema atua por meio de machine learning para fornecer as traduções enquanto a conversa ocorre. Segundo o site The Verge, é bem fácil de usar: a opção do Skype Translator aparece na janela da ligação. Então, o usuário só precisa colocar o próprio idioma e o do contato para o qual está ligando. Quem atender a ligação ouvirá uma mensagem afirmando que a chamada será gravada e traduzida pela ferramenta.

O economista Joseph Schumpeter (1883-1950), um dos pioneiros no estudo do empreendedorismo, dizia que empreendedor não é quem monta um negócio qualquer, igual a tantos outros existentes por aí, mas quem consegue criar um produto, um serviço ou um processo de produção que seja realmente inovador e provoque uma ruptura com o padrão existente. “A função dos empreendedores é mudar ou revolucionar o modelo de produção pela exploração de uma invenção ou mais comumente de uma possibilidade tecnológica ainda não experimentada, para produzir um velho produto de uma nova maneira; pela descoberta de uma nova fonte de suprimento de materiais ou um novo mercado para produtos; pela reorganização de uma indústria e assim por diante”, afirmava Schumpeter.
Pelo conceito de Schumpeter, adotado até hoje pelos grandes estudiosos do empreendorismo no mundo, o Brasil seria praticamente um deserto de empreendedores. A esmagadora maioria dos empreendedores do País não produz qualquer inovação em seus negócios. Apenas adapta, com ligeiras modificações, que não representam ruptura com o padrão em vigor, ideias já existentes no mercado. Segundo o Observatório do Empreendedorismo, produzido pela Endeavor Brasil, os empreendedores brasileiros tem a pior taxa de inovação do mundo, igual à de países como Trinidad e Tobago e Bangladesh. Apenas 11% dos empreendedores brasileiros que estão abrindo seus negócios dizem que o produto ou serviço que oferecem é novo para pelo menos uma parte dos consumidores.
De acordo com o Global Entrepreneurship Monitor (GEM), o mais completo estudo sobre empreendedorismo no mundo, quase a metade dos empreendedores brasileiros montou seu negócio por necessidade e não por oportunidade. É natural que a preocupação com a inovação nesse segmento seja reduzida. Mas mesmo quem monta um negócio para explorar uma oportunidade de mercado quase não inova no Brasil. “O empreendedor brasileiro tem baixíssima ambição, não tem vontade de crescer e inova muito pouco”, diz Juliano Seabra, diretor geral da Endeavor. “Isso favorece o oceano de mediocridade geral, no sentido de que vai todo mundo pela média, mas, nenhuma empresa consegue crescer no Brasil se não tiver algum nível de inovação.”
A falta de empreendedores com foco na inovação acaba limitando o potencial de crescimento do País. Na visão do economista americano Edmund Phelps, prêmio Nobel de Economia de 2006, o Brasil só conseguirá dar uma salto no desenvolvimento se estimular a inovação. “Se o Brasil quiser chegar perto dos países desenvolvidos, tem de encorajar e receber bem a inovação”, afirma Phelps. Embora tenha feito tal afirmação há alguns anos, durante uma visita ao País, nada ou muito pouco mudou nesse quesito. “Se você não estimular a inovação, não vai gerar os empregos que seriam criados em empresas que desenvolvem e implementam a inovação. Também não vai ajudar a criar empregos nas empresas que fariam a publicidade das inovações. Nem promover o crescimento das empresas que podem treinar os empregados”.
Para reverter a situação, é preciso tornar o ambiente de negócios mais amigável. O prazo para obtenção de uma patente, que em outros países não passa de 3 ou 4 anos, não pode continuar a ser de dez anos ou mais. Há quem defenda também a volta do incentivo fiscal, que era usado de forma fraudulenta por muitas empresas para reduzir o imposto a pagar, com o objetivo de criar um estímulo para os empreendedores investirem em inovação. “Se as empresas não inovarem, não serão competitivas e cada vez vai piorar mais a situação”, diz o professor Tales Andreassi, coordenador do Centro de Empreendedorismo e Novos Negócios da Fundação Getúlio Vagas (FGV) de São Paulo. Também é fundamental resolver o eterno problema da aproximação dos centros de tecnologia e principalmente as universidades das empresas. “As universidades no Brasil, por uma questão ideológica, quiseram sempre se manter distante do mercado, para não confrontar a pureza de suas pesquisas”, afirma Guilherme Afif Domingos, presidente do Sebrae, a organização de apoio às micro e pequenas empresas. “Nos Estados Unidos, as startups oriundas de universidades são a marca do imenso progresso que eles tiveram em inovação.”
A baixa taxa de inovação dos empreendedores brasileiros se deve também a uma questão de fundo, cuja solução é de longuíssimo prazo – a educação. Falta senso de urgência para o País na área. Segundo Seabra, do Instituto Endeavor, o Brasil não vai conseguir ampliar o número de empresas inovadoras enquanto houver problema no Ideb (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica), no ensino médio e no superior. “A formação de gente qualificada para inovar não acontece em quantidade no Brasil”, diz. “O que faz uma empresa ser mais ou menos inovadora é educação, a qualidade do material humano que ela tem. A inovação vai acontecer na medida que a gente consiga juntar gente boa, ultraqualificada, e ter um ambiente de negócios mais simples”. Talvez, aí, a inovação deixe de ser uma eterna miragem.

