Acelera Startups

A maior escola online de startups do Brasil

O plano de negócios é válido em algumas situações específicas, entretanto, para a maioria dos casos quando se está iniciando um empreendimento, ele não é a melhor opção para ser utilizada.

Se você contratar alguém para preencher o seu plano de negócios, você está vivendo em uma era primária, você está vivendo em um século atrás quando aquele dono de fábrica pagava ao consultor para escrever-lhe um plano de negócio, se você pagá-lo terá um plano que não combina com suas ideias e ideais.

Se você está iniciando, seu foco deve ser a venda e o feedback do cliente para que possa amadurecer seu produto ou serviço, acompanhe essas e outras dicas mais sobre como “matar” o plano de negócios no vídeo abaixo.

Fonte: http://www.claudiobrito.com/mate-o-plano-de-negocios-antes-que-ele-acabe-com-voce-e-leve-suas-ideias-junto/

Como convencer alguém a mudar de ideia, segundo a ciência

Persuadir alguém a mudar de opinião é uma tarefa muito difícil. A ciência, porém, descobriu alguns truques linguísticos que podem ajudar nesta empreitada.

De acordo com um estudo feito pela Universidade Cornell, nos Estados Unidos, argumentos persuasivos seguem determinadas dinâmicas.

Para realizar a pesquisa, os cientistas analisaram quase dois anos de publicações no ChangeMyView, um fórum do site Reddit em que um usuário apresenta um assunto e convida outros indivíduos a tentarem mudar sua teoria.

Quando o usuário admite que sua opinião foi alterada, ele precisa dar à pessoa um sinal de delta (a letra grega que é utilizada como sinal de mudança na matemática) que conseguiu persuadi-lo. Além disso, ele também tem a obrigação de explicar exatamente o que foi modificado em seu argumento.

A partir da análise de centenas de discussões, os pesquisadores perceberam que a persuasão está relacionada com números: quanto mais indivíduos tentarem persuadir uma pessoa, maior é a probabilidade de ela alterar seu ponto de vista.

Eles também notaram que os usuários que responderam à discussão de maneira mais rápida conseguiram persuadir o indivíduo antes do que aqueles que deram seu ponto de vista mais tarde. Isso significa que ter bom timing, quando você espera o momento certo para realizar uma ação, também é importante no poder da influência.

Uma linguagem utilizada por muitos dos usuários que auxiliou no convencimento é o da limitação ou da qualificação de algo a partir de condições ou exceções — um exemplo é usar a frase “poderia ser o caso”. No entanto, os cientistas apontam que essa técnica deve ser usada com parcimônia e o tom da conversa deve ser amistoso.

Outra maneira de argumentar que obteve bons resultados, mas também se mostrou como algo desastroso é a insistência. Em alguns casos, usuários conseguiram convencer outra pessoa após um longo debate. Porém, na maioria das vezes, isso se mostrou como algo chato e desnecessário.

Desse modo, a lição que fica é que se você não conseguiu convencer alguém após horas de discussão, provavelmente nunca conseguirá mudar a opinião dessa pessoa. Os próprios pesquisadores apontaram que as opiniões não mudaram na maioria dos casos do fórum do Reddit, um local conhecido por ter pessoas com a mente aberta.

 

Fonte: http://exame.abril.com.br/tecnologia/noticias/como-convencer-alguem-a-mudar-de-ideia-segundo-a-ciencia

Senado aprova novo Super Simples em benefício de mais categorias

O Senado aprovou em definitivo, nesta terça-feira, o projeto que atualiza os valores do Super Simples. A principal novidade é que o a renda do MEI (Microempreendor Individual) passará de R$ 60 mil para R$ 81 mil ao ano, e a microempresa de R$ 3,6 milhões para R$ 4,8 milhões ao ano. Os valores passarão a valer a partir de janeiro de 2018.

