Acelera Startups

A maior escola online de startups do Brasil

Pouco investimento

O fomento à inovação no Brasil está abaixo da média mundial e precisa ser ampliado, de acordo com Alexandre Motta, do CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico) durante encontro promovido pelo IBICT (Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia).

O coordenador destacou que o volume de investimentos no Brasil varia de 0,3% a 0,55% do Produto Interno Bruto (PIB), enquanto em outros países emergentes fica entre 1% e 2,5%.

Já nos países desenvolvidos, o investimento em pesquisa e inovação alcança 2% do PIB.

Alexandre apresentou os resultados dos programas CI-Brasil e Startup Brasil, que dão apoio a empresas na área de inovação tecnológica.

Segundo ele, o Startup Brasil, criado em 2013 e que atua em parceria com empresas privadas, as aceleradoras, ajudou no sucesso das startups selecionadas. Até hoje, o programa já apoiou 183 empresas emergentes, sendo que 135 ainda estão funcionando.

Alexandre defendeu que o Brasil precisa de pesquisadores com perfil de empresários: “Hoje, 50% do fomento público para pesquisa e desenvolvimento é para a área de humanas. O Brasil precisa desenvolver engenharia.”

Dinheiro próprio

O presidente da Associação de Startups e Empreendedores Digitais (Asteps), Hugo Giallanza, que também participou do encontro, ressaltou o papel das incubadoras e aceleradoras para a sobrevivência das empresas emergentes, para as quais o índice de mortalidade é muito alto – de cada 100, apenas 1 sobrevive.

As incubadoras ajudam os novos empreendedores a entender e a inserir seus produtos no mercado, afirmou.

Giallanza ponderou ainda que o fomento público é essencial, mas as empresas emergentes não podem ficar dependentes desse recurso: “Tem de começar com dinheiro próprio e tentar sobreviver e validar o negócio, para depois ir em busca de apoio. A maior riqueza das startups são as pessoas.”

Fonte: MCTIC

Uma empresa norte-americana desenvolveu um aparelho que pode ser a solução discreta para quem sofre de apneia do sono e com ronco. Batizado de Airing, o respirador minúsculo possui dois potentes microventiladores, que têm a mesma potência das incômodas máscaras de oxigênio utilizadas atualmente.

O produto também chama atenção por suas dimensões: tem apenas 5×3 cm e pesa 25 gramas. A única má notícia é que a bateria do aparelho tem duração apenas de 8 horas e não possui um sistema de recarga, o que o torna descartável.
Para poder viabilizar a produção do Airing, a startup com sede no estado de Massachusetts (EUA), lançou uma campanha de financiamento coletivo que fez o maior sucesso. A empresa arrecadou mais de US$ 1,6 milhão — 896% acima do prevista.

A ideia é que o produto esteja no mercado a partir de junho de 2017. Por ser descartável, ele deve custar cerca de US$ 3 (R$ 11).

Mais informações: www.fundairing.com

Dos setores estratégicos para a defesa nacional, três – espacial, cibernético e nuclear – contam com programas e ações específicas do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações.

A área da defesa ganhou destaque com a reestruturação do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), afirmou nesta quinta-feira (1º) o secretário de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação, Alvaro Prata.

Ele falou na abertura da 17ª Reunião sobre Projetos de Ciência, Tecnologia e Inovação de Interesse da Defesa (Repid). No encontro, Prata apresentou às Forças Armadas a nova estrutura do ministério e detalhou os principais projetos desenvolvidos na área da defesa.

De acordo com Prata, os projetos na área de defesa contam com um investimento de R$ 540 milhões do MCTIC – recursos oriundos da Finep e do CNPq. Desse total, 48% ainda estão pendentes de liberação.

Na avaliação dele, o encontro marca uma aproximação importante entre o MCTIC e o Ministério da Defesa. “Temos vários projetos em conjunto e uma agenda intensa. O importante é trabalhar de maneira harmônica e sinérgica para obter os melhores resultados.”

O secretário destacou que três dos setores considerados estratégicos para a defesa nacional – espacial, cibernético e nuclear – contam com programas e ações específicas do MCTIC. No setor espacial, citou o Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações Estratégicas (SGDC), com previsão de entrar em operação em 2017.

Prata também apontou como prioridade o desenvolvimento de tecnologia para fabricar veículos lançadores de satélite, além de instrumentos de comunicações para controle aéreo, terrestre e marítimo.