Fonte: http://politica.estadao.com.br/noticias/geral,a-miragem-da-inovacao,10000090820

Diane Greene formou-se como engenheira mecânica pela Universidade de Vermont em 1976 e como arquiteta naval pelo MIT em 1978. Depois de ter trabalhado nos departamentos de desenvolvimento na Sybase, Tandem Computer e Silicon Graphics, resolveu empreender, tendo fundado várias startups, até que em 1988, junto com seu marido, Mendel Rosenblum e outros co-fundadores, criou a VMware, que em 2004 foi adquirida pela EMC Corporation por $635 milhões.
Pouco conhecida fora do mundo de tecnologia, a VMware foi responsável pelo primeiro sistema de virtualização de máquinas em larga escala, sistema lógico esse, que se tornaria a base de tudo que hoje conhecemos como computação em nuvem.
Tendo financiado o desenvolvimento das primeiras versões do produto com o dinheiro de clientes – isso mesmo, os clientes pagavam antes do produto ficar pronto!, Diane tentou diversos canais de vendas para escalar sua empresa. Inicialmente ela tentou vender a solução por telefone (inside sales), depois experimentou vender visitando potenciais clientes (field sales) e mais tarde buscou revendedores (channel partners), mas nenhum canal provava ser escalável.
Até que um dia, em um encontro com um grande parceiro fabricante de servidores, Diane percebeu que havia uma enorme sinergia entre os produtos das duas empresas, e resolveu tentar estruturar uma parceria para que seu produto fosse vendido pela força de vendas do seu parceiro.
Com o sucesso dessa primeira parceria, Diane decidiu construir uma máquina de vendas baseada em parcerias estratégicas, disciplina essa conhecida como business development. Em alguns anos, essa equipe já tinha mais de uma centena de talentos buscando e desenvolvendo relacionamentos com grandes empresas fabricantes de hardware que iriam vender os produtos da VMware. Na verdade, um desses parceiros, a EMC, acabou por comprar a empresa.
Seja por questões táticas – produto, complementar, canais de venda e/ou atividades de atendimento/operações – seja por questões estratégica – fusões e aquisições – toda empresa precisa em algum momento aprender a disciplina de parcerias estratégica. É imprescindível aprender mapear empresas com ofertas adjacentes, sejam grandes ou pequenas; desenvolver uma maneira natural de abordá-las e aprofundar o relacionamento; dominar a arte do cortejo (já que é complicado abordar alguém oferecendo a compra ou venda da empresa); e fortalecer os músculos da negociação. Quer aprender mais? The Guide to Business Development and Partnerships.