O limite para enquadramento dos Microempreendedores Individuais – MEI – foi elevado para R$ 81 mil numa negociação de última hora. O texto anterior previa o valor de R$ 72 mil.

Como o texto foi mudado no Senado, o projeto voltará à Câmara para mais uma votação. A proposta foi aprovada por unanimidade.

O projeto ainda incluiu, por mobilização de vários senadores, algumas categorias no Super Simples: médicos, odontólogos, serviços de psicologia, psicanálise, terapia ocupacional, acupuntura, podologia, fonoaudiologia, clínicas de nutrição e vacinação e bancos de leite.

Também houve acordo para incluir uma emenda que adota o critério de geração de empregos como requisito para a transição dos empreendedores de uma tabela tributária para outra, dentro do sistema especial de recolhimento de impostos. A proposta prevê que os empreendedores podem pular para uma tabela mais favorável quando gerarem empregos, quando a razão entre a folha de salários e a receita bruta da pessoa jurídica seja igual ou maior do que 28%.

Fonte: http://oglobo.globo.com/economia/senado-aprova-novo-super-simples-em-beneficio-de-mais-categorias-19603980#ixzz4MCgXcn8Q

O que falar de uma empresa que ao invés de buscar clientes transforma-os em fãs?

Porque esse exemplo? Simples, estamos sempre buscando pessoas para comprar nossos produtos ou serviços e a Apple não busca clientes para vender, ela busca fãs, esse é o seu diferencial.

O foco no cliente é um diferencial que essa empresa apresenta e torna-a tão atrativa aos seus consumidores, fidelizando-os e tornando-os “evangelizadores” da marca.

E você o que pode fazer pelo seu cliente para que ele torne-se seu fã?

 

Fonte: http://www.claudiobrito.com/o-segredo-da-apple-como-transformar-clientes-em-fas/

Google Station quer oferecer internet confiável e rápida para todo mundo

O Google anunciou que está trabalhando em um novo produto chamado “Google Stations” que tem como objetivo oferecer conexão sem fio “para todos”

A empresa destaca que os parceiros do serviço deverão oferecer redes confiáveis e de alta velocidade aos usuários com capacidade para “facilmente transmitir um vídeo com qualidade HD, pesquisar seu destino ou baixar um novo livro ou jogo”.

“Nós faremos parcerias com grandes espaços e organizações, operadores de rede, fornecedores de fibra, integradores de sistemas e empresas de infra-estrutura”, diz o buscador.

Google Stations foi lançado inicialmente na Índia, mas os planos do Google são de expandir o serviço para o resto do mundo no futuro.

 

Fonte: http://googlediscovery.com/2016/09/28/google-stations-quer-oferecer-acesso-rapido-internet-em-todo-o-mundo/?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed%3A+googlediscovery+%28Google+Discovery.com%29

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O crescimento não é um atalho

Se você lidar com o crescimento como um atalho, você não vai conseguir otimizá-lo e tirar o melhor. Entenda como replicar o crescimento

Quando falamos de growth hacking, e os auto-proclamadoshackers falam que tornam o crescimento um hack (atalho), muita confusão pode ser causada.

O processo de conquista de mais consumidores é estudado, analisado, e documentado. Estratégias bem sucedidas e táticas estão amplamente disponíveis – então por que você quer encontrar um atalho, em vez de criar um processo?

Na primeira, as variáveis que impulsionam o crescimento podem ser esmagadoras. Há o SEO, experiência do usuário, fluxos de pagamento, e-mails, engajamento e retenção, marketing de conteúdo e etc.

É tentador apenas jogar coisas na parede e ver o que oferece o maior número de usuários. Não caia nessa armadilha.

Os hacks podem levantar um calor vazio, uma distribuição projetada que não é sustentável.

Deixe o entendimento do negócio ajudá-lo a priorizar seus esforços de crescimento e construir um sistema para rastrear o impacto dos negócios de seus esforços em um canal.

