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Comissão de Kassab avaliará projetos em Ciência e Inovação

O presidente em exercício Michel Temer assinou nesta terça-feira (26) um decreto que institui a Comissão de Acompanhamento de Projetos e Programas em Ciência, Tecnologia e Inovação. O grupo, que será integrado por representantes do governo e da comunidade acadêmica, ficará responsável por avaliar programas que atendam a demandas de competitividade e inovação.

A comissão será presidida pelo ministro da Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicações, Gilberto Kassab, que estabelecerá a composição dos integrantes. De acordo com o ministro, o grupo será “composto por [nomes] notáveis da comunidade [científica] e membros do ministério”, e a ideia é que o grupo articule atividades da pasta com suas entidades vinculadas, além de reforçar junto a comunidade o acompanhamento feito pelo Poder Público nessas áreas.

“Sua manifestação (a da comissão) será de extrema importância para a continuidade dos programas e projetos e até das vinculações das instituições com o governo. São recursos públicos expressivos envolvidos, e se há uma área que precisa disso é a de pesquisa e inovação”, disse. “Essa comissão externa a membros do governo apenas vai trazer mais eficiência no uso desses recursos. Ela foi criada agora pelo presidente e será um incentivo a todos parceiros, sabedores de que a partir de agora terão esse acompanhamento adicional além daquele que já existe”, acrescentou Kassab.

A portaria do Ministério da Fazenda fixou o valor do limite global anual para este ano das importações destinadas à pesquisa científica e tecnológica em US$ 290 milhões.

O governo decidiu também reconvocar o CCT – órgão de assessoramento superior do presidente da República para a formulação e implementação da política nacional de desenvolvimento científico e tecnológico. A reunião será marcada para agosto. O novo coordenador-geral da Secretaria do CCT, Cláudio Trinchão, ficará responsável pela interlocução com a comunidade científica. Já o secretário-executivo do MCTIC, Elton Zacarias, vai acompanhar os trabalhos da Casa Civil e instituir um grupo de trabalho para discutir uma minuta do decreto de regulamentação do Marco Legal, que passou por consulta pública de 9 de maio a 12 de junho.

Fontes: Casa Civil, Agência Brasil, TeleSíntese

Inovação segundo o Manual de Oslo

Inovação segundo o Manual de Oslo, é a introdução de um bem ou serviço novo ou significativamente melhorado, no que se refere às suas características ou usos previstos, ou ainda, à implementação de métodos ou processos de produção, distribuição, marketing ou organizacionais novos ou significativamente melhorados.

Caso você queira se aprofundar ao tema e baixar o Manual de Oslo em PDF, basta clicar aqui.

Senado aprova inclusão do empreendedorismo em currículo escolar

A Comissão de Educação, Cultura e Esporte do Senado Federal aprovou, na terça-feira, 12 de julho, o projeto que muda a Lei das Diretrizes e Bases de Educação para prever, também, o estudo do empreendedorismo nos currículos dos ensinos fundamental e médio, bem como na educação superior. O texto teve decisão terminativa e seguirá diretamente para análise da Câmara dos Deputados.

A proposta é desenvolver um ensino mais criativo e formar pessoas com mais iniciativa. Com a inserção, jovens trabalharão habilidades e estratégias para planejamento, construção e gerenciamento de projetos e empresas. O empreendedorismo será estudado, a partir do 6º ano do ensino fundamental, de forma transversal, ou seja, dentro das matérias que já fazem parte da grade curricular. Já nas universidades, o objetivo é integrar os conhecimentos técnicos e científicos com o mundo do trabalho e da produção.

Saiba mais sobre o Projeto de Lei do Senado (PLS) 772/2015.

Prêmio Jovem Empreendedor
No dia seguinte, 13 de julho, foi aprovada a criação do Prêmio Jovem Empreendedor, que será concebido anualmente pelo Senado a cinco estudantes e jovens empreendedores. Além disso, uma entidade que tenha se destacado na iniciativa privada ou por relação ao empreendedorismo também será premiada.

Os candidatos serão indicados pelos senadores e deverão ter entre 15 e 29 anos. O Conselho do Prêmio Jovem Empreendedor, composto por representantes dos partidos políticos com assento no Senado, em mandato de dois anos, vai definir o vencedor.

Saiba mais sobre o Projeto de Resolução do Senado (PRS) 14/2014.

Fonte: Sistema Mineiro de Inovação

Brasil recebe primeira faculdade com diploma válido fora do país, na área de Economia Criativa

Para CEO da Escola Britânica de Artes Criativas, setor que já contribui 2,8% do PIB ainda tem muito potencial no país e pode representar o dobro disso.

Está prevista para o dia 30 deste mês a finalização da obra que promete abrigar uma revolução na educação criativa do Brasil: a Escola Britânica de Artes Criativas (EBAC), que está sendo construída no coração da Vila Madalena para formar profissionais em áreas da chamada Economia Criativa.