Setor nuclear

No setor nuclear, o secretário enfatizou o Programa de Desenvolvimento de Submarinos (Prosub), que viabilizará a produção do primeiro submarino brasileiro de propulsão nucelar (SN-Br), e o mapeamento e o aproveitamento das jazidas de urânio no Brasil. Ele também ressaltou a importância da energia nuclear para a área médica, a exemplo do projeto do Reator Multipropósito Brasileiro, que pode dar ao País a autonomia na produção de radioisótopos.

Para o diretor do Departamento de Ciência e Tecnologia Industrial do Ministério da Defesa, general Claudio Duarte de Moraes, a visão de longo prazo é fundamental para que os projetos na área de defesa produzam resultados e benefícios. Segundo ele, a apresentação do secretário trouxe tranquilidade em relação ao futuro das parcerias entre os setores de ciência, tecnologia e defesa.

Fonte: MCTIC

Do laboratório para o consumidor

Pesquisadores de 40 instituições federais serão convidados a responder um questionário sobre a transformação das pesquisas desenvolvidas na academia em produtos e serviços.

O objetivo é mostrar a percepção do pesquisador brasileiro sobre os entraves à inovação e à parceria entre as universidades e as empresas.

“Foram entregues cerca de 400 questionários que serão distribuídos a diversos pesquisadores em universidades e instituições de pesquisa federais do país. A partir do dia 12 de dezembro todas essas respostas irão voltar para o Confies e vamos poder fazer um levantamento da percepção do pesquisador brasileiro”, afirmou Fernando Peregrino, vice-presidente do Confies, conselho que congrega as instituições de ensino superior e pesquisa do país.

De acordo com o conselho, os indicadores internacionais colocam o Brasil numa condição ruim na inovação e na relação entre a pesquisa e a sua transformação em bens e serviços.

Peregrino ressaltou que é preciso acelerar o processo de inovação a partir das pesquisas realizadas nas universidades e instituições de pesquisa, “dado que tais entidades são responsáveis por mais de 90% da produção científica e tecnológica” no Brasil.

Desburocratização

O levantamento é uma parceria do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), Confies, Sebrae e Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes).

“Para o MCTIC, é fundamental contribuir para a desburocratização da pesquisa científica. É um desafio agilizar, tornar mais rápido esse processo e viabilizar a pesquisa. Os pontos mais relevantes da burocracia devem ser atacados pelo ministério e pelo governo. Temos que pensar soluções para destravar os procedimentos de pesquisa. Esse levantamento vai fazer uma análise importante para orientar políticas e programas relacionados à pesquisa pública no país”, afirmou Sávio Raader, do MCTIC.

Fonte: http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=pesquisa-quer-identificar-entraves-inovacao-brasil&id=010175161130#.WEaSfLIrLIV

Lembro quando adquiri meu computador, há mais de 20 anos. Cheguei em casa com a caixa, eufórico. Instalei-o  e fiquei fascinado com a possibilidade de mandar e-mails, jogar online e digitar trabalhos. A internet ainda era a discada e – acredite – eu a considerava um dos serviços mais velozes que já entrara em contato.

Hoje, para os nossos padrões, isso soa muito estranho, não é?

A verdade é que o mundo continua mudando a uma velocidade espantosa e daqui até a próxima década podemos estar presenciando a conclusão de um novo paradigma, ofertado pelos avanços da tecnologia e ciência. Confira abaixo a lista que a Acelera criou especialmente para você!

Negócios Digitais

A Acelera Startups, o site em que você está nesse exato momento, é um negócio digital. A denominação é simples, assim como o entendimento. Até 30 anos atrás, era patente criar-se um estabelecimento/escritório para vender um produto, atender uma demanda. Com o advento da internet, smartphones e conexões de banda larga cada vez mais velozes, isto tem se tornado obsoleto.

Hoje observamos uma transferência gigantesca de empresas físicas para o ramo de negócios digitais. A necessidade de ir a um trabalho, gastar dinheiro com gasolina e perder uma hora no trânsito perde o sentido se o seu trabalho pode ser feito utilizando um computador e enviado por e-mail.

Quando se trata de negócios digitais, não podemos deixar de citar o mercado de aplicativos.  O avanço da conectividade é tão promissora que num futuro breve boa parte de nossas atividades estarão automatizadas. Carros, televisões, computadores – em resumo – , tudo o que for eletrônico poderá ser comandado por um simples app do seu celular.