O crescimento precisa ser uma estratégia baseada na observação do mercado e do entendimento do consumidor.

As empresas mais bem sucedidas têm estruturas e dados para entender seus usuários, engajamento e aquisição. Eles podem explicar por que o crescimento está acontecendo, ver o impacto nos negócios e acelerar o crescimento com base no que aprendem.

Para maximizar a oportunidade de crescimento, ela precisa ser bem compreendida, repetível e alinhada com suas prioridades de negócios.

Paul Graham provavelmente colocou isso bem, quando disse: “a boa notícia é que, se você conseguir o crescimento, tudo tende a cair no lugar. O que significa que você pode usar o crescimento como uma bússola para fazer quase todas as decisões que enfrenta”.

Logo no início, um monte de empresas se concentram exclusivamente na aquisição do usuário na parte superior do funil, mas você precisa mudar isso conforme o tempo for passando, e você tiver novos clientes.

Ao passo em que você escala, você precisa pensar sobre a qualidade dos utilizadores, não apenas na quantidade.

Criticamente, o crescimento não é apenas sobre a adição de novos usuários da rede, mas sobre o desenvolvimento de uma compreensão profunda de como fazer o negócio crescer.

Para ter sucesso, as equipes de crescimento devem identificar estados de envolvimento dos usuários indesejáveis e oferecer uma experiência para aqueles usuários que os move em um estado desejado – tornando-os usuários de maior valor para o negócio.

Imagine que você é uma loja virtual e sabe que o seu custo de aquisição de cliente seja de 95 reais.

Uma maneira de olhar para isso é preencher o topo do funil com os clientes a partir de qualquer canal onde o custo de aquisição seja inferior a 95 reais.

Vamos supor que você tenha 2 canais para a aquisição de clientes, o Facebook e o Twitter. Os clientes do Facebook valem 200 reais e os do Twitter 50 reais. De 100 clientes, 30 são do Facebook e 70 são do Twitter.

Separar os usuários por canal é fundamental. Se você aumentar o seu crescimento no Twitter, o seu valor médio de cliente só vai diminuir, e você estará adquirindo usuários sem lucro.

Além de separá-los por canal, você precisa analisar o seu comportamento. Você precisa se perguntar por que os usuários do Twitter valem menos, e em seguida, veja se pode movê-los em comportamentos para que eles valham mais.

Por exemplo, talvez os usuários do Twitter façam apenas 1 compra, enquanto os do Facebook fazem 4.

Talvez você veja que uma vez que alguém faz uma segunda compra, a probabilidade de que eles façam a terceira e a quarta vai aumentando.

O resultado: em vez de tentar crescer através da aquisição de mais usuários no topo do funil, você deve se concentrar em fazer os clientes do Twitter fazerem uma segunda compra.

Você pode testar cupons de desconto, para incentivar a recompra, uma campanha para usuários que fizeram a primeira compra, mas não fizeram a segunda, depois de um determinado período, e assim por diante.

É dessa maneira que você cria novos canais para o crescimento e documenta o seu desempenho.

Isso tudo é muito mais sobre accounting growth do que sobre growth hacking. Andy Johns, que atualmente lidera o crescimento em Wealthfront, foi a primeira pessoa a falar sobre accounting growth.

A fórmula para essa abordagem é a seguinte:

Crescimento Líquito Incremental por Usuário = Signups – Churn + Ressurreição de Clientes – Desativações

Ao definir a taxa de crescimento do seu negócio com essa fórmula simples, seu foco se estreita para cada variável individual – e movemos esses números na direção certa.

O crescimento do usuário pode ser examinado mais detalhadamente ao quebrarmos suas métricas por uma forte referência.

Isso permite que você possa medir com mais eficácia a qualidade (valor da vida) dos usuários provenientes de diferentes fontes, como SEO, links patrocinados, e-mail marketing, viralidade, mídias sociais e etc.