Com parceria com a Universidade de Hertfordshire, em Londres, a instalação abrigará uma graduação com padrão da instituição inglesa, que oferece diploma aceito internacionalmente (sem a necessidade de pedir validação posterior), além de cursos técnicos e preparatórios. Há grades curriculares em áreas de Design, Ilustração, Animação, Direção de Arte e os inéditos do Brasil Visualização de Projetos de Arquitetura e Desenvolvimento de Aplicativos para Dispositivos Móveis.

De acordo com Maurício Tortosa, diretor-presidente da EBAC, um dos maiores problemas das graduações na área criativa do Brasil é a falta de preparação para o mercado de trabalho. “Aqui a formação é muito generalista. Eu por exemplo, fui trabalhar na WMnCann um pouco antes de me formar, mas só consegui sentir realmente como era o mercado com dois anos de experiência na empresa. [No Brasil] a gente só aprende mesmo prática”, comentou o executivo em entrevista ao InfoMoney na sede da Escola em construção.

Mercado

Embora a Economia Criativa represente 2,8% do PIB segundo o IBGE, Maurício acredita com base em sua experiência internacional, que existe a possibilidade de praticamente dobrar este número. “No Reino Unido, que descobrimos ter o melhor benchmark do mundo nessa área, esse setor corresponde a 5,2% do PIB empregando 1,8 milhão de pessoas, em um país que é praticamente do tamanho do estado de São Paulo”. Em 2013, o último cálculo, a população do Reino Unido era de 64,1 milhões de pessoas, pouco maior que um quarto da brasileira, de 200,4 milhões.

Formalmente, a economia criativa emprega 1 milhão de brasileiros – mas isso está longe de representar a realidade deste mercado. Em meio a trabalhos de freelancers e contratos feitos em nome de Pessoas Jurídicas, Maurício acredita que haja mais de 2 milhões de pessoas trabalhando nas mesmas áreas informalmente.

Mudanças neste cenário de contratação, segundo as pesquisas do executivo, viriam apenas após melhorias, a nível nacional, em quatro aspectos específicos: organização das estatísticas deste mercado, mostrando abertamente os números formais e informais; políticas públicas de desoneração de instituições voltadas à economia criativa; investimento em escolas especializadas; e vínculo forte com a indústria.

Processo seletivo e preços

Estudar na EBAC não é necessariamente para qualquer um. Além da inscrição e de teste de admissão, todos os candidatos aos cursos passarão por entrevistas realizadas pessoalmente por pessoas qualificadas da equipe da instituição. No caso dos cursos de graduação, como as aulas são ministradas em inglês por professores estrangeiros, é necessário comprovar proficiência na língua.

Com inscrições já abertas, os cursos técnicos, que começam a ser ministrados a partir do semestre que vem, têm duração de dois anos, aulas em português e custo toal de R$ 21.600,00. A graduação terá início em fevereiro de 2017, com o chamado “Foundation” – um ano de curso básico que antecede a especialidade escolhida propriamente dita. Em fevereiro de 2018 passam a ser ministradas as aulas de bacharelado propriamente ditas.

As expectativas de Maurício não são baixas: já em 2016, a escola pretende operar com 400 alunos, número que deve crescer para 900 em 2017 e subir progressivamente até atingir a capacidade de 3.500 em 2021. Interessados podem encontrar todas as informações no site http://ebac.art.br/

Fonte: http://www.infomoney.com.br/carreira/educacao/noticia/5070034/brasil-recebe-primeira-faculdade-com-diploma-valido-fora-pais-area

VOCÊ PODE DE ALGUMA FORMA SE TORNAR MAIS INOVADOR?

Quem não quer ser mais inovador?

A inovação é poder. É criatividade e é a originalidade. É a dinamite que muda as indústrias, cria “unicórnios” do Vale do Silício e molda o seu legado.

Se você pudesse de alguma forma se tornar mais inovador…

Parte da razão que as pessoas têm dificuldade para serem inovadores é que elas não entendem o conceito disso.

A inovação é popularmente assumida por ser alguma força misteriosa do Ste ve Jobs – a capacidade de puxar coelhos brancos da cartola em uma demonstração inspiradora de brilho genuíno, criatividade escaldante e visão de mudar o mundo.

A inovação produziu maravilhas como o avião, o automóvel, o semicondutor, o computador pessoal, o iPhone, o conceito de Uber, o modelo de negócio do Airbnb, e assim por diante.

Em outras palavras, obviamente, a inovação é algo muito além do alcance dos meros mortais.

Na realidade, a inovação é algo que cada um de nós poderia melhorar. Enquanto algumas pessoas são de fato mais (ou menos) privilegiados intelectualmente, qualquer um pode tomar algumas medidas simples para melhorar a capacidade de inovação.

Inovar é simplesmente fazer mudanças para o melhor, geralmente com algum novo método, produto, processo ou procedimento. Um gerente pode ser um inovador. Um escritor de conteúdo pode ser um inovador. A inovação pode fluir de um responsável pelo marketing dentro da própria empresa, um empreendedor individual, de um proprietário de uma empresa, e praticamente qualquer outra pessoa que decide que quer fazer uma mudança.

Então, como você pode se tornar mais inovador?

1. Observe.

Observação é o cerne da inovação. O escritor da Fast Co. David Brier pesquisou a vida e obra de Steve Jobs e do Sir Richard Branson, dois inovadores notáveis da era moderna. Aqui está o que ele descobriu.