Ainda sobre negócios digitais, pense bem sobre o uso de mídias sociais.

Esta é outra realidade que já faz parte do dia-a-dia dos negócios, mesmo os físicos. Além de boa parte do seu público poder ser encontrado no facebook, twitter ou instagram, a internet tornou-se um território novo a ser explorado para vender produtos.

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Automação

Seguindo a linha de raciocínio dos aplicativos, a automação é outro seguimento que promete bombar. A humanidade encontra-se em uma mudança de valores incalculável: já não faz mais sentido gastar boa parte do seu tempo com trabalho. Ter mais lazer, oportunidades de afeto e hobbys é quase tão importante quanto ganhar dinheiro.

Eis por que a automação é um dos negócios do futuro. Automatizando nossas atividades, podemos tranquilamente ter aquele tempo que desejamos. Já pensou quantas horas do dia são gastas com contas a serem pagas, preparação de alimentos, limpeza, entre outras atividades mais manuais e mecânicas?

Se formos parar para contar, seguramente 40 a 50% do seu dia é utilizado com algo que poderia ser automatizado. Isto ainda parece muito utópico à realidade do nosso país e um investimento sem sentido. Porém, acredite: a robótica baterá nossas portas nos próximos anos. No Japão, isto já é uma realidade. Nos EUA, não demorará para ser também.

É uma questão de tempo até esse mercado florescer e tornar-se acessível ao cidadão comum. Fique ligado!

Produtos sustentáveis

A cada dia cresce a consciência de que vivemos em um planeta de recursos limitados. Não podemos explorá-lo indefinidamente, como se a natureza nunca fosse acabar. Mais do que isso: nossa Terra e seu ecossistema é um ser vivo como qualquer outro, devemos respeitá-lo.

O mercado de produtos sustentáveis é uma grande oportunidade de negócio.

Produtos feito artesanalmente, biodegradáveis, oriundos da agricultura familiar ou de recursos de fácil reposição estão caindo na boca do povo, não apenas por consciência ambiental:

  • a qualidade costuma ser maior;
  • possuem mais durabilidade;
  • os benefícios à saúde são notórios;

Uma boa oportunidade de negócio para se investir nos próximos anos. Saiba que esta representará a cultura do futuro!

Desenvolvimento humano

Certamente,  o mercado de desenvolvimento humano e comportamento é a bola da vez. Já bastante explorado, nos próximos anos a presença do Coach na sociedade será tão comum  quanto a de psicólogos clínicos.

Uma boa ideia de negócio é ajudar as pessoas a crescerem nos ramos profissional e pessoal. Nunca tivemos tanta incerteza quanto ao que queremos enquanto pessoas. A busca por propósito passou a ser discutida no café da manhã de famílias comuns, insatisfeitas com sua condição.

Que tal oferecer um serviço que ajude indivíduos a se encontrarem profissionalmente? Estar satisfeito com o que se faz 8hr/dia é um dos melhores remédios contra ansiedade e depressão.

E não para por aí… E problemas com a gestão de tempo? Relacionamentos frustrantes? Dificuldade de autoaceitação? Mudança de perspectiva? Segurança afetiva? São infinitas as possibilidades que podem ser trabalhadas.

Sinta o futuro!

Já ouviu falar da Quarta Revolução Industrial? É talvez a maior revolução que podemos imaginar. Pela primeira vez, veremos a fusão em massa de tecnologias digitais, físicas e biológicas. Temas como nanotecnologia, engenharia genética e fábricas inteligentes – ainda tão alienígenas a maioria das pessoas – farão parte do nosso mercado futuro.

Quer saber um pouco mais desse futuro? Assista o vídeo abaixo, produzido pela Acelera!

Um mentor focado em resultados

Já pensou em desenvolver seu negócio com a ajuda de alguém com maior experiência? Um Mentor é alguém com mais experiência na área de interesse do Mentee (alguém que está iniciando) disposto a repassar o que aprendeu através da prática ou do estudo e observação de cases de sucesso, o caminho das pedras, o pulo do gato. As estratégias que funcionam e deram certo para outros e que podem fazer o Mentee economizar tempo e ter resultados mais rápido.

