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Currículo da educação básica poderá incluir empreendedorismo

A Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE) poderá votar, na reunião de terça-feira (13), o projeto que visa incluir o empreendedorismo nos currículos do ensino médio e dos anos finais do ensino fundamental. A proposta também introduz o estímulo ao empreendedorismo e à inovação como finalidade da educação superior.

O objetivo do senador José Agripino (DEM-RN), autor do PLS 772/2015, é tratar o empreendedorismo como tema transversal, como já acontece com os direitos humanos. Para o senador, é preciso promover o protagonismo dos alunos e estimular atitudes de criatividade, assertividade e busca da inovação. Ele explica que a educação para o empreendedorismo não tem a pretensão de tornar todas as crianças empresários, mas criar uma mentalidade empreendedora para a vida, o que serviria também para o setor público, o mundo artístico e o voluntariado.

A relatora, senadora Lídice da Mata (PSB-BA), deu voto favorável ao projeto e apresentou três emendas. A decisão da comissão é terminativa: se aprovado e não for apresentado recurso para votação em Plenário, o texto segue para a Câmara dos Deputados.

Pessoas com deficiência

A CE também analisará, em caráter terminativo, o projeto (PLS 208/2016) do presidente do colegiado, senador Romário (PSB-RJ), que torna obrigatórios o desenvolvimento e a implementação de programas, projetos e ações de atendimento educacional para jovens e adultos com deficiência .

A proposta determina que os sistemas de ensino deverão desenvolver e implementar esses programas em parceria com as famílias, por meio de uma articulação intersetorial entre órgãos e políticas públicas de saúde, assistência social e direitos humanos. O texto recebeu voto favorável do relator, senador Paulo Paim (PT-RS).

A diretriz defendida por Romário está hoje incluída como um dos mandamentos do Plano Nacional de Educação (PNE 2014-2024), mas o objetivo do senador é torná-la efetiva por meio de inclusão na Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB). Na justificativa, ele reforça que a inclusão educacional é uma das grandes bandeiras dos movimentos sociais ligados às pessoas com deficiência.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Lynda Weinman

Como Lynda Weinman conquistou 5 milhões de clientes com uma nova forma de educar

No mundo do empreendedorismo não faltam histórias de sucesso que servem de inspiração. Hoje queria falar um pouco sobre a protagonista de uma dessas histórias: Lynda Weinman

 

Lynda Weinman é uma das grandes figuras que fizeram parte da história da internet. Desde cedo apresentava interesse pela educação, sendo uma aluna com ótimas notas em seu currículo escolar.

 

No entanto, algo a incomodava na forma como a forma de educar era abordada. Em sua adolescência leu o livro que provocaria uma grande mudança em sua vida, um livro sobre uma escola na Inglaterra que ensinava de um jeito bem diferente ao abordado na escola pública que estudava.

 

Basicamente, aquela escola inglesa permitia que as crianças avaliassem e escolhessem qualquer assunto que quisessem aprender, e acreditava que se não forçassem os estudantes a irem para a escola, eles desenvolveriam um senso de automotivação e amor pelo aprendizado que não poderia desenvolver de outra forma.

 

Em 1995, Lynda lançou o Lynda.com, no início da era “ponto com”. O site servia de suporte e complemento aos livros que ela publicou na área de design e internet. Assim como todo empreendedor, Lynda também passou por um momento difícil. Ele aconteceu quando a bolha da internet estourou, o que provocou uma queda crítica nos negócios.

 

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O Ponto de Virada

 

“[…] alguém me enviou um artigo da Forbes que dizia que aprendizado online é um mercado de 107 bilhões de dólares, e o que era chocante nisso era que a maior parte era sobre a minha companhia, Lynda.com, […] e a única foto em todo artigo era uma foto minha.”

 

O modelo de negócio do Lynda.com foi repensando. E se tornou uma plataforma de educação quando decidiu colocar na internet seus vídeos e de outros profissionais sobre os diversos temas. O usuário pagava uma mensalidade e tinha acesso à biblioteca digital.

 

O diferencial da plataforma, como definido pela fundadora é que ao invés do Lynda.com ser uma “sala de aula”, com pessoas de diferentes níveis, temperamentos, históricos e experiências, tendo que aprender da mesma forma, ele é uma biblioteca, onde as pessoas se reúnem e cada um aprende aquilo que lhe interessa e está de acordo com sua necessidade.