“Cheguei à conclusão de que esta era a única diferença entre o inovador e a pessoa comum: um viu os pontos e os conectou enquanto os outros: 1) não os viu ou 2) se o viram, eles não exploraram, perguntaram ou conectaram qualquer um deles.”

Vendo os pontos e ligando os pontos. Esse é o espírito da inovação.

Em outras palavras, os inovadores permanecem atentos e curiosos ao invés de simplesmente deixar que a vida aconteça. Eles examinam o que acontece e buscam maneiras de torná-la diferente.

2. Ligue os pontos intencionalmente.

A inovação começa com a observação, mas o verdadeiro estalo inicial acontece quando você liga os pontos.

O que significa ligar os pontos? Ligar os pontos é pensar em uma experiência ou algum conhecimento em relação a outros pontos que podem ou não podem aparecer naturalmente relacionados.

O conceito é surpreendentemente simples, mas incrivelmente difícil de implementar. Ela exige uma mentalidade holística, uma de emparelhamento, associação e unidade em oposição a uma de singularidade, independência e categorização excessivamente analítica.

Vamos usar o Airbnb como um exemplo. O Airbnb começou com a ideia de proporcionar alojamento a preços acessíveis para as pessoas. Ao invés de ir no rumo habitual de hotéis e motéis, eles simplesmente pegaram essa ideia e alinharam com o seu conhecimento existente. As pessoas têm casas de todas as formas e tamanhos. Melhor ainda, casas estão em toda parte! Assim nasceu o Airbnb.

De um conceito simples, mas incrivelmente inovador.

O Uber usa um princípio semelhante na sua ao tornar disruptiva a indústria de táxi. Em vez de seguir em frente melhorando o serviço de táxi, construir uma infraestrutura de transporte público ou diminuir as emissões dos veículos, eles fizeram algo muito mais simples – permitiram que as pessoas paguem por passeios em veículos de outras pessoas.

Observar! Eis a inovação.

Você pega uma parte do conhecimento – uma ideia, desejo, plano ou meta – e olha para as conexões com outras partes do conhecimentos, condições, ferramentas e situações. É simples, mas difícil, eu sei.

A Inovação é provocada quando você começa a olhar para as coisas e fazer conexões entre o que você vê, sabe e pensa.

3. Rejeite o conceito de não poder.

A inovação é inclusiva e otimista. Ela permite conceitos, conhecimentos e experiência de todos os palcos da vida.

A inovação tem um arqui-inimigo: o não poder.

“Eu não posso”, “nós não podemos”, “aquilo não pode”, “isso não pode” – este processo difícil de pensamento é letal para a inovação.

Veja os “não posso” em seu pensamento como obstáculos e oportunidades temporárias para o crescimento. Eles existem por um momento, e com esse momento, lhe é concedida uma oportunidade de fazer melhorias, sejam eles na forma de opções, energia, recursos, pessoal, ou estratégia. Essas escolhas podem neutralizar suas dúvidas.

Muitas vezes, a coisa mais útil que você pode fazer para superar a dúvida é ver as coisas que você achava que eram impossíveis como possíveis.

Tudo e nada é possível, em certa medida. Pense como que começará a desgastar os seus bloqueios e abrir caminho para a inovação.

4. Abrace o desconforto.

A inovação é popularmente assumida por ser alguma força misteriosa do Ste ve Jobs – a capacidade de puxar coelhos brancos da cartola em uma demonstração inspiradora de brilho genuíno, criatividade escaldante e visão de mudar o mundo.

A inovação produziu maravilhas como o avião, o automóvel, o semicondutor, o computador pessoal, o iPhone, o conceito de Uber, o modelo de negócio do Airbnb, e assim por diante.

Em outras palavras, obviamente, a inovação é algo muito além do alcance dos meros mortais.

Na realidade, a inovação é algo que cada um de nós poderia melhorar. Enquanto algumas pessoas são de fato mais (ou menos) privilegiados intelectualmente, qualquer um pode tomar algumas medidas simples para melhorar a capacidade de inovação.

Inovar é simplesmente fazer mudanças para o melhor, geralmente com algum novo método, produto, processo ou procedimento. Um gerente pode ser um inovador. Um escritor de conteúdo pode ser um inovador. A inovação pode fluir de um responsável pelo marketing dentro da própria empresa, um empreendedor individual, de um proprietário de uma empresa, e praticamente qualquer outra pessoa que decide que quer fazer uma mudança.

Então, como você pode se tornar mais inovador?

1. Observe.

Observação é o cerne da inovação. O escritor da Fast Co. David Brier pesquisou a vida e obra de Steve Jobs e do Sir Richard Branson, dois inovadores notáveis da era moderna. Aqui está o que ele descobriu.

“Cheguei à conclusão de que esta era a única diferença entre o inovador e a pessoa comum: um viu os pontos e os conectou enquanto os outros: 1) não os viu ou 2) se o viram, eles não exploraram, perguntaram ou conectaram qualquer um deles.”

Vendo os pontos e ligando os pontos. Esse é o espírito da inovação.