Um benefício adicional para implementar o processo de data drivensão as implicações futuras do accounting growth.

Ao examinar a sua trajetória de crescimento projetada e compará-la com a trajetória de crescimento atual, você pode quebrar as fontes de crescimento necessárias para atingir ou exceder projeções.

Essa constitui a base de um mapa na estrada – que é útil para justificar iniciativas, focar em projetos e motivar a sua equipe.

 

Fonte: http://www.jornaldoempreendedor.com.br/the-growth-hacker/growth-hacking/o-crescimento-nao-e-um-atalho/

Desafio Natura Amazônia: Negócios para Floresta em Pé

A Natura firmou uma parceria com a Artemisia para desenvolver uma nova geração de empreendedores de impacto socioambiental na Amazônia. As organizações vão selecionar até 25 startups para o “Desafio Natura Amazônia: Negócios para Floresta em Pé”, programa de pré-aceleração de negócios de impacto socioambiental.  As inscrições são gratuitas e podem ser feitas de 12 de setembro a 30 de setembro de 2016 pelo hotsite www.artemisia.org.br/desafionaturaamazonia/

 

 

O Desafio Natura Amazônia: Negócios para Floresta em Pé é um programa de pré-aceleração, desenvolvido pela Artemisia com exclusividade para a Natura, destinado a apoiar empreendedores com soluções de impacto socioambiental focadas na região amazônica. A estratégia prevê o entendimento do cenário de empreendedorismo de impacto na Amazônia dentro do contexto de atuação da Natura na região e o fortalecimento dos negócios mais alinhados aos critérios do programa, visando o desenvolvimento socioambiental da região.

São elegíveis startups que apresentem soluções de impacto socioambiental positivo e alinhadas aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Organização das Nações Unidas (ONU) que tenham relação com o contexto da região; com no mínimo protótipo ou produto/serviço já desenvolvido, em fase inicial de testes até soluções já validadas no mercado; que apresentem soluções inovadoras conectadas à “economia da floresta em pé”; e formada por empreendedores que valorizem e que busquem o desenvolvimento sustentável da região Amazônica, com experiência ou atuação relacionadas à sociobideversidade.

O programa contará com uma formação presencial focada no desenvolvimento de competências empreendedoras – na qual serão trabalhados os modelos de negócios e refinamento do impacto socioambiental das soluções selecionadas – uma imersão de alto impacto com duração de 5 dias em Benevides/Pará. Entre os benefícios do programa estão: acesso a mentores da rede Artemisia e Natura; conexão com outros empreendedores da região; acesso a metodologia de pré-aceleração Artemisia; entre outros. Após a formação presencial, ocorrerá o acompanhamento da evolução dos participantes do processo, sendo que até três negócios que mais se destaquem no programa receberão sessões de mentorias exclusivas (conduzida pela equipe da Artemisia). O objetivo é que os empreendedores possam desenvolver todo o potencial para causar impacto positivo na região.

 Aliança estratégica

A Amazônia vive um grande paradoxo. Por um lado, abriga 55% das florestas tropicais e 20% das águas doces fluviais do mundo; possui uma diversidade inestimável de vida e insumos; e tem papel fundamental como reguladora do clima do planeta. Do outro lado, sofre com os atuais modelos de negócios e setores predominantes na região, que geram devastação. Portanto, são essenciais ações para o fortalecimento de novos modelos de desenvolvimento para a Amazônia, que sejam mais inclusivos e sustentáveis.

Diante dessa demanda, a Natura – por meio do Programa Amazônia – tem como visão impulsionar um novo modelo de desenvolvimento para a região Amazônica; um modelo mais inclusivo e sustentável que valorize a “floresta em pé”. Neste contexto, a parceria com a Artemisia visa alavancar uma nova geração de negócios de impacto socioambiental como alternativa econômica para a região, acolhendo seus habitantes e conservando a floresta. O objetivo é apoiar a real vocação da Amazônia para o desenvolvimento da economia da ‘floresta em pé’, transformando desafios socioambientais em oportunidades para o desenvolvimento local, partindo do princípio de que Amazônia tem enorme potencial pela sua sociobiodiversidade que deve ser valorizada e respeitada.