 

No primeiro mês, 30 pessoas pagavam pelo serviço. Ao final do primeiro ano, eram mais de 1000. Hoje, a plataforma possui mais de 5 milhões de usuários. Mas isso levou muito tempo… “É um sucesso ‘do dia para noite’ que levou 20 anos”

 

Por fim, em abril desse ano a rede social LinkedIn comprou o lynda.com por aproximadamente US$ 1.5 bilhão de dólares.

 

A história de Lynda Weinman e outras trajetórias inspiradoras estão disponíveis na Tv Acelera. Já acessou sua Tv hoje?

Educação empreendedora ainda engatinha no Brasil

Apenas 3% dos adultos com formação superior tiveram acesso a algum tipo de educação empreendedora, segundo a última edição da pesquisa internacional Global Entrepreneurship Monitor (GEM), realizada pelo Instituto Brasileiro da Qualidade e Produtividade (IBQP).

“A educação empreendedora engatinha no Brasil”, diz Juliano Seabra, diretor de Pesquisa e Educação da Endeavor. “Os estudantes são preparados para ser funcionários, e não donos do seu próprio negócio.” Segundo ele, a questão não está ligada apenas ao grau de desenvolvimento do país. “No Chile, 40% da população adulta teve acesso à educação empreendedora; na Argentina, 20%. É um problema localizado.”

Fonte: Revista PEGN

Educação empreendedora

O termo Educação Empreendedora data do século XVII e tem origem na economia, com Jean-Baptiste Say (1767 – 1832). Esse tipo de educação busca inspirar nos alunos a vontade de empreender. Para isso, busca desenvolver as qualidades e habilidades necessárias á um empreendedor, como a capacidade de enxergar oportunidades, a proatividade e a confiança. A Educação Empreendedora pode estar presente em várias etapas do ensino, desde a escola até a formação profissional, inclusive com cursos voltados exclusivamente para o assunto, como é o caso do Empretec, oferecido pelo SEBRAE.

Investir em uma educação empreendedora significa investir no futuro sócio econômico de um país. Tento em vista as dificuldades econômicas encontradas no Brasil, empreender pode ser a solução para aqueles que não conseguem um local no mercado de trabalho.

Educação Empreendedora x Administração

Muitas pessoas chegam a confundir o ensino do empreendedorismo com o ensino da administração. Administração, ou Gestão, é uma ciência que estuda as práticas administrativas, ou seja, as práticas utilizadas para gerenciar recursos (sendo eles financeiros, materiais ou até mesmo humanos). Essa gerencia tem como objetivo atingir metas pré-estabelecidas, como maximizar os lucros, o crescimento da organização em questão ou mesmo a satisfação de seus clientes. Aprender Administração/Gestão é aprender sobre esse conjunto de práticas e como utiliza-las em uma organização real, adaptando-as às necessidades da empresa, quando necessário.

Por outro lado, Empreender significa criar uma nova organização. Essa organização normalmente é responsável inserir no mercado algum produto inovador, mas isso não significa que todos os novos empreendimento apresentem inovação no produto ou serviço oferecido: é possível estabelecer uma organização mais tradicional.

A Educação Empreendedora consiste, como mencionado anteriormente, na busca pelo desenvolvimento de qualidades e habilidades necessárias à um empreendedor, à alguém que pretende ter seu próprio negócio. Segundo Bill Aulet, diretor do Centro Martin Trust para Empreendedorismo, vinculado ao Messassuchets Institute of Technology (MIT) nos Estados Unidos, escreve em seu livro, Disciplined Entrepreneurship, que a ementa de um curso de Educação Empreendedora deve desenvolver no aluno um conjunto diverso de habilidades através de experiências práticas, além de sugerir que ele deve focar menos no ‘como’ e se voltar para o ‘onde’.

Educação Empreendedora no Brasil

Existem vários exemplos de Educação Empreendedora Brasil à fora. Enquanto a maioria dessas iniciativas impacta principalmente uma única região, algumas, como o Movimento Acelera Startups, engloba quase todo o país.

Fonte: Wikipedia

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