Em outras palavras, os inovadores permanecem atentos e curiosos ao invés de simplesmente deixar que a vida aconteça. Eles examinam o que acontece e buscam maneiras de torná-la diferente.

2. Ligue os pontos intencionalmente.

A inovação começa com a observação, mas o verdadeiro estalo inicial acontece quando você liga os pontos.

O que significa ligar os pontos? Ligar os pontos é pensar em uma experiência ou algum conhecimento em relação a outros pontos que podem ou não podem aparecer naturalmente relacionados.

O conceito é surpreendentemente simples, mas incrivelmente difícil de implementar. Ela exige uma mentalidade holística, uma de emparelhamento, associação e unidade em oposição a uma de singularidade, independência e categorização excessivamente analítica.

Vamos usar o Airbnb como um exemplo. O Airbnb começou com a ideia de proporcionar alojamento a preços acessíveis para as pessoas. Ao invés de ir no rumo habitual de hotéis e motéis, eles simplesmente pegaram essa ideia e alinharam com o seu conhecimento existente. As pessoas têm casas de todas as formas e tamanhos. Melhor ainda, casas estão em toda parte! Assim nasceu o Airbnb.

De um conceito simples, mas incrivelmente inovador.

O Uber usa um princípio semelhante na sua ao tornar disruptiva a indústria de táxi. Em vez de seguir em frente melhorando o serviço de táxi, construir uma infraestrutura de transporte público ou diminuir as emissões dos veículos, eles fizeram algo muito mais simples – permitiram que as pessoas paguem por passeios em veículos de outras pessoas.

Observar! Eis a inovação.

Você pega uma parte do conhecimento – uma ideia, desejo, plano ou meta – e olha para as conexões com outras partes do conhecimentos, condições, ferramentas e situações. É simples, mas difícil, eu sei.

A Inovação é provocada quando você começa a olhar para as coisas e fazer conexões entre o que você vê, sabe e pensa.

3. Rejeite o conceito de não poder.

A inovação é inclusiva e otimista. Ela permite conceitos, conhecimentos e experiência de todos os palcos da vida.

A inovação tem um arqui-inimigo: o não poder.

“Eu não posso”, “nós não podemos”, “aquilo não pode”, “isso não pode” – este processo difícil de pensamento é letal para a inovação.

Veja os “não posso” em seu pensamento como obstáculos e oportunidades temporárias para o crescimento. Eles existem por um momento, e com esse momento, lhe é concedida uma oportunidade de fazer melhorias, sejam eles na forma de opções, energia, recursos, pessoal, ou estratégia. Essas escolhas podem neutralizar suas dúvidas.

Muitas vezes, a coisa mais útil que você pode fazer para superar a dúvida é ver as coisas que você achava que eram impossíveis como possíveis.

Tudo e nada é possível, em certa medida. Pense como que começará a desgastar os seus bloqueios e abrir caminho para a inovação.

4. Abrace o desconforto.

A minha definição de inovação tem mudança em seu núcleo.

Quando você está confortável, é provável que nada está mudando na sua vida. O empresário colaborador Chris Ruisi escreveu,

 “A chave para liderar a mudança? Tornar-se confortável com o desconforto.”

Claro, a mudança é desconfortável, mas é o único caminho para o progresso á a inovação. Quando você está desconfortável, você está em uma posição madura para parar, analisar, e encontrar maneiras de mudar a sua vida. A sua mente reconhece que algo não está certo e procura o equilíbrio, uma forma de romper o impasse do desconforto.

O momento da descoberta é o início da inovação. A total inovação, a química que leva um pensamento e transformá-lo em uma ação e, eventualmente, um produto, é inatingível, a menos que você esteja disposto a se sentir confortável com o desconfortável.

5. Compartilhe recursos.

Se fazer conexões é o caminho para a inovação, então, unir os recursos é o bloco básico de construção para preparar o caminho para a inovação.

O advento do marketing de conteúdo tem sido um grande passo além na partilha global de fontes de conhecimento. Alguns anos atrás, seria impensável para um negócio explicar exatamente como atingir o sucesso, resolver problemas, ou produzir um produto notável. Isso teria sido sinônimo de abrir mão do negócio (giving business away.)

E hoje? O conteúdo está disponível e gratuito para quem procurar por ele. Você pode descobrir como otimizar o seu site para ferramentas de busca, escrever um convincente “relatório branco”, utilizar uma estratégia de growth hacking no seu negócio, ter sucesso como um empreendedor, ou qualquer outro assunto ou tema que você queira saber a respeito.

Partilhando recursos, particularmente os recursos do conhecimento, é uma das maneiras mais eficazes para inovar e para construir uma mudança duradoura que as pessoas realmente querem.

6. Tente, falhe, recue, e tente novamente.

A inovação é inútil se você não está disposto a ir até o fim com ela.

Saiba isso. A inovação não acontece sem alguns episódios de fracasso.

O fracasso não é necessariamente um ponto de parada. Ele certamente não deve matar a criatividade ou diminuir a ambição. A falha pode abrir novas perspectivas de possibilidade, inovação e criatividade.