Com o aprendizado que nasceu da mentoria de centenas de startups no Brasil todo e em mais de 20 anos de experiência, Claudio Brito criou uma formação online para mentores e uma Certificação Internacional em Mentoria de Negócios & Inovação realizada em cidades do Brasil e dos Estados Unidos como Cambridge e San Francisco, mais informações no site do Global Mentoring Group, ou sobre o mentoring aqui.

o que é uma startup?

O que é uma startup?

Startup é uma empresa em estágio embrionário, ela ainda não tem um mercado definido, o produto ou serviço ainda não está claro e seus clientes podem mudar a qualquer momento. O termo tornou-se popular internacionalmente durante a bolha da internet em 1999, quando um grande número de “empresas.com” foram fundadas e receberam uma valorização astronômica o que resultou em uma quebradeira sem precedentes no ano seguinte.

No Brasil 74% das startups fecham após cinco anos, tendo como principal motivo a briga entre os sócios e não oferecer uma proposta que ‘converse’ com o mercado.

Segundo os investidores o que é uma startup?

Muitas pessoas dizem que qualquer pequena empresa em seu período inicial pode ser considerada uma startup. Outros defendem que uma startup é uma empresa com custos de manutenção muito baixos, mas que consegue crescer rapidamente e gerar lucros cada vez maiores. Mas há uma definição mais atual, que parece satisfazer a diversos especialistas e investidores: uma startup é um grupo de pessoas à procura de um modelo de negócios repetível e escalável, trabalhando em condições de extrema incerteza.

Apesar de curta, essa definição envolve vários conceitos:

Um cenário de incerteza significa no mundo das startups que não há como afirmar se aquela ideia e projeto de empresa irão realmente dar certo – ou ao menos se provarem sustentáveis.

O modelo de negócios é como a startup gera valor – ou seja, como transforma seu trabalho em dinheiro. Por exemplo, um dos modelos de negócios do Google é cobrar por cada click nos anúncios mostrados nos resultados de busca – e esse modelo também é usado pelo Buscapé.com. Um outro exemplo seria o modelo de negócio de franquias: você paga royalties por uma marca, mas tem acesso a uma receita de sucesso com suporte do franqueador – e por isso aumenta suas chances de gerar lucro.

Ser repetível significa ser capaz de entregar o mesmo produto novamente em escala potencialmente ilimitada, sem muitas customizações ou adaptações para cada cliente. Isso pode ser feito tanto ao vender a mesma unidade do produto várias vezes, ou tendo-os sempre disponíveis independente da demanda. Uma analogia simples para isso seria o modelo de venda de filmes: não é possível vender a mesmo unidade de DVD várias vezes, pois é preciso fabricar um diferente a cada cópia vendida. Por outro lado, é possível ser repetível com o modelo pay-per-view – o mesmo filme é distribuído a qualquer um que queira pagar por ele sem que isso impacte na disponibilidade do produto ou no aumento significativo do custo por cópia vendida.

Ser escalável é a chave de uma startup: significa crescer cada vez mais, sem que isso influencie no modelo de negócios. Crescer em receita, mas com custos crescendo bem mais lentamente. Isso fará com que a margem seja cada vez maior, acumulando lucros e gerando cada vez mais riqueza.

Pouco investimento

O fomento à inovação no Brasil está abaixo da média mundial e precisa ser ampliado, de acordo com Alexandre Motta, do CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico) durante encontro promovido pelo IBICT (Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia).

O coordenador destacou que o volume de investimentos no Brasil varia de 0,3% a 0,55% do Produto Interno Bruto (PIB), enquanto em outros países emergentes fica entre 1% e 2,5%.

Já nos países desenvolvidos, o investimento em pesquisa e inovação alcança 2% do PIB.

Alexandre apresentou os resultados dos programas CI-Brasil e Startup Brasil, que dão apoio a empresas na área de inovação tecnológica.

Segundo ele, o Startup Brasil, criado em 2013 e que atua em parceria com empresas privadas, as aceleradoras, ajudou no sucesso das startups selecionadas. Até hoje, o programa já apoiou 183 empresas emergentes, sendo que 135 ainda estão funcionando.

Alexandre defendeu que o Brasil precisa de pesquisadores com perfil de empresários: “Hoje, 50% do fomento público para pesquisa e desenvolvimento é para a área de humanas. O Brasil precisa desenvolver engenharia.”

