2015 foi um ano cuja maioria dos brasileiros querem esquecer. Foram crises, escândalos de corrupção, inflação, tragédias ambientais e outros fatos que não merecem ser comemorados.

A esperança é de 2016 seja diferente. E, que pelo menos, a maioria dos estigmas de 2015 não se repitam.

No entanto, toda crise tem sua importância. Ela força a inovação. São em momentos turbulentos que se produz mais: informação, tecnologia, processos, etc.

Eis um exemplo: o Clube de Autores, presidido pelo autor orignal deste artigo, apresentou um crescimento de 30% no volume de publicações nos últimos 12 meses.

E nessa tormenta que passamos em 2015, muita coisa passou pela nossa cabeça. E para entender esse pensamentos, nada melhor que usar uma velha ferramenta: o Google.

Todos os anos o Google reune as principais buscas realizadas no ano. O que pesquisamos mais em 2015 pode ser visto aqui.

E se é verdade que somos as perguntas que fazemos, então fica claro todo o conjunto de dramas, conflitos, crises, derrotas e – claro – vitórias que fizeram o ano passado.

Os efeitos de todas essas demandas por resposta? Esse sentiremos ainda por muitos, muitos anos. É isso, aliás, que determinará uma das bases do pensamento em massa da humanidade.

Ricardo Almeida

Texto original disponível aqui

Sobre o Autor
Ricardo Almeida é criador do conceito de Webs Progressivas, da Metodologia Moebius e autor de Mirando Resultados (2001) e Medindo Resultados (2005). É especialista em planejamento e gestão de projetos digitais, com passagens por algumas das maiores agências do Brasil.