A pesquisa confirma isso. Em seu artigo, “Why Failure Drives Innovation,” Baba Shiv, da Universidade de Stanford escreve: 

“O “fracasso” é um conceito temido pela maioria das pessoas de negócios. Mas o fracasso pode realmente ser um grande motor da inovação para um indivíduo ou para uma organização. O truque consiste em aproximá-lo com a atitude certa e aproveitá-lo como uma benção, não uma maldição”

O fracasso irá levá-lo para a frente e para cima, a novos níveis de criatividade.

Conclusão

A inovação é necessária para o sucesso, como é o fracasso, o desconforto, a reflexão, e uma mentalidade inclusiva.

Folheando revistas de negócios e periódicos irá informá-lo dessa realidade.

Por exemplo, um artigo da Forbes diz que as empresas norte-americanas estão morrendo por causa do fracasso em inovar. Um “white paper” explica: “A inovação é a única grande razão por que algumas empresas são bem sucedidas.”

O outro lado da equação também é verdadeiro: “A falta de inovação é o motivo que muitas empresas fracassam.”

A melhor parte é, você não precisa de permissão para começar a inovar. Fique atento e comece hoje.

Como você se força a inovar?

Fonte:

Você pode de alguma forma se tornar mais inovador? 

Temer cria fundo para inovação com menos de 10% do valor de 2015

Sem espaço para dispensar um volume significativo de recursos, o dinheiro que será investido neste ano equivale a apenas 9% do que foi aplicado em pesquisa no ano passado

Para tentar dar uma resposta a um dos muitos pedidos empresariais, o governo do presidente interino Michel Temer estuda novas formas de financiamento para impulsionar a inovação no país.

No entanto, sem espaço para dispensar um volume significativo de recursos, o dinheiro que será investido neste ano equivale a apenas 9% do que foi aplicado em pesquisa no ano passado.

Segundo a Folha de S.Paulo apurou, os recursos iniciais que poderão ser liberados são de pouco mais de R$ 500 milhões.

O BNDES e a Finep (Financiadora de Estudos e Projetos) são, atualmente, os principais financiadores de projetos de pesquisa e inovação. Juntas, as duas instituições desembolsaram R$ 5,5 bilhões para esse tipo de projeto em 2015. O volume representou uma queda aproximada de 15% em relação ao dinheiro aplicado em 2014.

A falta de verba para financiar projetos de pesquisa e desenvolvimento é uma das reclamações de empresários que acreditam faltar, por parte do governo, apoio à inovação.

A demanda se junta a outras mais tradicionais, como excesso de tributação e de burocracia, falta de infraestrutura, entre tantos pontos de uma agenda antiga do setor.

Michel Temer se reuniu com empresários na última na sexta-feira (8) e disse que o governo está comprometido com a pesquisa no país.

Pela proposta do governo, serão dois diferentes modelos de financiamento. Um será custeado com dinheiro público e outro com dinheiro privado. Além disso, eles terão destinação distintas.

No primeiro modelo, com dinheiro público, a Embrapii (Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial) será a gestora e terá o objetivo de estimular a pesquisa em órgãos ligados a universidades, como o Coppe, da UFRJ, e o IPT, da USP.

No segundo, privado, a ABDI (Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial) será responsável por captar recursos junto ao mercado financeiro e aplicá-los em projetos de start-ups.

Ambos os projetos estão sendo liderados pelos ministérios que comandam essas instituições, MDIC (Indústria e Comércio Exterior), MCTIC (Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicações) e MEC (Educação).

Como a maioria dos projetos criados pelo governo interino de Michel Temer, a viabilidade dos fundos depende da confirmação do impeachment da presidente afastada Dilma Rousseff.

 

Fonte:

http://www.otempo.com.br/capa/pol%C3%ADtica/temer-cria-fundo-para-inova%C3%A7%C3%A3o-com-menos-de-10-do-valor-de-2015-1.1336856

74% das startups brasileiras fecham após cinco anos.

74% das startups brasileiras fecham após cinco anos, diz estudo, o maior motivo?

Briga entre sócios e não oferecer uma proposta que ‘converse’ com o mercado.

 

Empreender é uma tarefa árdua, mas pode trazer uma série de benefícios que incluem ter um controle maior sobre a carreira, trabalhar com o que gosta ou encarar novos desafios profissionais. O caminho exige disciplina, foco, às vezes sorte, e investimento. Mas nem sempre dá certo. Estudo realizado pela aceleradora Startup Farm aponta que 74% das startups brasileiras fecham após cinco anos de existência e 18% delas antes mesmo de completar dois anos. E o motivo não é majoritariamente falta de aporte ou de investimento. “As principais causas são conflitos entre os sócios e o desalinhamento entre a proposta de valor e o interesse do mercado”, diz Igor Mascarenhas, diretor de investimentos da Farm.VC, área da StartupFarm responsável pelo acompanhamento da evolução das startups. O estudo abrange cerca de 30% das startups aceleradas no Brasil desde 2011. Foram analisados 191 negócios.

O estudo também mostra que, dentro do cenário brasileiro, as startups B2B têm maior facilidade e rapidez na hora de gerar caixa e obter receita. Essas startups atuam com transações de produtos e serviços para empresas – e não para o consumidor final (caso das B2C).