Dinheiro próprio

O presidente da Associação de Startups e Empreendedores Digitais (Asteps), Hugo Giallanza, que também participou do encontro, ressaltou o papel das incubadoras e aceleradoras para a sobrevivência das empresas emergentes, para as quais o índice de mortalidade é muito alto – de cada 100, apenas 1 sobrevive.

As incubadoras ajudam os novos empreendedores a entender e a inserir seus produtos no mercado, afirmou.

Giallanza ponderou ainda que o fomento público é essencial, mas as empresas emergentes não podem ficar dependentes desse recurso: “Tem de começar com dinheiro próprio e tentar sobreviver e validar o negócio, para depois ir em busca de apoio. A maior riqueza das startups são as pessoas.”

Fonte: http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=brasil-tem-menores-indices-investimento-inovacao&id=010175161129#.WD6na7IrKvF

Quando lemos uma notícia sobre investimento, geralmente, não temos acesso aos detalhes da negociação, tal como valuation da empresa e participações societárias. Muitas vezes, nem o valor do investimento é divulgado. Uma das razões é o cuidado para não dar muita informação a potenciais concorrentes, mas já vi até mesmo preocupação com a segurança pessoal dos envolvidos.

Uma outra razão é a complexidade do acordo, que pode ser construído com dezenas de variáveis diferentes. Na dúvida do quê e como divulgar, não se divulga nada. Por isso, sempre recomendamos o suporte de um advogado no processo de negociação de acordos de investimento, independentemente do tamanho da empresa.

Uma variável muito importante nesse tipo de negociação é como o dinheiro entra na empresa.

A opção mais comum é o lançamento de novas ações, ou seja, a empresa emite novas ações para o investidor que está entrando na empresa e o dinheiro vai direto para a operação. Um termo em inglês comumente utilizado para esses casos é cash-in. Tecnicamente essa operação também pode ser chamada de “oferta primária de ações”.

CASH-IN = DINHEIRO SOMENTE PARA A OPERAÇÃO DA EMPRESA

Outra opção, bem menos comum, é a compra de ações já existentes. Algum sócio que queira se desfazer de suas ações em uma determinada rodada pode transferir suas ações para o novo sócio que está entrando. O termo nesse caso é cash-out, ou “oferta secundária de ações”.

CASH-OUT = DINHEIRO PARA SÓCIOS EM TROCA DE AÇÕES

Atenção! É muito raro que investidores de venture capital comprem ações de sócios fundadores, fazendo um cash-out. As situações nas quais o empreendedor propõe uma oferta secundária de ações, associado com uma oferta primária, passam uma imagem ruim para quem está entrando na empresa. Minha recomendação é nunca fazer esse tipo de proposta.

Mas por quê?

As principais razões estão relacionadas ao comprometimento do empreendedor com o negócio e a confiança que ele tem na oportunidade. Se o empreendedor acredita no que está propondo por que venderia suas ações? Além disso, o investidor quer otimizar os resultados gerados pelos recursos que está aportando. Contratar pessoas e investir em marketing, por exemplo, gera muito mais resultado do que encher o bolso de alguém.

As outras formas mais comuns de entrada de investidores são:

Dívida conversível

O dinheiro entra na empresa e é apropriado pela contabilidade como uma dívida (passivo), que pode ser convertida em ações, mediante algumas condições em algum evento futuro, seja uma nova rodada de investimento ou a própria venda da empresa. O instrumento mais comum é a debênture conversível, um tipo de título de crédito usado por empresas no mercado de capitais.

Contratos de opção de compra de ações

Nesse caso o investidor paga por uma opção de comprar ações da empresa no futuro, ou seja, ele não entra no quadro societário da companhia, mas tem o direito de, mediante a sua própria vontade ou um evento específico, comprar as ações da empresa por um preço pré-determinado. Dessa forma o recurso entra na empresa e o investidor pode decidir, se as coisas correrem bem, se vira sócio mesmo ou não.

Para cada situação e tipo de investidor existirá um mecanismo mais adequado. Nunca deixe de consultar outros empreendedores que já passaram por situações semelhantes.