Fonte: Astella Investimentos

E AÍ QUAL O SEU MEDO DE AGORA?
Não sei quantas vezes por semana o medo bate a sua porta, mas espero que você esteja tão ocupado fazendo algo que acredita que nem seja possível ouvi-lo.
Hoje foi um dia intrigante para uma nova missão. A pouco tempo me dei conta de um novo sonho, uma provocação que mesmo me fiz e assumi que seria uma bandeira legal de colocar no mundo.
Essa parte é super empolgante – WOW tenho um novo sonho, vamos lá.
Na verdade é êxtase puro, você começa a sonhar sobre as possibilidades desse sonho, as coisas legais que espera alcançar, o que isso vai representar e ajudar as outras pessoas. São tantas coisas boas que vem no pensamento que é quase o ápice de uma festa ali dentro da sua cabeça.
Algo intrigante que também acontece é você lembrar que terão dificuldades, no entanto, nessa euforia do momento, é muito fácil de pensar – Ok, vou encara-las.
Vamos falar a verdade, certamente todo mundo já passou por isso pelo menos uma vez.
Você se sente o Rocky, pode vir quantas porradas forem possíveis, você vai levantar e escrever uma das histórias mais belas que o mundo já viu. Até a dor que isso poderá lhe causar faz sorrir, você está pronta.
“SONHOS PERSISTENTES NA VERDADE SÃO SINAIS.”
A BOA E VELHA DUCHA DE REALIDADE
Startups quando começam a operar sempre sofrem alterações quando encontram a realidade. Nosso querido Steve Blank já dizia também que:
Nenhum plano resiste ao primeiro contato com o cliente.
Desta forma tudo aquilo que é um pensamento ao se confrontar com o mundo real toma um choque, não existem planos perfeitos.
Ainda bem, talvez muito da graça seja isso, porém concordo que é super difícil perceber a parte divertido disso. No entanto, o que vem muito nessa realidade são as adversidades e com elas, quase de mão dadas – O MEDO.
NADA QUE VALHA PENA VOCÊ NÃO SENTE UM POUCO DE MEDO
Essa foi uma frase que uma vez li em algum livro e me marcou, mas hoje de uma forma mais forte ela voltou.
Tinha definido como falei no início do artigo, uma nova missão, extremamente complicada que nos meus primeiros pensamentos não parecia tanto. E olha que já tendo feito muito isso, de pensar ideias e colocar em ação, já estou acostumado a saber que vai ser sempre diferente. Ajudando muita gente, também sempre vejo essa questão… No entanto, não adianta, o choque inevitavelmente acontece.
Nas primeiras atitudes com relação essa ideia, veio esse danado do MEDO.
Travei por um momento pensando no tamanho do desafio que tinha pela frente. Me coloquei na pele de um alpinista, tinha visto um documentário ótimo sobre isso esses dias e eles falavam o quanto as grandes montanhas pareciam maiores quando se chegava perto, e foi a mesma sensação que tive.
Este podcast fala um pouco dos tombos que você pode levar – Cair Faz Parte Da Jornada Empreendedora
A LUZ NO FIM DESSE TUNEL
Tentei usar algumas técnicas para lidar com o MEDO que estava consumindo a minha mente naquele momento até que veio essa questão – Medo você vai ter de qualquer jeito, mas qual deles vale a pena vencer?
Foi quase como aquele banho quentinho depois de ter se molhado todo com a chuva gelada na rua em um dia frio e seu corpo recebe aquele choque térmico gostoso, bom, muito bom…
Parei e fiquei pensando… Não conheço nada mesmo que não gere medo.
Até as pessoas em segurança tem medo que ela acabe, ou que sua rotina esteja errada. Na real, acredito que apenas o seriado do Netflix do Demolidor – O homem sem medo – é que de fato alguém está livre, o que desconfio ainda que não seja bem assim, mas tudo bem.
De qualquer jeito, o que importa é o pensamento:
“SE SEMPRE VAI TER ALGUM MEDO, ENTÃO QUE SEJA DE ALGO QUE VALHA A PENA FAZER.”
A REFLEXÃO QUE PODE AJUDAR SUAS DECISÕES
Não que o medo tenha ido totalmente embora e eu virei o Demolidor da vida real, mas ele não era mais tão terrível, já não era tão cruel, já não estava mais travando, passou a ser alguém desagradável que estava ali, mas dava para lidar rsrsrs
O objetivo deste artigo para você é justamente lhe provocar essa reflexão. Você pode estar querendo empreender com alto impacto – Startups – (torço para isso) e talvez esteja com algum medo. Você pode estar bastante desanimada, tenho visto muita gente assim, com receio de tomar uma atitude… O que gostaria que ficasse é – Se for então para ter um medo, qual você gostaria que fosse? Para qual atitude?
Acabou me ajudando bastante isso hoje e espero que a você também o/
Esse vídeo é interessante sobre medo:

Alíquota mínima do imposto foi estipulada em 2 por cento e a adoção de tarifa inferior por municípios constituiria ato de improbidade administrativa.

 

O plenário do Senado aprovou nesta quarta-feira, 14, um projeto de lei que amplia a lista de serviços tributados com alíquota mínima de 2% do Imposto sobre Serviços (ISS), de competência dos municípios.

Entre os serviços que passarão a ser tributados estão as plataformas de streaming Spotify e Netflix.

A proposta foi aprovada com amplo apoio dos senadores, com 63 votos favoráveis e apenas 3 contrários ao projeto. Como a proposta já havia passado pela Câmara, agora segue para sanção presidencial.

Depois de sancionada e publicada no Diário Oficial da União, a lei terá até 90 dias para entrar em vigor.

O projeto prevê que a “disponibilização, sem cessão definitiva, de conteúdos de áudio, vídeo, imagem e texto por meio da internet” terão incidência de ISS. Além de Netflix e Spotify, outros serviços similares como Apple Music, Deezer, HBO Go e a recém-chegada Amazon Prime Video, serão diretamente afetados. Atualmente, os serviços funcionam no Brasil sem serem tributados.