No Brasil, contudo, o modelo B2B sempre foi maior em termos de números de negócio e de preferência pelos empreendedores. “As startups focadas no B2C sempre geraram desejo, pois foi o modelo adotado pelos grandes cases mundiais, como Facebook, Google e Airbnb. É tambem mais fácil encontrar – e se propor a resolver – problemas vinculados a pessoas físicas”, diz Mascarenhas. O problema é que elas demoram mais tempo para construir uma base de consumidores e, por consequência, monetizar seu negócio. “Essas empresas também precisam de um volume de investimentos muito maior, o que dificulta o crescimento.”

É por este motivo que as B2B vêm crescendo nos últimos anos (confira o gráfico abaixo). Em 2014, segundo o estudo da StartupFarm, havia três vezes mais B2B do que B2C. “Também estamos vendo, em 2016, muitos executivos do alto escalão saindo das empresas para empreender em modelos B2B”, diz Mascarenhas.

Público-alvo                 2011           2012         2013       2014         2015          2016
B2C                                44.74%      30.91%    50%        21.43%     27.59%      14.29%
B2B                                31.58%      34.55%    33.33%   64.29%    37.93%      50%
Modeloshíbridos       23.68%     34,54%   16,67%    14,28%     34,48%     35,71%
Fonte: StartupFarm

Visão estratégica do negócio em termos financeiros, contudo, é algo que afeta a grande maioria das startups no país. Mascarenhas explica que o mercado brasileiro “ficou viciado” em criar negócios com modelos mais simples de cobrança, como mensalidade por uso. Mas que não funcionam como única forma de monetização. É específico e adequado apenas a determinados negócios. É preciso, portanto, estar aberto a novas opções. “A conta de luz, por exemplo, tem um modelo de receita que varia de acordo com o uso. Já o Netflix cobra por mensalidade, mas poderia cobrar por filme assistido ou royalties”, diz.

Artigo publicado originalmente em: http://epocanegocios.globo.com/Empreendedorismo/noticia/2016/07/74-das-startups-brasileiras-fecham-apos-cinco-anos-diz-estudo.html

profissional-de-TI

Meio milhão de profissionais de TI para a Europa em 2017

As Tecnologias de Informação (TI) continuam a solicitar cada vez mais profissionais. As previsões chegam a 900 mil em 2020. Portugal precisa de, pelo menos, 15 mil.

António Mira, diretor das divisões da indústria da Siemens Portugal, afirma em entrevista, que, “em 2015, a Europa fechou o ano com uma lacuna de aproximadamente 340 mil profissionais de TI”, para 2017 “esta necessidade aumentará para praticamente 650 mil” e acrescenta que a Comissão Europeia “prevê que, até 2020, sejam mais de 900 mil as ofertas de emprego na área das TI, em toda a Europa”.

Já para Portugal, as estimativas apontam para “15 mil” o número de profissionais necessários nesta área. Em entrevista, o responsável da Siemens Portugal afirma ainda que as engenharias – áreas da indústria, energia e infraestruturas – são uma garantia de empregabilidade e cita o bastonário da Ordem dos Engenheiros quando, há cerca de um ano, referia que “há pouco mais de 3% de desemprego no setor”, quando o desemprego jovem está em 30%.

Que razões levam a uma redução do número de alunos portugueses que optam pelas vertentes científicas e tecnológicas no ensino secundário?

Parece que os jovens estão ainda um pouco desatentos para as áreas da engenharia, ou porque desconhecem as suas potencialidades em termos de carreira e os seus incentivos, como a maior taxa de empregabilidade, ou porque as consideram aborrecidas e pouco apelativas. Por isso temos colaborado com várias universidades para fazer conhecidas as áreas em que atuamos – Indústria, Energia e Infraestruturas – e contribuir para atrair os melhores talentos para estes setores. Mas ainda há um caminho a percorrer. Há cerca de um ano, por exemplo, o bastonário da Ordem dos Engenheiros referia que há pouco mais de 3% de desemprego no setor, quando o desemprego jovem ultrapassa os 30%. Outro exemplo que não nos cansamos de dar é o da ATEC, da qual somos uma das empresas fundadoras. Esta Academia de formação tem taxas de empregabilidade na casa dos 80%. Indicadores como estes nos leva a crer que os jovens deviam olhar com mais atenção para estas vertentes científicas e tecnológicas quando estão planejamento sua trajetória acadêmico e profissional. Além disso, nem só de projetos se faz a engenharia. Foram engenheiros com recurso a software da Siemens que desenharam o carro de fórmula 1 da Red Bull e o Mars Rover que aterrou com sucesso em Marte. A promoção de projetos como estes também pode encorajar os jovens a olhar para a engenharia com outros olhos.

Há falta de promoção das engenharias por parte do Estado?