Natura e Artemisia compartilham a visão de que é necessário fomentar e apoiar empreendedores que tenham genuína intenção e propostas sólidas para desenvolver soluções escaláveis e inovadoras aos desafios socioambientais na Amazônia. “Acreditamos que ao fomentar e dinamizar um ecossistema de negócios de impacto na região podemos mostrar na prática que é possível a floresta ter mais valor em pé do que derrubada – e que a Amazônia pode ser uma referência mundial em inovação, negócios e soluções para um mundo mais sustentável”, afirma Renata Puchala, gerente de Sustentabilidade da Natura.

Segundo José Mattos Neto, coordenador de Sustentabilidade da Natura, “muito além da compra de insumos da biodiversidade, a empresa quer contribuir para o desenvolvimento da região como um polo de referência em inovação e negócios sustentáveis capazes de gerar valor local de mãos dadas com inclusão social e preservação da floresta”.

Para Maure Pessanha, diretora-executiva da Artemisia – organização sem fins lucrativos, pioneira na disseminação e no fomento de negócios de impacto social no Brasil – a aliança entre dois players que são referência em seus respectivos segmentos traz visibilidade a uma questão de suma importância para o país. “Estamos muito felizes por poder levar para uma região que é vital para o desenvolvimento do planeta o conceito de negócios de impacto social. Nós na Artemisia acreditamos que este modelo tem o potencial de mudar a qualidade de vida das pessoas, e no caso específico da Amazônia também apresentar ao mundo soluções inovadoras que combinam impacto social e ambiental”, analisa a executiva.

NATURA

Fundada em 1969, a Natura é uma das líderes do setor de perfumaria, cosméticos e higiene pessoal no Brasil. Por meio de seus negócios, a empresa tem como compromisso gerar valor para toda a sua rede de relações e criar impacto positivo para a sociedade como um todo. Em 2014, tornou-se a primeira companhia de capital aberto do mundo a alcançar a certificação B Corp, que reúne empresas que aliam desenvolvimento econômico à promoção do bem-estar social e ambiental. Em 2016, foi a primeira empresa da América Latina a calcular seus impactos no meio ambiente, por meio da metodologia EP&L. Através do Programa Amazônia, a Natura contribui para a implantação de um novo modelo de desenvolvimento para a região, mais inclusivo e sustentável, que valorize a “floresta em pé” e acolha seus habitantes, tendo o uso sustentável da sociobiodiversidade amazônica como estratégia principal.

 ARTEMISIA

A Artemisia é uma organização sem fins lucrativos, pioneira na disseminação e no fomento de negócios de impacto social no Brasil. A missão da organização é inspirar, capacitar e potencializar talentos e empreendedores para criar uma nova geração de negócios que rompam com os padrões precedentes e (re)signifiquem o verdadeiro papel que os negócios podem ter na construção de um país com iguais oportunidades para todos. Fundada em 2004 pela Potencia Ventures, a Artemisia possui escritório em São Paulo.

 A Artemisia foi a primeira organização do Brasil a fazer parte da Omidyar Foundation, a mais respeitada organização no setor de investimento de impacto, fundada  por Pierre Omidyar, empreendedor do Ebay. Recentemente, a Artemisia também foi anunciada como uma das cinco organizações selecionadas, entre 115 de toda a América Latina, pelo edital da Rockefeller Foundation, Avina, Avina Americas e Omidyar. www.artemisia.org.br

Mais informações:

Hotsite do programa: www.artemisia.org.br/desafionaturaamazonia

Facebook Artemisia: www.facebook.com/ArtemisiaNS

LinkedIn Artemisia: www.linkedin.com/company/artemisia

Formulário de inscrição: http://bit.ly/DesafioNaturaAmazônia

Pará é o segundo estado do Norte com mais startups

As startups são modelos de negócios inovadores, que buscam resolver ou minimizar problemas atuais ou futuros

O Pará é o segundo estado da região Norte com o maior número de startups,  segundo dados oficiais da Associação Brasileira de Startups (ABStartup). Para debater temas relacionados a esse mercado, foi realizado nesta quinta-feira (22), em Belém, o Sebrae Startup Day, evento promovido,simultaneamente, em 48 cidades, de todos os estados brasileiros. No Pará, mais de 200 pessoas participaram da programação no Hotel Sagres. As startups são modelos de negócios inovadores, que buscam resolver ou minimizar problemas atuais ou futuros.

Apesar de ocupar um lugar de destaque no ranking das startups  nortistas e ter oportunidades de crescimento, esses negócios ainda precisam avançar no Pará. Hoje, são 24 empreendimentos. Segundo Preta Emeline, da ABStartup, o estado tem potencial, mas há passos importantes a serem dados. “Nas regiões Norte e Nordeste ainda há uma concentração de investimentos em atividades mais tradicionais. Há a necessidade de se acreditar mais no capital de risco, de apostar que quanto mais aplicar o dinheiro em frentes diferentes, mais chances haverá de crescimento em um curto espaço de tempo”, observou.

O conteúdo abordado durante o dia foi voltado para momentos empresariais da startup (curiosidade, ideação, operação e tração), com palestras, mesa-redonda, apresentação de propostas de instituições ligadas à tecnologia e inovação e meetups – encontro informal para troca de ideias e experiências. “Minha ideia é ter um site que ajude as pessoas que precisam de peças automotivas. Promover a venda de forma mais simplificada, mapeando os locais que vendem a preços justos”, diz Juan Lima, estudante de Engenharia Mecânica da Universidade Federal do Pará (UFPA), que participou do evento em busca de informações. Michel Rabelo tem um aplicativo que ajuda na preparação de estudantes para as provas do Enem. “Uma ideia que vem dando certo e ajudando muitos alunos, porque agrupamos uma hora de aula em um tempo muito menor. Isso facilita o estudo”, explica o empresário que tem uma startup em Belém, há três anos.

O diretor administrativo e Financeiro do Sebrae no Pará, André Pontes, reafirmou o apoio da instituição a quem deseja empreender ou já empreende nessa área.  “São iniciativas inovadoras, que têm grande potencial para se desenvolver, e o Sebrae está, e sempre estará, de portas abertas para apoiar esses empreendedores”, destacou. Segundo Pontes, é preciso criar condições para que as empresas tenham sustentabilidade. “São negócios que têm um grau de risco considerável, tendo em vista que são iniciativas inovadoras, não testadas no mercado. Aí entra o nosso trabalho, ajudando no que se refere à gestão do negócio”, frisou.

O Sebrae tem atuação nacional no desenvolvimento de startups. Atualmente, projetos voltados para o segmento acontecem no Brasil inteiro. Em 2015 foram atendidas 855 startups, número que subiu 40% em 2016. Em quatro anos, desde 2013, a quantidade de startups atendidas pelo Sebrae em todo o país cresceu nove vezes – de 130 para 1,2 mil. De acordo com o banco de dados da ABStartups, existem hoje 4.185 startups cadastradas no país – número que cresceu 30% entre 2015 e 2016, mesmo na crise.

O Sebrae Startup Day teve apoio da Federação das Indústrias do Estado do Pará (FIEPA), Universidade do Estado do Pará (UFPA), ABStartup, UFPA, PCT Guamá, Startup Brasil, Funifier, escritório Gama Malcher e Universitec.

 

Fonte: http://www.ormnews.com.br/noticia/para-e-o-2-estado-do-norte-com-mais-startups

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