Procuradas pelo Estado, as empresas de streaming ainda não se pronunciaram sobre a decisão do Senado. O Google, responsável pela loja de música Google Play Music, preferiu não comentar o assunto.

O Spotify e o Deezer não estavam imediatamente disponíveis para comentários. A Amazon afirmou, por meio de nota, que o “Prime Video é oferecido pela Amazon.com, dos EUA”.

O porta-voz de uma das empresas do setor ainda afirmou que “se a lei for aprovada, vamos avaliar os impactos no negócio e quais as necessidades de ajustes. Estamos acompanhando e ativos em discussões sobre às mudanças que serão refletidas no mercado.”

O projeto prevê ainda a taxação de serviços de vigilância, segurança ou monitoramento de bens, pessoas e semoventes, inclusive quando realizados por meio de telefonia móvel, transmissão por satélites, rádios ou outros meios. Os aspectos relativos às áreas de comunicação já são atualmente tributados pelo ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias), que é de competência dos Estados.

A proposta já havia sido vetada anteriormente durante o governo Dilma, por ser considerada inconstitucional. O imposto, no entanto, não incidirá sobre livros, jornais, periódicos e nas modalidades de serviços de radiodifusão sonora e de sons e imagens de recepção livre.

Defensores da medida afirmam que ela pode aliviar as dificuldades financeiras dos municípios brasileiros.

Guerra fiscal

A proposta também tenta resolver o problema da guerra fiscal entre municípios para determinar onde é recolhido o ISS de serviços, como operações com cartão de crédito ou débito, além de outras operações online.

O texto estabelece que o imposto será recolhido no local em que reside o contratante. O relator da matéria, senador Cidinho Santos (PR-MT), informou que a adoção de alíquota inferior a 2% ou a concessão de benefícios fiscais indevidos constituirão, em tese, ato de improbidade administrativa.

 

Fonte: http://exame.abril.com.br/economia/senado-aprova-nova-lei-de-impostos-que-taxa-servicos-como-netflix/

Descubra o que você ama fazer profissionalmente

Você já se questionou o motivo pelo qual seus domingos lhe parecem tão deprimentes e as segundas-feiras tão sem graça? Pessoalmente, acredito que todas as pessoas já se fizeram essa pergunta alguma vez na vida.

Vivemos em uma sociedade que nos educa a encarar o mundo do trabalho como um espaço de subsistência, não como uma oferta de possibilidades – em que ter paixão e se descobrir profissionalmente se incluem numa delas.

Eu penso que isso é extremamente complicado…. De 24 horas do seu dia, você estará gastando entre 6 a 8 dormindo. Mais 8 a 10 horas serão dedicadas ao seu emprego e profissão. Dois terços do seu dia já foram embora nessa matemática.

Quer me convencer, então, que devemos utilizar 60% a 70% do nosso tempo para atender necessidades – repouso do corpo e ganho de dinheiro?

Observando pessoas que levam a cabo essa filosofia de vida, pude observar algumas coisas:

  • seus dias passam de modo bem lento. Cada atividade parece ser feita arrastada. Contraditoriamente, também passam rápido; há a sensação de que nunca se fez nada de relevante.
  • reclamam com mais frequência da vida e das pessoas; tendem a atribuir seus destinos exclusivamente a uma má sorte.
  • adoecem com certa frequência. Horas de trabalho, em vez de convertidas em paixão que rejuvenesce, transformam-se em tédio aterrorizante.
  • Não raramente outras áreas de suas vidas são afetadas. Os relacionamentos costumam ser os que mais sofrem.
  • Que tal continuar a lista?

Poderíamos ficar aqui infinitamente. Essa lista não pararia de crescer e – infelizmente – encontraríamos diversos exemplos para encaixar nela.  Já temos em mente, agora, que tipo de filosofia de vida leva multidões a viverem de maneira frustrada: trabalho é apenas subsistência, algo para se ganhar dinheiro e usar o resto do tempo para curtir outros “prazeres”.

Eu te convido a não ser uma dessas pessoas.

Da crença limitante à paixão por se descobrir profissionalmente

Sabemos que nada é tão simples quanto parece. Já compreendemos que há uma crença limitante que afeta milhões de pessoas todos os dias. Algumas por não serem capazes de sair da caixinhas, outras por falta de opção. Eis o motivo que criamos este artigo, com o objetivo de:

  • pontuar as razões para trabalhar com paixão;
  • incentivar a busca do seu aprimoramento profissional;
  • entender que uma vida ideal não é a que você deseja, mas aquela que se constrói
  • Descobrir-se profissionalmente

Trabalhar com o que se gosta exige esforço do indivíduo para não sucumbir à pressão de familiares, amigos e inimigos (é tanta gente querendo meter o dedo na sua vida que fica difícil lembrar de todos que lhe deram uma opinião que as vezes nem mesmo foi pedida).