O incentivo à engenharia tem que começar desde cedo, na formação de base e isso está acontecendo através de várias iniciativas que unem as instituições de educação e as empresas privadas. Agora para termos uma indústria 4.0 competitiva, também temos que promover uma educação 4.0 que esteja adaptada a esta nova realidade e à forma como esta transformação está acontecendo. O Estado tem dado demonstrações claras de que quer apoiar e incentivar esta industria digital e, exemplo disso, é a criação de um Comité Estratégico para Indústria 4.0. do qual a Siemens também faz parte. Através desta iniciativa, o Governo quer posicionar o País na “linha da frente” da quarta revolução industrial e quer que as empresas ajudem a definir as prioridades em matéria de digitalização da economia.

Alguns países divulgam rankings de técnicos superiores necessários num horizonte temporal definido. Portugal também deveria fazer isso? Divulgando, por exemplo, o número de engenheiros, ou de outra especialidade, necessários durante a próxima década?

Penso que esses números são conhecidos. Em 2015, a Europa fechou o ano com uma lacuna de aproximadamente 340.000 profissionais de TI, segundo os números que foram tornados públicos. Para o ano que vem, em 2017, esta necessidade aumentará para praticamente 650.000. E a Comissão Européia prevê que até 2020 sejam mais de 900 mil as ofertas de emprego na área das TI, em toda a Europa, e em Portugal o número de profissionais necessários poderá chegar aos 15 mil, segundo estimativas. Ao analisar estes indicadores torna-se claro que temos que acelerar o passo, para reduzir esta lacuna e potenciar a indústria nacional.

A informatização vai afetar todas as áreas de atividade, da indústria à agricultura, passando pelos serviços. Não acha que falta mais informação sobre esta “ameaça” que também pode ser interpretada como uma “oportunidade”?

Na visão da Siemens, a informatização dos diferentes setores de atividade traz enormes oportunidades, porque estes podem ser mais produtivos e eficientes e, consequentemente, mais competitivos. Até as diferentes “ameaças” que têm sido identificadas podem ser desmitificadas. Vejamos a temática dos recursos humanos na Indústria, por exemplo. A nossa mais moderna fábrica de componentes eletrônicos em Amberg, na Alemanha, emprega 1200 colaboradores – um número que se mantém sem grandes alterações há 25 anos. Contudo, a produção da fábrica aumentou oito vezes e já tivemos de construir novas fábricas. Portanto, criaram-se novos postos de trabalho – incluindo na área da Investigação e Desenvolvimento, mas também em setores cujas atividades são mais simples. Ao aumentar o nível de automação os recursos humanos são alocados em novas áreas – continuam sendo necessários – o que muda são as qualificações e características pretendidas. A qualificação dos recursos humanos, nesta área, em Portugal, está dando importantes passos. As instituições de ensino estão investindo, não só por ser uma tendência de mercado, mas porque constataram que as empresas procuram recursos com este tipo de competências. Existem vários exemplos que podemos mencionar: o Instituto Superior de Estatística e Gestão de Informação, da Universidade Nova de Lisboa, que está a lecionado uma pós-graduação em Digital Enterprise Management, ou a ATEC, que mencionei anteriormente, que acabou de lançar um curso na área da cibersegurança.

Artigo publicado originalmente aqui

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Uber lança seu primeiro carro autônomo

O Uber finalmente lançou a primeira foto oficial dos carros autônomos que está testando nas ruas de Pittsburgh, quase um ano depois desde que divulgou pela primeira vez um protótipo anterior. O carro, um Ford Fusion Hybrid, está recolhendo dados de mapeamento, testando suas capacidades de auto-condução, e está equipado com “radares, scanners a laser e câmeras de alta resolução para mapear detalhes do ambiente”, diz a startup em seu blog.

Embora o carro seja capaz de coletar os dados por conta própria, há sempre um motorista junto, para monitorar as operações do veículo. As informações são do The Verge.

“Enquanto o Uber ainda está nos primeiros dias de nossos esforços de auto-condução, cada dia de testes leva a melhorias”, diz a empresa. “Neste momento, estamos focados em obter o direito de tecnologia e garantir que é seguro para todos na estrada – pedestres, ciclistas e outros motoristas”.

Além disso, o ambiente diverso de Pittsburgh torna a cidade um bom lugar para testes, já que apresenta uma série de obstáculos para que os carros autônomos naveguem. John Bares, chefe do ATC – Centro de Tecnologia Avançada do Uber, em tradução – , disse ao Tribune-Review que “ruas estreitas e íngremes da cidade, estacionamentos desorganizados, tempo chuvoso, neve e infraestrutura envelhecida fizeram da cidade um lugar desafiador para testar a tecnologia de auto-condução.”

Embora o Google tem sido a empresa que é mais transparente sobre o teste de seus carros autônomos, o Uber é o maior especialistano campo e está acompanhando de perto este mercado. A suposição é que os carros que dirigem sozinhos, quando totalmente prontos, serão inicialmente colocados para uso como aluguel de veículos.

Artigo publicado originalmente aqui

Fernando Dolabela: Insights sobre Empreendedorismo e Educação Empreendedora

Fernando Dolabela é empreendedor com mais de 20 anos de experiência, atuando mais especificamente na educação empreendedora. Ele acredita no empreendedorismo como um instrumento de mudança sócio-cultural, com uma abordagem ligada à justiça social e desenvolvimento sustentável.