A FAMOSA HISTÓRIA DE TER A GRANDE IDEIA.
Era mais um dia de consultoria e que a grande busca de alguém era termos a grande ideia!
Para você entender isso, deixe-me explicar a situação. Era uma mulher tinha ido para Itália, ela era dentista e ao passar um tempo por lá, descobriu que sua grande paixão era moda. Ficou um tempo para poder fazer cursos e aprender muito sobre o assunto. Mas chegou a hora de voltar.
Ao chegar no país, percebeu que as possibilidades de trabalho não era nem parecidas com o que ela esperava, porém queria continuar no país. A solução? Vou criar algo diferente, quero trazer uma novidade para o mercado… E agora?
Aqui muitas pessoas entram na grande dificuldade, a ponte entre as ideias e a realidade é um dos caminhos mais intrigantes que conheço.
Este é um podcast que fala mais a fundo sobre essa diferença – A Diferença Entre Pensar E Agir Empreendedor
Quando fui me reunir para ajuda-la, ela veio com algumas outras pessoas junto para auxiliar em possíveis ideias e também trazerem opiniões que pudessem agregar com o trabalho. A primeira coisa que uma delas me falou – Estou louco para ir as ideias!
“IDEIAS EM AÇÃO MUDAM REALIDADES, NÃO APENAS IDEIAS.”
UM TAPA NO SENSO COMUM
Essa hora eu joguei uma ducha de agua fria e aqui você entende o foco deste recado – Eu falei, não na verdade o que procuramos é um ótimo problema, as ideias serão um processo posterior que só terá sentido se encontrarmos esse objetivo.
Grande parte das pessoas que busca empreender está alucinada para encontrar uma ideia, só que ótimos negócios surgem como respostas a bons problemas, coisas realmente relevantes.
SUA IDEIA SENSACIONAL NUNCA VENCERÁ UMA OUTRA BREGA QUE EFETIVAMENTE RESOLVE UM PROBLEMA.
Esse é o fato!
Portanto, esqueça essa caça ao tesouro da melhor ideia e busque encontrar um problema grande, doloroso, chato, que tenha muitas pessoas, boa possibilidade de mercado para resolver. Esses dias em um papo com o João Kepler, ele falava, a primeira coisa que busco saber quando alguém vem pedir investimento é – Qual é o problema?
Antes mesmo da ideia.
PERCEBA A LOGICA
Isso é obvio, o empreendedorismo normal e o Empreendedorismo de Alto Impacto (Startups) surgem para resolvermos problemas. Então, pare de ficar na loucura de encontrar ideias e tente encontrar bons problemas.
Na consultoria o que aconteceu foi exatamente isso, ficamos quase que 70% do tempo debatendo e buscando os melhores problemas, depois o processo das ideias foi muito mais tranquilo e consistente.
Fica a dica e vá a caça.
Este vídeo pode ajudar você na hora de desenvolver o seu negócio:


Você sócio de startups

“O futuro não virá em ondas como no oceano, virá como um tsunami” essa afirmação feita por Klaus Schwab fundador do Fórum Econômico Mundial durante a edição mais recente do Fórum nos dá uma prévia do que está por vir.

Nesse cenário surgem empresas com taxa de crescimento altíssimas e capazes não só de escrever o futuro previsto, mas de criar fortunas no caminho, estamos falando das startups.

Porém, muitos confundem o termo startup com algo muito elitizado ou direcionado apenas ao mercado de tecnologia quando na verdade a oportunidade é muito maior e pode ser potencializada com a ajuda de alguém como você! Já pensou em compartilhar a sua experiência, como mentor de uma startup?

Mas o que são startups? E como um mentor trabalha? As startups são empresas em estágio inicial buscando um modelo de negócios que possa ser repetido e crescer muito rápido. E o mentor é alguém mais experiente que já passou pela jornada que será enfrentada pelo empreendedor iniciante (startupeiro) ou um executivo com a experiência necessária para levar o time da startup ao próximo nível.

Nesse mercado existem muitas oportunidades nascendo diariamente, pequenas idéias que com a ajuda de alguém mais experiente podem alcançar o mercado de forma mais ágil e gerar resultados muito rápidos sem precisar de altos investimentos e as vezes até sem nenhum investimento financeiro apenas com a doação de tempo você pode se tornar sócio de uma startup.

Porém é preciso preparo para você enxergar todas as possibilidades, entender esse mundo e saber como mentorar uma startup tirando o máximo proveito da oportunidade sem investir dinheiro do seu bolso ou investindo muito pouco.

Veja como a oportunidade Você sócio de startups! Funciona, clicando aqui.

Se você perdeu o Webinar divulgado pode assistir aqui a Masterclass: Você sócio de Startups.

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