O primeiro ponto é a se discutir é: o que você gosta de fazer? É provável que você responda com bastante autoridade: isso é fácil! E me passe uma lista de uma série de atividades que mais ou menos lhe interessam.  Simples, não?

A verdade é que as respostas que conseguirmos com esse tipo de pergunta podem até nos satisfazer por um tempo, mas a longo prazo não serão suficientes. Temos de ir mais fundo. Observe esta outra pergunta:

    • qual o meu propósito de vida?


Do gosto ao propósito, da paixão à realização

Ainda com relação as duas questões, pense sobre isso: perguntar o que se gosta de fazer é absurdamente vago. Pode incluir sua profissão, como também aquilo destinado ao lazer e hobby. Não apenas isso: gostos são temporários e mudam.

Agora quando a questão é o propósito, tudo muda. Primeiro pelo entendimento o que significa ter um.

Propósito envolve muito mais além do que simples objetivo, mas sim um sentido de vida – que se exerce com tamanha paixão a ponto de se construir uma vida ideal; e não me refiro a uma vida sem problemas, desconfortos e lágrimas. Mas sim daquelas que te fazem dormir à noite com satisfação, a despeito do cansaço e stress naturais.

Comparo o propósito e o gosto como o castelo assentado em pedras, daqueles feitos na areia. Um possui sustentação, o outro não.  Em todo trabalho é preciso entender que:

  • Há momentos de stress
  • Atividades cansativas e mecânicas
  • Burocracias irritantes e desnecessárias
  • Pessoas difíceis de se lidar
  • Dias ruins

Quem guia seus interesses pelo o que gosta – se é que sabe exatamente dos próprios gostos – possui dificuldade em lidar com os reveses naturais da vida e da carreira; frustra-se com as derrotas e falhas e logo desinteressa-se pelo o que faz. Assim são os gostos.

Pessoas que vivem com propósito são guiadas por outro prisma. Sabem exatamente o que querem e seus gostos são mais restritos aos seus objetivos. Além disso, possuem capacidade mais elevada de resiliência a situação adversas. Tais indivíduos descobrem-se profissionalmente e constroem sua vida ideal na medida em que sentem estarem caminhando em direção ao rumo que deram as suas existências.

Que tal fazermos um exercício para ajudá-lo a descobrir seu propósito e sua paixão?

Os 10 itens revolucionários

Sente em um lugar confortável. Respire lenta e profundamente…

Mentalmente, peça a cada parte do seu corpo que relaxe. Pernas, braços, ombros….

Continue respirando. Este exercício apenas poderá ser aproveitado da melhor maneira possível caso você se liberte de toda e qualquer pressa. Não há necessidade de rapidez, nem de tempo limite. O único critério é o do relaxamento.

Concentre-se na sua respiração. Respire enchendo os pulmões e contraindo a barriga. Realizando o movimento inverso, ponha o ar para fora expandindo o abdômen e esvaziando o peito.

Mais calmo? Se não, volte aos passos acima. Se sim, pode continuar a leitura.

Sua mente está clara. Jogue três perguntas a ela:

  • o que desejo estar fazendo daqui há 20 anos?
  • de que forma quero impactar as pessoas ao meu redor e o ambiente em que convivo?
  • qual minha vontade mais profunda? Ex. Ajudar dezenas de pessoas em suas carreiras, construir um negócio sólido, ser um médico humanista.

Essa lista possui três critérios básicos para ser montada:

  • cada pergunta deve ter pelo menos uma resposta.
  • Preencha as três questões, livremente, com outras 7 respostas.
  • Não é permitido ultrapassar 10 respostas.

Quando sua lista estiver montada, tenha certeza de ter em mãos um objeto muito precioso. Talvez você ainda não tenha certeza do seu propósito, mas certamente terá um norte de onde ele se encontra. Para complementar esse ensinamento, assista essa entrevista com Guy Kawasaki – um dos grandes gurus do Vale do Silício – sobre paixão no trabalho.

Em nossa Escola de Negócios você pode conhecer toda a sequência de vídeos e os passos lógicos para conectar suas paixões a uma ideia de negócio. Também adicionamos novos passos para te ajudar a criar um Negócio de Sucesso, disponível em livro e curso online.

Page 3 of 32

Desenvolvido em WordPress & Tema por Anders Norén