É criador dos maiores programas de ensino de ensino empreendedorismo do Brasil na educação básica e universitária:

Oficina do Empreendedor utilizada em projetos do IEL (CNI), Sebrae, CNPq e outros órgãos) já foi implementada em mais de 400 instituições de ensino superior, atingindo cerca de 3.500 professores e 160.000 alunos/ano;

Metodologia Pedagogia Empreendedora (educação empreendedora para a educação infantil, ensino fundamental e médio), que, apesar de recente, já é utilizada em 120 cidades, envolvendo cerca de 10.000 professores e 300.000 alunos com repercussão em uma população de 2,5 milhões de habitantes.

Dolabela é também escritor. Escreveu alguns livros dentro da temática empreendedora, sendo O Segredo de Luísa, sua obra mais conhecida.

Em sua entrevista à Acelera Startups para o Congresso Online Brasil Empreendedorismo, Fernando Dolabela compartilha alguns insights e visões sobre o empreendedorismo e educação empreendedora.

Empreendedorismo como Instrumento de transição

Para Dolabela, o empreendedorismo é um instrumento necessário ao país para a transição cultural de um modelo assistencialista para um sustentável

“É inconcebível que se transforme a ajuda à uma calamidade – fome e pobreza – em um programa de governo.”

Não se pode aceitar um modelo social que “dá o peixe”, ao invés de “ensinar a pescar”. Parar por aí, sem que se incentive um programa de geração de sustentabilidade é um crime.

O maior prejuízo desse modelo é a cultura do assistencialismo. Ou seja, os filhos do bolsa-família estão aprendendo a serem sustentáveis, trabalhadores? Não. Estão aprendendo que existe uma proteção e que eles, quando chegar a sua vez, reinvidicar a mesma coisa.

Empreendedorismo não é uma “especialização”

Dolabela começou sua carreira com educação universitária, tendo, porém, seguido um modelo diferente dos demais. Suas “aulas” abrangiam não apenas a universidade em que trabalhava mas várias universidades, tendo ministrado seminários para mais de 5 mil professores universitários, das mais diversas áreas: biologia, jornalismo, educação física, química, filosofia, etc.

Empreendedorismo, em sua forma de ver, não é um tema que deve ser alocado em uma área específica, como se fosse uma especialização. Empreendedorismo é uma forma de ser. É um valor cultural. Portanto, tem que ser universal.

Empreendedorismo não é um tema como física, química ou uma ciência em que você pode preparar pessoas com uma determinada expertise.

Qual é o domínio do empreendedor? O futuro. O empreendedor é um especialista naquilo que não existe. E isso não pode ser ensinado, no sentido de transferência de conhecimento. No entanto, a universidade ainda persiste nesse modelo, que é aplicado à ciências consolidadas, mas não ao empreendedorismo.

“Eu vivi nesse padrão universitário, mas sempre pensando em escalar, atingir grandes quantidades. Não me interessa preparar 1, 10, 20, 100 empreendedores. Eu quero mudar a cultura.”

“Características empreendedoras” não existem

“Características empreendedoras”, segundo Dolabela, não existem no sentido de exclusividade, algo que apenas alguns possuem. Todos nós nascemos empreendedores, mas a família e a escola impedem esse potencial, logo, ele não é explorado, é atrofiado.

O programa central do empreendedor é o Pedagogia Empreendedora, onde ele desenvolve a educação empreendedora com crianças a partir dos 3, 4 anos até o ensino médio.

Porque essa faixa etária? Por que o estudante universitário já é alguém culturalmente pronto. Alguém que já assimilou os valores e a cultura da sociedade. E é muito difícil mudar essas pessoas.

Qual é a maior preocupação do estudante universitário brasileiro? Passar em um concurso público. Essa é a cultura que eles assimilaram.

Por outro lado, crianças são empreendedoras. Ainda não foram contaminadas pela subserviência, pela conformidade.

Comunidade. E não indivíduos

Essa metodologia utilizada por Dolabela, chamada pedagogia empreendedora, tem vários pilares. Um deles, é o trabalho focado em cidades e não com escolas ou indivíduos. O empreendedorismo não é um tema individual.

Você perde tempo e dinheiro se você tenta “formar” indivíduos. Você tem que formar comunidades. Porque a educação não é feita dentro dos muros da escola, não é um problema da escola. É preciso educar a comunidade.

Por fim, Dolabela aborda a figura do empreendedor.

Ser empreendedor não é necessariamente ter uma empresa. Isso é um equívoco! Gerar empresas é uma das múltiplas formas de se empreender, mas isso é uma opção do indivíduo.

É possível empreender sendo empregado, por exemplo. O empreendedor é alguém que transforma inovando e gerando coisas positivas em qualquer âmbito.

Claro que empreender é muito mais difícil quando se está um ambiente hierarquizado, quando não há espaço, liberdade para a “rebeldia”. O Empreendedor é um rebelde. A liberdade anda de mãos dadas com o empreendedorismo.

Gostou? Então assista gratuitamente à entrevista com Fernando Dolabela diretamente na TV Acelera.

“O empreendedor é alguém que sonha (concebe o futuro) e busca (transforma esse futuro em realidade).” Fernando Dolabela

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